DICAS CULTURAIS, DIVIRTA-SE

DICAS CULTURAIS

DIVIRTA-SE

 

Dicas de Teatro

 

 Depois do Ensaio chega a São Paulo após temporada no Rio de Janeiro.

depois do ensaio

A montagem teatral, inédita no Brasil, foi escrita por Bergman em 1980 e depois foi levada para a televisão, dirigida por ele mesmo.

Segundo o autor, a obra retrata a sua visão sobre a arte teatral, que, segundo Bergman, é um ofício bagunçado, sombrio e cruel.

Leopoldo Pacheco é Henrik Vogler, um diretor de teatro experiente e perfeccionista, que ensaia a peça O Sonho, de August Strindberg.

Depois de um tarde de trabalho, Vogler estabelece com a atriz de sua peça, Anna (Sophia Reis), uma relação cheia de revelações, inseguranças, amores e desamores.

Vogler tem um devaneio e se lembra de Raquel (Malu Bierrenbach), mãe de Anna, que interpretou o papel que hoje é da filha. As figuras da mãe e da filha se misturam na cabeça do diretor e fica a pergunta: qual o papel de Raquel em sua vida?

Observações críticas: Léo, que faz um trabalho muito intenso e sensível, está ao lado de Malu Bierrenbach e Sophia Reis, estabelecendo com as atrizes uma excelente sintonia.

Um espetáculo envolvente, que fala do fazer teatral e fala também de amor e desejo.

A peça ficou em cartaz no Rio, com ótimas críticas, e agora está num dos melhores teatros de São Paulo, o Eva Herz.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Ingmar Bergman

Tradução: Amir Labaki e Humberto Saccomandi

Direção: Mônica Guimarães

Elenco: Leopoldo Pacheco, Malu Bierrenbach e Sophia Reis

Música Original: Marcelo Pelegrini

Cenário: Marco Lima

Iluminação: Wagner Freire

Figurinos: Carol Badra

Assistente de Direção e Produção: Pitxo Falconi

Produtores Associados: Amir Labaki e Mônica Guimarães

Chancela: Bergman Foundation

Realização: Oi

Teatro Eva Herz. Livraria Cultura – Conjunto Nacional. Avenida Paulista, 2073 – Bela Vista. Bilheteria: 3170-4059 /www.teatroevaherz.com.br. Terça a sábado, das 14h00 às 21h00. Domingos das 12h00 às 19h00. Formas de Pagamento: Dinheiro / Cartões de débito – Visa Electron e Redeshop / Cartões de crédito – Amex, Visa, Mastercard, Dinners e Hipecard. Não aceita cheque.  Vendas: www.ingresso.com e 4003-2330. Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 19 h. Ingressos: R$ 60. Duração: 70 minutos. Recomendado: 14 anos. Temporada: até 27 de Setembro.

Não sou bistrô reestreia no Teatro Viradalata

nao sou bistrô

Fúlvio Stefanini, pai do diretor Léo Stefanini, interpreta Chef Margherita, dono de um badalado restaurante catalão que está em busca de chefs para substituí-lo na cozinha.

Penélope e Henry são as candidatas para ocuparem a vaga e se esforçam ao máximo para fazerem um bom prato de comida.

Elenco: João Bresser, Paulo Emilio Lisboa, Renata Fasanella, Ton Prado, Fulvio Filho, Pamela Otero e Kauê Gibran

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Paulo Emilio Lisboa

Direção: Léo Stefanini

Elenco: Fulvio Stefanini, João Bresser, Paulo Emilio Lisboa, Renata Fasanella, Ton Prado, Fulvio Filho, Pamela Otero, Kauê Gibran

Cenário: Freddy Hermann

Figurino: Marcela Andrade

Luz: Hugo Peake

Teatro Viradalata (270 lugares). Rua Apinajés, 1387 – Perdizes. Informações: 3868.2535. Bilheteria: só abre em dias de espetáculos, 2 horas antes até 1 hora depois do início do espetáculo. Estacionamento com manobrista no local, R$ 15. Vendas: www.ingressorápido.com.br e 4003.1212. Sábado às 22h00 | Domingo às 20h00. Ingressos: R$ 60. Promoção Especial. Duração: 75 minutos. Recomendado: 10 anos. Gênero: comédia. Temporada: até 26 de Setembro.

Para quem aprecia a obra de Nelson Rodrigues,  mais uma oportunidade para ver uma encenação de uma das suas peças mais conhecidasO Beijo no Asfalto estreia em 4 de setembro, em curta temporada, no Teatro Augusta.

O Beijo no asfalto

A peça é a quarta montagem do texto de Marco Antonio Braz e marca o início do projeto de levar aos palcos a obra completa de Nelson (17 peças) até 2017.

No elenco estão Marcos Breda (repórter Amado Ribeiro), Pedro Paulo Eva (delegado Cunha), Danielle Scavone (Selminha), Pamela Domingues (Dona Matilde, Dona Judith e a Viúva), Cal Titanero (Arandir), Stella Portieri (Dália), Josias Souza (investigador Aruba e Werneck), Alvaro Gomes (Aprígio) e Leonardo Santos (fotógrafo, Pimentel, o vizinho).

Na trama, próximo da morte, no chão, um homem que acabou de ser atropelado, pede um beijo a outro homem.

Escrito em 1960, o texto continua atual. O enredo discute incesto, aborto, bullying, homofobia, violência policial e o poder da mídia.

“Arandir é um símbolo de pureza que transformamos em bode expiatório, sobre o qual jogamos nossos recalques. O beijo que concede a um moribundo é um símbolo de aceitação da morte e de pureza de alma. Todas as dúvidas sobre este gesto só reforçam o caráter trágico dessa via-crucis suburbana”, analisa o diretor, que pretende abraçar as premissas do melodrama e conduzi-lo a seu grau mais alto de expressão do sentimento.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção: Marco Antonio Braz

Assistência de Direção: Carolina Guimarães

Elenco: – Marcos Breda – O Repórter Amado Ribeiro – Pedro Paulo Eva – O Delegado Cunha  – Alvaro Gomes – Aprígio – Cal Titanero – Arandir – Danielle Scavone – Selminha – Josias Souza – O Investigador Aruba e Werneck – Leonardo Santos – Um Fotógrafo, Pimentel, O Vizinho – Pamela Domingues – Dona Matilde, Dona Judith e A Viúva – Stella Portieri – Dália

Preparação Corporal: Luis Louis

Figurino e Cenografia: Telumi Hellen

Cenógrafo Assistente: Clau Carmo

Assistente de figurino: Margarita Hernández

Costureira e equipe: Elisangela Dally

Iluminação: Aurélio de Simoni

Sonoplastia: Marco Antonio Braz

Direção: Marco Antonio Braz. Teatro Augusta. Rua Augusta, 943 | Cerqueira César | São Paulo-SP. (11) 3151.4141. Sala Paulo Goulart. 304 lugares. Somente até 27 de setembro. Sextas às 21h30, sábados às 21h e domingos às 19h. Ingressos: R$40 inteira, R$20 meia entrada. Duração: 70 minutos. Capacidade: 160 lugares. Classificação: 16 anos. Gênero: Tragédia carioca ou drama.

A Máquina Tchekhov

A Máquina Tchekhov

O autor Matei Visniec está com visibilidade no teatro e nesse texto coloca em evidência a história de um grande autor, Anton Tchekhov, que recebe a visita de duas pessoas.  Direção: Clara Carvalho e Denise Weinberg

Elenco (por ordem alfabética): Ariana Sliva, Brian Penido, Dinah Feldman, Emmílio Moreira, Fernando Poli, Fernando Rocha, Mariana Muniz e Michel Weisman

Tchekhov está doente, quase moribundo, sendo visitado pelas personagens de suas peças, antes de morrer, entre eles, Tio Vânia, de Tio Vânia, Irina, de As Três Irmãs, e Liubov Ravenskaia, de O Jardim das Cerejeiras.

Nas palavras do próprio Visniec: “Por que A Máquina Tchékhov? Porque seu teatro é uma máquina de triturar destinos.

¨Eu proponho um olhar sobre essa máquina para ver como ela funciona, por que ela não pára nunca, por que suas vítimas raramente protestam, por que o próprio Tchekhov se deixou devorar por ela… Proponho também um diálogo com Tchekhov, uma maneira de entrar em contato com suas técnicas de escrita… Uma vez que você está dentro da “máquina Tchekhov”, podemos nos “comunicar” quase que diretamente com Tchekhov, pois ele é o personagem principal¨, diz.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Matei Visniec

Direção: Clara Carvalho e Denise Weinberg

Luz: Wagner Pinto

Trilha: Miguel Briamonte

Figurino e cenografia: Chris Aisner

Fotos: Ronaldo Gutierrez

Assessoria de produção: Coletivo Lótus

Produtora Executiva: Marcela Donatto

Direção de produção e Idealização: Fernando Rocha

Realização: Prêmio Zé Renato

Instituto Cultural Capobianco – Teatro da Memória (50 lugares).Rua Álvaro de Carvalho, 97, Centro (próximo ao metrô Anhangabaú). Telefone: (11) 3237.1187. Bilheteria: abre duas horas antes do início do espetáculo, nos dias de apresentação. Quartas e sextas das 14h às 18. Pagamento em cheque ou dinheiro. Não aceita cartão. Vendas: http://www.compreingressos.com / (11) 2122.4001. Sábados 21h00 e Domingos às 19h00. Ingressos: R$ 20. Duração: 90 minutos. Recomendado: 12 anos. Temporada: até 25 de Outubro.

Otelo, clássico de Shakespeare, é encenado por  Mel Lisboa, Samuel de Assis, Rafael Maia, Antonio Ranieri, Cesar Figueiredo, Yael Pecarovich, Glaucia Fonseca, Marcio Guimarães e Ricardo Monastero. Direção Debora Dubois

Otelo

Otelo fala de amor, ciúme, amor, ódio, honra, traição e de como as aparências enganam.

Os personagem saem de suas tumbas como se estivessem mortos e ressuscitassem.

Destaque para a trilha sonora, inspirada nos trovadores, nos repentistas, e na obra de Caetano Veloso. Mistura cultura popular brasileira  com o clássico inglês para mostrar que a obra é universal e atemporal.

Otelo é um estrangeiro que consegue o posto de general e é bravo militar –  um mouro em Veneza. Ele é invejado por Iago (Rafael Maia), que sugere que a sua linda e jovem esposa o trai com o novo tenente. Perdido e inseguro, Otelo mata a esposa e suicida-se.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Willian Shakespeare

Tradução: Maria Silvia Betti

Direção: Debora Dubois

Direção Musical: Marcio Guimaraes

Assistente de Direção: Glaucia Fonseca

Elenco: Mel Lisboa, Samuel de Assis, Rafael Maia, Antonio Ranieri, Yael Pecarovich, Marcio Guimarães, Cesar Figueiredo, Glaucia Fonseca e Ricardo Monastero

Consultoria Dramatúrgica: Prof. Gilberto Martins

Cenário: Debora Dubois e Marcio Vinicius (Mais Cenografia)

Iluminação: Debora Dubois e Cesar Pivetti

Figurino: Marcio Macena

Visagismo: Leopoldo Pacheco

Direção de Movimentos (luta): Ariela Goldmann

Comunicação Visual: Pietro Leal

Fotos de Divulgação: Luciano Alves

Vídeo (catarse): Tiago Ciccarino

Edição vídeo (catarse): Junae Andreazza

Making Off Catarse: Rafael Pucca

Produção Executiva: Dani D’agostino

Direção de Produção: Antonio Ranieri

Realização: A.R Produções Artísticas

Teatro Sergio Cardoso. Sala Paschoal Carlos Magno. Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista. Bilheteria: 3288.0136. De segunda a sábado, das 14h00 às 17h00, para vendas antecipadas. De segunda a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões. Vendas:  http://www.ingressorapido.com e 4003.1212. Terça e Quarta 20h00. Ingressos: R$ 40. Duração: 120 minutos. Recomendação: 12 anos. Gênero: Tragédia. *Não haverá espetáculo nos dias 25 e 26 de Agosto*. Temporada: até 09 de Setembro

Teatro no Rio de Janeiro:

As temporadas estão cada vez menores, Amargo Fruto – A Vida de Billie Holiday tem poucas apresentações no Rio, no Teatro Carlos Gomes. Fiquem ligados!

Amargo Fruto - A Vida de Billie Holiday
O musical estreia no ano em que a grande diva do Jazz mundial completaria 100 anos. A atriz e cantora Lilian Valeska  vive a estrela.

Segundo informações do release enviado à imprensa, ¨protagonista de uma época difícil para o povo americano e muito pior para os negros americanos, Billie cantou a tristeza, a derrota, a tragédia do racismo e os amores impossíveis. E se a magnitude da sua arte contrapunha-se a sua derrocada pessoal, um e outro se somaram para que se edificasse em torno de seu nome um mito indestrutível. Embora quisesse ter a voz poderosa de Bessie Smith e a bossa jazzística de Louis Armstrong, soube ser ela mesma desde o início”, afirma o jornalista João Máximo.

O musical mostra a  sua infância, a miséria, a dor, o estupro aos 11, a prostituição aos 13, o uso de drogas e também o sucesso, claro.

Sobre Lilian Valeska

Profissionalmente fez backing-vocal para Eduardo Dusek, Sandra de Sá, Fernanda Abreu, Nando Reis etc. Atuou em musicais de Miguel Falabella (“Godspell”, “Tom e Vinícius” e “Império”), Charles Muller e Claudio Botelho (“A Ópera do Malandro” e “Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos”), Daniel Herz (“Otelo da Mangueira”) e João Fonseca (“Tim Maia”). Ao vê-la no musical Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos, o próprio Chico Buarque a convidou para interpretar a canção “Palavra de Mulher” em seu novo filme biográfico, que deve ser lançado no segundo semestre de 2015.

Ficha Técnica e Serviço:
Texto: Jau Sant´Angelo e Ticiana Studart
Direção: Ticiana Studart
Direção Musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Elenco: Lilian Valeska, Milton Filho e Vilma Mello
Músicos: Berval Moraes (baixo acústico), Emile Saubole (bateria), Gabriel Gabriel (saxofone) e Rodrigo de Marsillac (piano)
Iluminação: Paulo César Medeiros
Cenografia: Aurora dos Campos
Figurino: Marcelo Marques
Desenho de Som: Branco Ferreira
Visagismo: Ernane Pinho
Preparação Vocal: Mona Vilardo
Direção de Movimento: Sueli Guerra
Preparadora de Língua Inglesa: Alma Thomas
Programação Visual: Clara Melliande
Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Rua Pedro I nº 4, Praça Tiradentes, Centro, Rio de Janeiro. (tel. 21 2224-3602). Temporada: De 20 de agosto a 27 de setembro, de quinta a sábado às 19:30h e domingos às 18h. Valor do ingresso: R$ 60,00. Recomendado: 12 anos. Duração: 105 minutos.
Gênero: Drama Musical.

Para ir além do teatro:

Vocês sabiam que existe museu de óculos? Pois é, existe e fica na Bela Vista em São Paulo.

museuidos oculos

O Museu Gioconda Giannini  foi inaugurado há onze anos e viaja sete séculos pela história desse objeto que deixa a vida mais nítida.

Miguel Giannini, esteta óptico, expõe a sua coleção particular. Ele é o proprietário do imóvel onde funciona o Centro Ótico, que forma o único museu de óculos da América.

A mostra é permanente e o visitante pode ver coleções de vários lugares do mundo. Através dos óculos é possível conhecer detalhes da moda no decorrer dos séculos.

Entre os destaques: coleção chinesa do século XVIII e seus estojos de pele de peixe, usadas pela aristocracia 500 anos antes de Cristo; a réplica dos primeiros óculos, descobertos na Alemanha, final do século XIII.

História dos Óculos

http://www.miguelgiannini.com.br/v1r7/index.php?cmd=link&linCodigo=7&linCodigoAtual=1&linNivelAtual=0&linNivel=1

Bela Vista
Rua dos Ingleses, 108 – Bela Vista – São Paulo – SP
Cep: 01329 – 000 Tel / Fax: (11) 3149-4000

Crítica e pequenas falas dos atores:

Amores Urbanos busca colocar em discussão os relacionamentos no mundo moderno, em especial nas grandes metrópoles. A direção é de Clarisse Abujamra (Jardim de infância). Marcelo Rubens Paiva dirige o seu próprio texto, assim como Mario Bortolotto. A peça estreia sexta, 7, às 21h30, no Teatro MUBE Nova Cultural.

Amores Urbanos

Traz uma encenação moderna, com poucos elementos cênicos. As direções estão focadas nos diálogos e ressaltam os talentosos atores em cena (Helena Ranaldi, Juan Alba, Daíse Amaral e Clóvys Torres), que encenam três histórias diferentes, escritas por Mario Bortolotto; Marcelo Rubens Paiva e Clóvys Torres.

O Projeto Amores Urbanos foi idealizado por Daíse Amaral e Clóvys Torres. O foco dos textos está na discussão do quanto as relações estão frágeis e em que medida as novas tecnologias contribuem, ou não, para essa realidade.  Um tema atual e que merece atenção.

Segundo Clovys Torres, o projeto surgiu a partir da vontade dele e de Daise Amaral trabalharem juntos e de abordarem um tema que os empolgasse. ¨A ideia era fazer um projeto contemporâneo que falasse de maneira direta, emocionante e divertida sobre nossas mazelas”, diz.

Torres conta que a ideia de trabalhar com a relação entre amor e tecnologia surgiu logo de início e faz questão de frisar que tudo foi pensado de maneira artesanal.

Daíse complementa que o tema amor surgiu de forma casual, numa conversa entre amigos. ¨ Estávamos conversando sobre a vida e o que falar sobre ela. Neste momento, o tema universal angustiante e contagiante entrou nas nossas conversas – ” O Amor”. E, junto com ele, mesas ao nosso lado, com pessoas plugadas em redes. Ninguém conversava. Assim, achamos o que gostaríamos de falar na peça: como o mundo de mundo de hoje lida com o AMOR¨.

Para a escolha da equipe, especialmente dos autores e atores, Torres e Daise convidaram artistas que durante a sua trajetória profissional já trabalharam com esse tema.

Os autores são escritores que colocam em pauta assuntos contemporâneos, com personagens que expressam as angústias e a complexidade das relações humanas na atualidade.

Em cena, estão pessoas comuns. Numa das peças, elas não possuem problemas sentimentais, acham isso estranho e por isso buscam apoio (em Grupo de apoio para pessoas sentimentalmente muito bem resolvidas, de Mario Bortolotto); no outro texto, um casal que está em crise e deixa a intimidade de lado para passar os dias assistindo programas de TV. (Reconfigurar, de Marcelo Rubens Paiva) e Jardim de infância (de Clovys Torres) fala de uma família que por muitos anos mantém contato somente através das redes sociais.

Ficha Técnica e Serviço:

Autores: Mário Bortolotto, Marcelo Rubens Paiva e Clóvys Torres.

Diretores: Clarisse Abujamra, Marcelo Rubens Paiva e Mario Bortolotto

Figurinista: Theodoro Cochrane

Produção: DNA Produções Artísticas

Local – Teatro Mube Nova Cultural. Endereço – Av. Europa, 218 – Entrada pela Rua Alemanha, 221 – Jd. Europa. Dias e horários – 07 de agosto a 1 de novembro. Sextas e Sábados às 21h30 e domingos às 20h30. Censura: 14 anos. Preço: de R$35,00 a R$70 (Inteira). Duração: 80 minutos. Capacidade do teatro: 192 lugares. COMO COMPRAR: Pela internet: www.ingressorapido.com.br. Por telefone: 11- 40031212. Bilheteria de quarta a domingo.

 Bom Passeio!

Por Nanda Rovere

Jornalista e Historiadora

nandarovere@gmail.com10928848_440169949472329_4709229467753456317_n

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s