DICAS CULTURAIS, DIVIRTA-SE

 

DICAS CULTURAIS

DIVIRTA-SE

 

Dicas de teatro

 

Beatles Num Céu de Diamantes, musical dirigido por Charles Möeller e Claudio Botelho, estreou em janeiro de 2008, no Rio de Janeiro e já teve diversas temporadas, com elencos diversos.

Beatles num céu de diamantes

Estreou no início de julho no Teatro Folha, em São Paulo, com elenco formado por atores escolhidos através de uma oficina de formação. Carol Bezerra e Felipe Tavolaro são atores convidados. Um elenco afiado e afinado, que representa o futuro dos musicais no Brasil.

O musical, que traz sucessos como  Yesterday, Let it Be e Strawberry Fields Forever tem como objetivo levar ao palco o espírito desse grupo inglês que até hoje tem fãs fervorosos.

O destaque do musical vai para os arranjos: as guitarras não fazem parte dos instrumentos e o foco está na palavra, no conteúdo das canções que são apresentadas em diversos ritmos como salsa, tango, bossa nova e música folclórica.

A luz e as movimentações dos atores também merecem atenção. Não é um espetáculo com uma dramaturgia definida, mas um trabalho em formato de show com artistas de qualidade e que traz a interação entre os artistas como trunfo.

Além disso, canções da nossa MPB são citadas , entre elas, Cais, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e Assum Preto, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.

Queríamos teatro musical, e não um cover que existe a cada esquina. O Jules Vandystadt, do elenco original e arranjador vocal, genialmente entendeu o espírito e desconstruiu tudo”, explica Charles Möeller.

Uma curiosidade: o título “Beatles Num Céu de Diamantes” faz referência à famosa canção Lucy in the Sky with Diamonds,  gravada em 1960. “Diz a lenda que as iniciais dessa música remetem ao LSD. Queríamos um titulo psicodélico para o espetáculo”, explica o diretor Charles Möeller.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção: Charles Möeller e Claudio Botelho

Supervisão artística: Claudio Botelho

Espetáculo de: Charles Möeller e Claudio Botelho

Local: Teatro Folha. Estreia: 3 de julho. Temporada: até 30 de agosto.Apresentações: sexta-feira, 21h30; sábado, 20h00 e 22h00; e domingo, 20h00.Ingresso: R$ 40,00 (setor 2) e R$ 60,00 (setor 1), às sextas e aos domingos; R$ 50,00 (setor 2) e R$ 70,00 (setor 1), aos sábados.*Valores referentes a ingressos inteiros. Meia-entrada disponível em todas as sessões e setores de acordo com a legislação. Duração: 100 minutos. Recomendado: livre.

A peça A Merda (La Merda), primeiro texto teatral do italiano Cristian Ceresoli, é encenada pela primeira vez no Brasil. Sozinha no palco, a atriz Christiane Tricerri vive uma atriz jovem e feia, que expõe a sua vida e pensamentos perante o público. Christiane também assina a direção da montagem.

A merda

Christiane Tricerri conquistou reconhecimento no teatro como integrante do Grupo Ornitorrinco, em sucessos como Ubu, Sonho de uma noite de Verão, A Megera Domada e A Comédia dos Erros, sob a direção de Cacá Rosset.  Entre os trabalhos fora do grupo, merecem destaque duas produções em que atuou e cuja direção assinou:  Patty Diphusa, de Pedro Almodóvar e Pagu Que, de sua autoria, baseado em textos de Patrícia Galvão, a Pagu.

Além do seu talento, Christiane sempre chama a atenção pelo seu espírito libertário, demonstrando não ter pudor na sua vida profissional. Diversas matérias que abordam a sua carreira, por exemplo, citam a cena de nudez que protagonizou no espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, em pleno Central Park. O episódio ocasionou a sua aparição na Playboy americana.

Segundo informações contidas no release enviado à imprensa, Christiane apresenta esse espírito despojado em A Merda.

A atriz está nua em cena, durante toda a apresentação. Sobre um pedestal, em meio a um holofote e com a voz amplificada, a sua personagem demonstra ferocidade brutal e fúria assassina e faz de tudo para que a sua fala seja ouvida. “É um texto feroz, impactante, cru, de humanidade e poesia à flor da carne”, declara.

Ficha Técnica e Serviço:

Autor: Cristian Ceresoli

Direção e Interpretação de Christiane Tricerri

Baseado na criação original de Silvia Gallerano e Cristian Ceresoli

Texto: Cristian Ceresoli

Tradução: Francisco Ancona

Assistência de Direção: Lianna Matheus

Cenografia: Alvaro Egas e Viviane Tricerri

Desenho de Voz: Maestro Marcello Amalfi

Desenho de Corpo: Mônica Monteiro

Preparação Corporal: Nicolas Trevijano

Projeto Gráfico e Fotos: Gal Oppido

Visagismo: Raphael Cardoso

Desenho e Operação de Luz: Gita Govinda

Equalização e Operação de Som: Selma Dammenhain

Assessoria Internacional: Luciane André

Assessoria de Imprensa: Thiago Mariano

Assistência de Produção: Nicole Marangonino

Apresentado em acordo com Frida Kahlo Productions e Richard Jordan Productions

Direção de Produção Brasileira: Alexandre Brazil

Realização: SESC, Ficções e Escritório das Artes.

Local: Auditório (3º andar) do Sesc Pinheiros. Estreia: 9 de julho (quinta, feriado, às 18h00). Temporada: de 10 de julho a 15 de agosto (quintas, sextas e sábados, às 20h30). Duração: 60 minutos Classificação: Não recomendado para menores de 18 anos. Ingressos: R$ 25 (Inteira), R$ 12,50 (Meia: estudante, servidor de escola público, +60 anos, aposentados e pessoas com deficiência), R$ 7,50 (Credencial Plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Vendas a partir de 30/06 pelo portal www.sescsp.org.br e 01/07 nas bilheterias das unidades do Sesc São Paulo. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

SESC PINHEIROS Endereço: Rua Paes Leme, 195. Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21hoo. Domingos e feriados das 10h às 18hoo. Tel.: 11 3095.9400.Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10hoo às 19hoo. Taxas / veículos e motos: Matriculados no Sesc: R$ 6,00 nas três primeiras horas e R$ 1,00 a cada hora adicional. Não matriculados no Sesc: R$ 8,00 nas três primeiras horas e R$2,00 a cada hora adicional.

Frida y Diego, texto de Maria Adelaide Amaral, com direção de Eduardo Figueiredo, reestreia no Teatro J. Safra, a partir de 8 de agosto. Elenco – Leona Cavalli e José Rubens Chachá.

Frida Y Diego

A nova temporada comemora 100 apresentações do espetáculo e celebra o sucesso que fez na capital paulista, no Rio e em diversas cidades brasileiras.

A peça,vale dizer, estreia um mês antes da exposição de Frida Kahlo chegar ao Instituto Tomie Ohtake.

No palco, o público entra em contato com a vida a atriz e o foco está na história do intenso romance entre a pintora mexicana e o artista Diego Rivera Rivera, entre o período de 1929 a 1953, no México, França e Estados Unidos.

Sem uma estrutura cronológica, a montagem fala da sua trajetória e mostra aspectos de sua personalidade. O seu talento é inegável, assim como a sua força porque sempre sofreu com problemas graves: Em 1913, com seis anos, contraiu poliomielite e no decorrer da vida as dores devido a lesões e operações eram insuportáveis, e mesmo assim ela criou obras que são consideradas geniais, como A Coluna Partida, certamente um dos quadros mais famosos.

Para construir a história pesquisou a história do casal de artistas e já tinha visto exposições. Conheceu a Casa Azul e visitou a casa da pintora e do marido em San Angel.

O diretor Eduardo Figueiredo colocou música ao vivo na peça, que tocam acordeom e baixo. “Para mim, é fundamental que uma peça como esta tenha músicos em cena, o próprio Diego Rivera era um grande festeiro e a música, aqui, reforça a passionalidade da relação deles. Pretendo falar da humanidade presente destes dois grandes artistas. Outro aspecto importante é fomentar questionamentos, nesse contexto específico, temas tão contemporâneos como traição e lealdade”, comenta o diretor. Segundo Eduardo, a obra de Maria Adelaide apresenta, de forma explícita, o universo afetivo desses dois grandes artistas sem perder o panorama histórico que tanto os influenciaram. “A dramaturgia e o trabalho dos atores são o nosso norte no espetáculo!”, acrescenta.

Marcio Vinicius assina uma cenografia sóbria, que ambienta a ação na residência do casal e que serve pra receber projeções de obras da artistas. Os figurinos, além de muito bonitos, retratam o universo criativo da artista, através de cores e estampas..

Serviço e Ficha Técnica:

Texto – Maria Adelaide Amaral.

Direção – Eduardo Figueiredo.

Elenco – Leona Cavalli e José Rubens Chachá.

Direção Musical e Trilha – Guga Stroeter e Matias Capovilla.

Músicos – Wilson Feitosa (acordeom) e Mauro Domenech (baixo acústico).

Direção de Arte – Cenografia, Figurinos e Adereços – Marcio Vinicius.

Visagismo – Anderson Bueno.

Desenho de Luz – Guilherme Bonfanti.

Direção de Produção – Maurício Machado. Realização e Produção – manhas & manias eventos.

Duração – 90 minutos. Recomendado:14 anos. Temporada – Sábado às 21 horas e domingo às 19 horas. Ingressos – Sábado – R$ 70,00 (plateia) e R$ 40,00 (mezanino) e Domingo – R$ 60,00 (plateia) e R$ 40,00 (mezanino)  . Até 27 de setembro. TEATRO J. SAFRA – Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo – SP. Telefone: (11) 3611-3042. Estacionamento – Valet Service – R$ 25,00 e estacionamento conveniado com a MultiPark (Rua Josef Kryss, 120) – R$ 15,00. Bilheteria – Quarta e quinta-feira das 14 às 21 horas e de sexta-feira a domingo das 14 horas até o horário dos espetáculos. Capacidade – 633 lugares. Vendas on-line – www.compreingressos.com

 

Amor Sob Suspeita reestreia Teatro do MuBE Nova Cultural. O espetáculo traz suspense com pitadas de humor para mostrar um triângulo amoroso que envolve a esposa de um casal de atores e o diretor da peça que os personagens estão ensaiando.

No elenco estão Diego Werner, Isabella Lemos, Paulo Gabriel, Alexandre Menezes e Renata De Paula.

Em um clima pop-noir Matthew e Lisa, o casal de atores, estão sendo dirigidos pelo renomado diretor Adrian Poynter, que seduz Lisa.

Matthew faz de tudo para não acreditar, mas planeja uma vingança e mesmo visitando um terapeuta, acaba misturando a sua vida real com o personagem que interpreta na peça.

Ao mesmo tempo, Lisa e Adrian terminam o relacionamento antes da estreia do espetáculo. Mesmo assim, Cory, esposa de Adrian, segue o marido (para desmascará-lo.

Amor Sob Suspeita tem uma trama complexa e segundo informações de divulgação, o final é surpreedente: ¨Incertezas, enganos e aparências geram um caleidoscópico de tensões semelhantes à de uma trama policial, recheada de um humor cínico, enraizado na natural feiura da realidade mais cotidiana, diz resumidamente o release.

Ficha técnica e Serviço:

Texto: Steven Dietz

Tradução e direção: Alexandre Tenório

Preparação de Atores e Corporal: Daniela Biancardi

Elenco: Alexandre Menezes (Franco) / Diego Werner (Matt) / Isabella Lemos (Lisa) / Paulo Gabriel (Adrian) / Renata De Paula (Cory)

Iluminação: Leonardo Carvalho

Trilha sonora/original: Steven Dietz

Figurino: Rafaela de Oliveira

Cenário: Cesar Rezende “Baskiat”

Designer de óculos: Francisco Ventura

De 5 a 27 de agosto. Quartas e quintas às 21h00.Teatro do MuBE Nova Cultural. Rua Alemanha, 221.R$ 40.80 minutos.14 anos. 192 lugares. Vallet no local: 25 reais.

Para as crianças:

Cinderela Lá Lá Lá, da Cia Le Plat du Jour, em cartaz no CCBB/SP, é uma versão moderna e irreverente do clássico infantil, conforme diz release enviado à imprensa.

Cinderela lá lá lá

O espetáculo é uma comédia musical, com canções que fizeram sucesso na voz de artistas como Olivia Newton John, Ana Carolina, Shakira, Mãe Menininha, Gal Costa, Maria Bethânia. Natingonha  e Yoko Ono.

A peça mostra a história de uma menina que quer ser estilista.  Ela aprendeu a costurar com a mãe, mas realizar o seu sonho não é fácil porque ela é maltratada pela madrasta, malvada e fútil, e pelas filhas que sonham ser atrizes de musical.

O destaque fica para a presença de objetos Inanimados (agulha, linha e dedal), seres engraçados, bondosos e úteis que costuram vestidos enquanto Cinderela dorme.

Também há a presença de arautos portugueses: “Achamos engraçado que eles fossem portugueses para fazer uma referência à nossa colonização”, diz Alexandra. Ao final de cada cena, os arautos cantam um trecho adaptado de Arrebita, clássico dos anos 70 do artista português radicado no Brasil Roberto Leal.

O príncipe também é diferente dos personagens que estamos acostumados:  Como a montagem é voltada para crianças bem novas, a relação do príncipe com Cinderela é bastante discreta e ressalta a descoberta do amor, a timidez e a amizade.  Além disso, ele tem a língua presa e o estilo Emo para a sua aparência ficar distante do estereótipo galã dos príncipes de contos de fadas.

Ficha Técnica e Serviço:

Criação: Cia Le Plat du Jour.

Texto e Direção: Alexandra Golik e Carla Candiotto.

 Elenco: Bebel Ribeiro, Helena Cerello e Paula Flaibann. Trilha Sonora Original: Gus Bernard e Cia Le Plat du Jour Letras das Músicas: Cia Le Plat du Jour.

Trilha Original Estúdio.

Iluminação: Wagner Freire. Cenário e Figurino: Marco Lima. Cenotécnica e Adereços: FCR Produções Artísticas.

Coreografia: Paula Flaibann, Helena Cerello e Bebel Ribeiro. Fotografia: Bira Crosariol.

De 18 de julho de 2015 a 30 de janeiro de 2016. Aos sábados, no Centro Cultural Banco do Brasil. Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo. Telefone: 3113-3651. Temporada: Sábados, às 11h00. No dia 12 de outubro haverá sessão extra às 12h30. Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Duração: 60 minutos. Classificação: Livre.

Para os jovens:

Navio Fantasma – O Holandês Voador é um espetáculo jovem inspirado no libreto escrito por Richard Wagner em 1839. Entra em cartaz no teatro João Caetano, em São Paulo. Quartas, às 15h00 e às 20h00; aos sábados e domingos, às 16h. Quartas, gratuito; aos sábados e domingos R$ 10,00.

Na trama tem ação, mistério e romance para tratar de temas como amor, maldição e morte. O público acompanha a história de um de um marinheiro que irrita os deuses que o amaldiçoam: só um grande amor poderá salvá-lo.

O objetivo dos idealizadores, Deborah Corrêa e Elder Fraga, é aproximar e despertar o interesse do público jovem para espetáculos que tramitem pelo universo fantástico que estão acostumados a consumir.

¨Queremos trazer para o público todas as sensações vividas no palco, para que cada na plateia sinta a água, o vento, a tensão do espetáculo e a grandiosidade das canções. Tudo isso por meio de um jogo de iluminação, isso vai transportar cada uma delas para o mundo do Navio Fantasma”, contam.

Uma curiosidade: A composição do texto original para a montagem do dramaturgo  parte do libreto escrito por Richard Wagner, que inspirou-se na lenda nórdica.

Wagner dizia que a ideia de compor a ópera lhe veio à mente quando, em 1839, aos 26 anos, enfrentou uma grande tempestade marítima junto com sua mulher e, mais que o temor, o que o marcou foi a beleza aterradora do espetáculo da natureza, remetendo-o a lenda do navegador amaldiçoado, condenado a viver eternamente errante até encontrar um amor que prendesse de novo seu coração à terra e lhe desse a esperada paz e descanso advindos da morte.

Ficha Técnica:

Ideia e Pesquisa: Deborah Corrêa e Elder Fraga Autor: Paulo Rogério Lopes Direção: Kleber Montanheiro Elenco Gustavo Haddad Gabrielle Lopez Luciano Gatti Ricardo Gelli Suzana Alves Equipe técnica  Cenário e Iluminação: Kleber Montanheiro  Figurinos: Deborah Corrêa Adereços: Michele Rolandi Assistente de direção: Heloisa Maria Trilha Composta Original: Rafael Gama Dantas Preparação corporal: Bruna Longo Design Gráfico: Gustavo Haddad Fotos e filmagem: Gustavo Haddad Operador de som e luz: Rodrigo Alves Mediadora: Luciana Affonso Assessoria de imprensa: Pombo Correio Produção Executiva: Emerson Nigro e Karlito Soares Temporada: de 01 de agosto a 27 de setembro. Datas e horários: Quartas, às 15h00 e às 20h00; aos sábados e domingos, às 16h00. Quartas, gratuito; aos sábados e domingos R$ 10,00.Local: Teatro João Caetano (R. Borges Lagoa, 650 – Vila Clementino).Informações: (11) 5573-3774. Capacidade: 438 lugares. Recomendado: 10 anos. Duração: 70 minutos.

No Rio:

E Foram, Quase Felizes Para Sempre é o primeiro monólogo escrito e encenado pela atriz Heloisa Périssé.

e foram quase felizes para sempre

O público acompanha a noite de autógrafos do livro Cantinho para Dois, de Letícia Amado. A escritora viajou buscando os melhores destinos para os enamorados, mas acaba se separando do marido.

Justo num dia especial, que é o lançamento do seu livro, Letícia vê o ex marido beijando uma nova namorada.

Letícia conta para o espectador detalhes do seu casamento, desabafando e colocando em evidência os problemas comuns dos romances, colocando em questão a instituição do casamento.

A peça estreou no Teatro Vannucci, Shopping da Gávea, em 2013, viajou pelo país e em maio de 2015 estreou na capital paulista. São mais de 200 apresentações, em dois anos de espetáculo.

Ficha Técnica e Serviço:

Autor Heloisa Périssé

Direção Susana Garcia

Iluminação Maneco Quinderé

Cenário Miguel Pinto Guimarães

Figurino Reka Rove

Trilha musical Alexandre Elias

Produção Filomena Mancuzo

Realização HP Produções Artísticas Ltda

Teatro Clara Nunes, shopping da Gávea. Rua Marquês de São Vicente, 52. Gávea, Rio de Janeiro, RJ

Para ir além do teatro

Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro – A Celebração Viva da Cultura dos Povos

Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro

Estarão disponíveis para o público 37 bens culturais. Objetivo é fazer com que o espectador vivencie espaços, imagens e sons que representam recortes de todo o Brasil. Entrada franca.

No evento estarão representadas as manifestações culturais de diversas regiões, que estão divididas em quatro categorias registradas pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional): SaberesLugares,Celebrações e Formas de Expressão.

Alguns dos Bens Imateriais Registrados no Brasil que estarão na Exposição:

Âmbito Nacional

– Ofício dos Mestres de Capoeira

– Roda de Capoeira

Nordeste (Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco)

– Teatro de Bonecos do Nordeste: Cassimiro Coco, no MA e CE; João Redondo e Calunga no RN; Babau na Paraíba Mamulengo em PE

Amazonas

– Cachoeira de Iauaretê – lugar sagrado dos povos indígenas dos rios Uaupés e Papuri

– Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro

Espírito Santo

– Ofício das Paneleiras de Goiabeiras

Goiás

– Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis

Goiás/Tocantis

– Rtixòkò: expressão artística e cosmológica do Povo Karajá

– Saberes e Práticas Associados aos Modos de Fazer Bonecas Karajá

Maranhão

– Complexo Cultural do Bumba-meu-Boi do Maranhão

– Tambor de Crioula do Maranhão

Minas Gerais

– Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas nas regiões do Serro e serras da Canastra e do Salitre

– Toque dos Sinos em Minas Gerais

– Jongo no Sudeste (RJ/SP/MG/ES)

– Ofício de Sineiro

Mato Grosso/Mato Grosso do Sul

– Modo de Fazer Viola-de-Cocho (MT/MS)

– Ritual Yaokwa do Povo Indígena EnaweneNawe (MT)

Paraná

– Fandango Caiçara (SP/PR)

Rio Grande do Norte

– Festa de Sant’Ana de Caicó

Rio de Janeiro

– Festa do Divino Espírito Santo de Paraty

– Jongo no Sudeste (RJ/SP/MG/ES)

– Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: partido alto, samba de terreiro e samba-enredo

São Paulo

– Fandango Caiçara

Serviço:

CAIXA Cultural São Paulo. Data: Abertura 25 de julho – 10h. Visitação: de 26 de julho a 20 de setembro de 2015. Endereço: Praça da Sé, 11 Centro. Horário: de terça a domingo, das 9h às 19h. Classificação indicativa: Livre. Entrada Franca. Acesso para pessoas com deficiência. Informações: (11) 3321-4400

 BOM PASSEIO!

 

Por Nanda Rovere

Jornalista e Historiadora

nandarovere@gmail.com10928848_440169949472329_4709229467753456317_n

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