DICAS CULTURAIS, DIVIRTA-SE

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DICAS CULTURAIS

 

A Língua em Pedaços comemora o V centenário de nascimento de Teresa d’Ávila, santa, mística e poetisa espanhola, que foi acusada de subversão e heresia pela Inquisição, devido às suas ações e ideias. Atualmente, é considerada uma das maiores personalidades femininas do segundo milênio, além de ser adorada pela Igreja Católica, claro.

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Com Ana Cecília Costa, idealizadora do projeto, e Marco Antônio Pâmio no elenco e Elias Andreato na direção, a peça é baseada no O Livro da Vida (1565), autobiografia de Teresa.

No palco, estão dois atores de talento, que chamam a atenção pela qualidade dos seus trabalhos (as interpretações são viscerais). Além disso, já afirmei muitas vezes, aqui no Blog da Cristiane Bortolossi, o quanto Elias Andreato é um diretor competente e sensível: Ele conseguiu criar em cena um embate vigoroso e uma montagem com uma plasticidade marcante.

O texto de Juan Mayorga é inédito no Brasil e mostra a trajetória dessa mulher que resolveu ser freira e foi uma das reformadoras da Ordem Carmelita, fundou dezessete conventos de Carmelitas Descalças , mas foi mal compreendida e perseguida pela igreja conservadora do final do século XVI.

Depois de 40 anos de sua morte, Tereza foi canonizada pelo papa Gregório XV

O espetáculo é ambientado na cozinha do Mosteiro São José, primeiro convento de Carmelitas Descalças, fundado por Teresa em 1562, e  mostra um embate fictício entre a protagonista e o Inquisidor.

Ana Cecília Costa ficou atraída pelo mistério de intimidade de Tereza D Ávila com Deus, a sua figura extremamente humana e atravessada pelo Sagrado.  “Quis que a sua palavra cheia de coragem e poesia fosse ouvida no teatro, um lugar também sacralizado e político”, conta a atriz

Para o diretor Elias Andreato, a peça fala de amor. ¨O teatro é o altar dos deuses amorosos. Teresa fala com o seu amado e derrama este amor para que possamos suportar nossa trajetória em direção à luz”, diz.

Sobre Santa Teresa Foi canonizada em 1622. No dia 27 de setembro de 1970, o Papa Paulo VI conferiu-lhe o título de Doutora da Igreja.

Teresa d´Ávila escreveu, ao lado de São João da  Cruz,  o  melhor  da  poesia ascética e mística de língua espanhola. Ambos pertencem ao chamado Século de Ouro na Espanha, época que abrange do Renascimento do século XVI ao Barroco do século XVII.

Santa Teresa é considerada um dos maiores patrimônios culturais da Espanha, e sua autobiografia O Livro da Vida é o clássico literário mais lido neste país depois de D. Quixote, de Cervantes.

“Teresa aparece-nos como uma personagem contracorrente, prematura em seu próprio tempo e no nosso. Por isso mesmo, Teresa é necessária. Seu interesse para os dias atuais independe de crença. Mesmo um ateu, que não acredita em sua mística, pode se sentir fascinado pelo ser humano Teresa. Pode e deve sentir-se tocado por essa personagem. E sempre será menos importante o que dizemos sobre Teresa do que ela possa dizer sobre nós” (Juan Mayorga)

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Juan Mayorga

Tradução: Washington Luiz Gonzales

Direção: Elias Andreato

Elenco: Ana Cecília Costa e Marco Antônio Pâmio

Figurino e cenário: Fabio Namatame

Iluminação: Wagner Freire

Trilha sonora: Daniel Maia

Assistente de direção: André Acioli

Design gráfico: Vicka Suarez

Fotos: Laércio Luz

Centro Cultural Banco do Brasil.

Rua Álvares Penteado, 112. Centro. 3113. 3651 / 3113.3652.www.bb.com.br/cultura – www.twitter.com/ccbb_sp –www.facebook.com/ccbbsp. Acessos: Estações Sé e São Bento do Metrô. Praças do Patriarca e da Sé. Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física / Ar-condicionado / Estacionamento: Estapar Estacionamento – Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) – (R$ 15,00 pelo período de cinco horas. Necessário carimbar tíquete na bilheteria do CCBB – Van faz o traslado gratuito no trajeto estacionamento – CCBB – estacionamento).

MAIO Sábado às 20h00 | Domingo às 19h00 | Segunda às 20h00

JUNHO Sábado às 17h30 e 20h00 | Domingo às 19h00 | Segunda às 20h00. Ingressos: R$ 10. Duração: 60 minutos. Recomendação: 12 anos Estreia dia 09 de Maio. Temporada: Até 29 de Junho.

Em Fale Mais Sobre Isso, a atriz Flávia Garrafa, que é psicóloga, também interpreta uma psicóloga e suas 4 pacientes

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Na trama, Laura é uma mulher de quase quarenta anos que cuida da família e da carreira. Ela atende quatro pacientes e durante as sessões de terapia é possível acompanhar a vida pessoal da psicóloga porque ela deixa que os seus problemas pessoais afetem os seus atendimentos.

Ficha Técnica e Serviço:

Ideia Original: Pedro Vasconcelos

Texto: Flávia Garrafa

Direção: Pedro Garrafa

Assistente de direção: Kuka Annunciato

Elenco: Flávia Garrafa

Iluminador: Matheus Heck e Pedro Garrafa

Cenário: assinado pelas arquitetas Llaneli e Friedemann e móveis da Especialista

Figurino: Etiqueta Negra

Trilha Sonora: Diego Trindade

Participação especial: Kuka Annunciato

Fotógrafos: Lila Batista

Temporada de 7 de maio a 25 de junho de 2015. Quintas, às 20h | dia 4 de junho: sessão às 16h00. R$ 60 | Duração: 70 min. Recomendado: 12 anos. Teatro Livraria da Vila – JK Iguatemi Av. Juscelino Kubitschek, 2041 Lotação: 125 lugares.

Cia de Dança Deborah Colker faz apresentações no Teatro Sérgio Cardoso dos espetáculos Mix e Belle.

Cia de Dança Deborah Colker

Mix foi criado para a 6ª edição da Bienal de Dança de Lyon com elementos essenciais dos dois primeiros espetáculos da companhia, Vulcão e Velox.  As apresentações serão nos dias 19 e 20 de maio, terça e quarta-feira, às 21h00.

Belle, espetáculo mais recente da companhia traz a temática do erotismo com base no romance franco-argentino Belle de Jour, e autoria de Joseph Kessel (1898‐1979), lançado em 1928 e depois transformado em um clássico do cinema surrealista nas mãos do cineasta Luis Buñuel. Sessões nos dias 22 de maio, sexta-feira, às 21h00; e dias 23 e 24 de maio, sábado e domingo, às 18h00 e 21h00.

Sinopse: Coloca em evidência o embate entre carne e espírito, amor e desejo, razão e instinto, real e imaginário.

Narra a história de Séverine, burguesa bem casada que, para suprir o profundo vazio existencial que a consome, se vê inapelavelmente compelida a transgredir as fronteiras de seu mundo de conto de fadas e ir passar as tardes em um rendez-vous, onde atende pelo codinome Belle.

Serviço e Ficha Técnica:

Mix

Criação, Coreografia e Direção: Deborah Colker.

Direção Executiva: João Elias.

Direção de Arte e Cenografia: Grinco Cardia.

Direção Musical: Chico Neves e Sergio Mekler (Máquinas, Desfile, Paixão) / Berna Ceppas, Alexandre Kassin, Sergio Mekler, Leandro Leal | Dub Brasil (Mecânica, Cotidiano, Sonar, Alpinismo).

Figurinos: Yamê Reis.

Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho.

Temporada: Dias 19 e 20 de maio, terça e quarta-feira, às 21h, no Teatro Sérgio Cardoso. Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP. Ingressos: Plateia – R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada). Balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Duração: 63 minutos. Capacidade: 856 lugares. Classificação: Livre. Descontos: Cartão Petrobras e Força de Trabalho: 50% na compra de até 2 ingressos por apresentação. Desconto não cumulativo. Pontos de venda: Venda na bilheteria do Teatro, http://www.ingressorapido.com.br, Televendas Ingresso Rápido Tel. 11 4003-1212 e lojas. Fnac. Bilheteria do teatro: Tel – 11 3288-0136. Atendimento de terça a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Estreou dia 16 de setembro de 1996, no Thêatre National Populaire, Lyon, França.

Belle

Criação, Coreografia e Direção: Deborah Colker.

Direção Executiva: João Elias.

Direção de Arte e Cenografia: Grinco Cardia.

Direção Musical: Berna Ceppas.

Figurinos: Samuel Cirnansck.

Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho.

Dramaturgia: Deborah Colker e João Elias.

Temporada: Dias 22 de maio, sexta-feira, às 21h, e dias 23 e 24 de maio, sábado e domingo, às 18h e 21h, no Teatro Sérgio Cardoso. Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo – SP. Ingressos: Plateia – R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada). Balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Duração: 62 minutos. Capacidade: 856 lugares. Classificação: Recomendado para maiores de 14 anos. Descontos: Cartão Petrobras e Força de Trabalho: 50% na compra de até 2 ingressos por apresentação. Desconto não cumulativo. Pontos de venda: Venda na bilheteria do Teatro, http://www.ingressorapido.com.br, Televendas Ingresso Rápido Tel. 11 4003-1212 e lojas. Fnac. Bilheteria do teatro: Tel – 11 3288-0136. Atendimento de terça a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Estreou dia 13 de junho de 2014, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Abnegação II – o começo do fim – Segunda parte da Trilogia Abnegação, que teve início em 2014 e tem previsão de ser concluída até 2016, o espetáculo Abnegação II – o começo do fim fala de política. A peça faz temporada GRATUITA na Oficina Oswald de Andrade.

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O texto, de Alexandre Dal Farra, que divide a direção com Clayton Mariano, é encenado pelo grupo Grupo Tablado de Arruar e foi indicado ao prêmio APCA de melhor autor.

Abnegação II , segundo release enviado à imprensa, trata das transformações que um partido político de esquerda sofre para conseguir se estruturar e conquistar os votos da população. O objetivo é abordar as relações de poder.

Apesar de ser ficção, o espectador verá fatos que lembram casos ocorridos no Brasil e que fazem parte da história recente da nossa política.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção – Alexandre Dal Farra e Clayton Mariano.

Elenco – André Capuano, Alexandra Tavares, Ligia Oliveira, Vinicius Meloni e Vitor Vieira.

Direção de Arte – Eduardo Climachauska e Tablado de Arruar.

Iluminação – Francisco Turbiani.

Operação de Vídeo – Natasha Karashek.

Direção de Produção – Carla Estefan

Temporada até 13 de junho. De quinta-feira a sábado às 20 horas. OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro (próximo a estação Tiradentes do metrô). Informações (11) 3222-2662.  Capacidade – 60 lugares. Horário de atendimento – Segunda a sexta-feira, das 9 às 22 horas e sábado, das 10 às 18 horas.  http://www.oficinasculturais.org.br. Recomendação: 16 anos.

GRÁTIS – Ingressos distribuídos com uma hora de antecedência. 

Assalto Alto está em cartaz no Teatro Ruth Escobar, Sábados às 19h30. Três anos de sucesso.

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Em cena estão um motoboy, uma garçonete, um cozinheiro, dois políticos e um ladrão atrapalhado.

Num misto de humor e tensão, o espetáculo mostra como os personagens reagem diante do perigo. Além disso, uma mala cheia de dinheiro pode fazer com que pessoas aparentemente corretas tenham ações violentas.

Trechos de minha crítica, publicada no ano passado no site Folha da Cultura:

¨Assalto Alto é um espetáculo impactante e que começa tranquilo, com os personagens vivendo um dia comum na periferia de São Paulo.

A ação acontece numa lanchonete tradicional de bairro, onde entram e saem clientes durante o dia e a noite.

Em cena, uma garçonete, o cozinheiro e o motoboy, e logo chegam dois clientes, os quais, posteriormente, o público descobre serem dois políticos importantes, carregando malas contendo bastante dinheiro.

A tranquilidade do início dá lugar a um clima tenso quando os personagens são vitimas de um assalto. O medo toma conta do ambiente e cada um tenta salvar a ¨sua própria pele¨.

Apesar do clima pesado em muitos momentos, Assalto Alto traz pitadas de humor. O riso é nervoso diante da banalização da vida. O clima fica insustentável e tragédias são inevitáveis.

Uma realidade que infelizmente persegue especialmente quem mora nas grandes metrópoles.

O texto é extremamente atual e coloca em discussão assuntos pertinentes, como a corrupção política e a falta de perspectiva de um futuro melhor, levando pessoas que são aparentemente corretas, e trabalhadoras, a cometerem atrocidades.

Quem é o verdadeiro criminoso? Até que ponto valores morais são valiosos?. Até que ponto conseguiríamos manter nossa integridade? Essas são algumas reflexões que Assalto Alto propõe.

A montagem tem caráter popular, no sentido de conseguir atingir todo tipo de público, e tem apuro no tratamento da dramaturgia e das cenas.

A linguagem retrata o modo de falar dos paulistanos, sobretudo da periferia, mas em nenhum momento o texto é apelativo no linguajar.

Como a sala de espetáculos é de semi-arena e pequena, o público acompanha de perto o drama dos personagens. É convidado a sentar -se à mesa, ou pode ocupar as cadeiras da plateia.

O elenco é talentoso e transmite com maestria a complexidade das cenas. A direção foca a encenação na força do texto e nos diálogos, com movimentações precisas e que contribuem para que a história prenda a atenção do espectador.

A cenografia é detalhada e recria uma lanchonete com mesas, cadeiras, uma cozinha americana, pôsteres de propaganda e uma vitrola de bar.

A luz serve para ambientar o público na lanchonete. A trilha, que tem como destaque a canção Aparências, de Márcio Greyck, evidencia a simplicidade dos personagens e o comportamento dúbio dos mesmos. Usando as palavras do autor, diretor e ator, Carlos Meceni, ninguém é bom e ninguém é mau na peça – agem de acordo com a circunstância¨

http://www.folhadacultura.athus.tv/2014/11/assalto-alto-esta-em-cartaz-no-teatro.html

https://www.facebook.com/Assaltoalto

Autor: Carlos Meceni

Diretor: Carlos Meceni

Cia: COOPERARTES

Cenário e Efeitos: Josué Torres

Elenco: Nina Mancin, Décio Pinto, Josué Torres, Tadeu Menezes, Geraldo Ferreira, Carlos Meceni

Gênero: Comédia

Serviço:

Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista. Teatro Ruth Escobar. Sala: Miriam Muniz. Valor do Ingresso: R$ 50,00 (inteira) R$ 25,00 (Meia Entrada). Classificação Etária: 14 Anos.

Duração: 60 Minutos..

O musical infanto-juvenil Os Recicláveis fala de ecologia de maneira leve e divertida.

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A peça é inspirada em três grandes sucessos do autor Toni Brandão: O Garoto Verde, Os Recicláveis e Os Recicláveis 2.0  (20 anos de carreira, 2 milhões de livros vendidos).

Pedro é um garoto verde. Ecológico e ecológico. Mas ele não é um garoto chato. Joga futebol, paquera, toca música.

Apesar de ser alegre, o garoto está preocupado com a preservação da vida na Terra e pensa em problemas como o aquecimento global, a poluição do ar e o desperdício da água.

O problema é que Pedro está passando por uma situação complicada: está apaixonado por Isabela, a garota mais encantadora e também mais “antiecológica” que ele já conheceu. Como resolver esse impasse?

Toda essa história é contada com muita música. A trilha sonora inclui músicas de Rita Lee, Michael Jackson, Beatles, Stevie Wonder, Maroon 5, Charlie Brown Junior e Katy Perry, todas interpretadas ao vivo pelos atores.

Ficha Técnica e Serviço:

Elenco: Daphne Bosaski, Erica Ribeiro, Guilherme Zanella, Lucas Padovan, Luiza Porto, Pauline Mingroni, Pedro Vicente, Rodrigo Pasquali.

Direção: Flávia Garrafa

Textos: Toni Brandão

Direção Musical: Dimi Kireeff

Coreografia: Kleber Candido

Figurinos: Marco Lima

Cenografia: Duda Arruk

Iluminação: Cesio Lima

Visagismo: Mauro Freire

Som: Usina Sonora/Leko

Realização: Mladar Produções Artísticas

Produção: Ana Surani e Sofia Papo

Ingressos: R$ 50,00 (Inteira) R$ 25,00 (Meia-Entrada) Mediante apresentação de comprovante. Horários: Sábados às 17h30 e Domingos às 16h00. Sala: Paulo Goulart – 304 Lugares. Duração: 60 minutos.  Livre.        Em cartaz até 28 de Junho de 2015.

Para quem aprecia comédia: Não Sou Bistrô entra novamente em cartaz, agora no Teatro Augusta.

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No palco, um famoso chef de cozinha, Margherita, sofre um ataque do coração e precisa encontrar alguém de talento para substituí-lo- Para tanto, promove um concurso.

Penélope e Henry se candidatam à vaga e fazem de tudo para conquistar a simpatia e o paladar do chef.

O autor Paulo Emílio Lisboa teve a ideia do texto porque é um apaixonado por viagens e gastronomia e tentou ser o mais fiel possível em relação ao universo dos grandes restaurantes espalhados pelo mundo.

Ficha Técnica e Serviço: Texto: Paulo Emílio Lisboa Direção: Léo Stefanini

Elenco: Léo Stefanini, Paulo Emílio Lisboa, João Bresser, Renata Fasanella, Ton Prado, Fúlvio Filho, Pamela Otero e Kauê Gibran

Cenário: Freddy Hermann Figurino: Marcela Andrade Produção de casting: Andrea Coelho Assistente de produção: Gabriela Fiorentino Fotógrafo: Tiago Mendes Assessoria de Imprensa: Fabio Camara Produção executiva: Paulo Emílio Lisboa

Teatro Augusta (Rua Augusta 943, Consolação), Sala Paulo Goulart, 302 lugares. Acesso a deficiente. Até 12/06 (Sexta às 21h30). R$60,00 (Inteira). Aceita cartões. INFORMAÇÕES: (11) 3151 4141. GÊNERO: Comédia. DURAÇÃO: 75 min. Recomendado: 10 anos.

O Gato de Botas, baseado na Obra de Charlles Perrault, está em cartaz no teatro da Livraria da Vila Shopping JK Iguatemi. A temporada vai até 28 de Junho, sábados e domingos às 15h00.

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A história é um clássico da literatura infantil no qual um pai dá ao seu filho um gato como herança.

O gato ganha um par de botas e convence um rei a dar a mão de sua filha ao seu dono, que se transforma em Marquês de Carabás.

O jovem Carabás se preocupa com o futuro do Reino, mas tem que enfrentar uma vilã, a Bruxa Genoveva.

Ela faz um feitiço para ele não falar nunca mais, mas quem é atingido é o Gato. Felizmente o efeito da magia funciona ao contrário e o gato começa a falar.

Ficha Técnica e Serviço:

Com: Thiago Tavares, Janaina Maranhão, Amanda Bonato, John Robert,

Ricardo Ayres

Adaptação/Direção Geral: Cia Dos Tantos

Teatro da Livraria da Vila Shopping JK Iguatemi. Endereço: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Vila Nova Conceição. Classificação: Livre – Crianças de até 2 anos, no colo, não pagam. Meia Entrada: Crianças acima de 2 anos, deficientes físicos, estudantes, idosos, aposentados e professores da rede pública. Bilheteria Teatro da Livraria da Vila – Shopping Jk Iguatemi de segunda a sábado das 10h30 às 22h00. Domingo do 12h00 às 20h00 INGRESSOS R$30,00 inteira;  R$15,00 meia entrada. Lotação: 120 lugares. http://www.ingressorapido.com.br

Sesc inaugura unidade em Jundiaí/SP

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Av. Antônio Frederico Ozanan, 6600, Jardim Botânico JUNDIAI | CEP: 13214-206 

http://www.sescsp.org.br/unidades/741_JUNDIAI/

O objetivo da unidade é ser um espaço de encontros de pessoas, linguagens e atividades diversificadas, com programação  de música, artes visuais, dança, teatro, circo, eventos esportivos, ações socioeducativas, alimentação, odontologia e saúde.

Na área de teatro, destaque para Triptico Samuel Beckett, de 15 a 17/05. Sexta e sábado às 20h30; domingo às 18h00.

Triptico Samuel Beckett

Uma mulher, em três idades diferentes, fala sobre questões existenciais, suas dores, medos e fragilidades. A peça é uma adaptação livre das três obras finais do escritor irlandês, Samuel Beckett, inéditas no Brasil.

Com Nathalia Timberg, Juliana Galdino e Paula Spinelli

Direção: Roberto Alvim.

http://www.sescsp.org.br/programacao/61628_TRIPTICO+SAMUEL+BECKETT

Veja também:

Construtório COM A CIA TRUKS, DIA 17/05 ÀS 11H00·         +A

construtório

No palco, três operários se preparam para voltar para casa, mas, em virtude de uma tempestade, eles passam a noite no trabalho.

A noite é mágica: serrotes viram jacarés e ferramentas se transformam em criaturas com vida.

Texto e direção: Henrique Sitchin. Elenco: Rafael Senatore, Gabriel Sitchin e Rogério Uchoas. Duração: 50 minutos. http://www.sescsp.org.br/programacao/61615_CONSTRUTORIO

Para ir além do teatro:

Poemas afro-brasileiros e africanos são reunidos em acervo digital, através do Projeto Enegrescência, criado pelos escritores baianos David Gomes, Fábio Cunha, Gonesa Gonçalves e Lidiane Ferreira.

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Os poemas são publicados num blog (http://enegrescencia.blogspot.com.br/)  e o objetivo dos idealizadores é facilitar o acesso às obras dos autores negros brasileiros ou africanos.

Qualquer escritor que trabalhe com questões raciais nas suas obras pode enviar os seus textos: e-mail enegrescencia@gmail.com para análise dos integrantes, Também são realizados saraus em Salvador.

Para saber mais: http://enegrescencia.blogspot.com.br/

https://www.facebook.com/projetoenegrescencia

Bom passeio!

 

 

Por Nanda Rovere10928848_440169949472329_4709229467753456317_n

Historiadora, jornalista e crítica teatral

nandarovere@gmail.com

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