Dicas Culturais da Nanda Rovere

Sempre procuro indicar eventos que vão além do teatro, mas nessa semana, sem perceber, acabei escrevendo somente sobre peças que estão em cartaz. Muitas montagens interessantes para conferir!

 

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Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar está novamente em cartaz em São Paulo e tem duas indicações ao Prêmio APCA 2015 – melhor espetáculo e melhor direção.

A peça, que fala de assuntos como a solidão e a falta de escuta entre nós, é baseada em textos curtos da obra Cuidado com as velhinhas carentes e solitárias, do romeno Matéi Visniec. A direção é de Rodrigo Spina.

Em cena, os atores apresentam as relações humanas estão complicadas e rasas. São vários personagens vivendo situações diversas: como um casal revendo seu relacionamento após uma relação sexual ou uma mãe que deseja atravessar certa fronteira com seu filho e é impedida por não ter um documento válido.

Tons de cinza, branco e preto cobrem todo o palco, o cenário, os atores e os figurinos, retratando o quanto a vida dos personagens é sem cor, sem alegrias e sem grandes perspectivas.

Vale ressaltar que apesar das histórias não serem felizes, há poesia e poesia. A cenografia traz elementos realistas.  “Visniec valoriza o teatro enquanto arte viva, dando ao encenador a liberdade para imprimir seus questionamentos e identidade à apresentação.”, comemora o diretor.

O objetivo do autor, que viveu sob um regime autoritário é mostrar que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo, apenas o fazendo de forma mais sutil.

“Vivendo em São Paulo, uma cidade com mais de 20 milhões de habitantes, não é difícil perceber que a solidão e a esquizofrenia parecem crescer exponencialmente”, comenta o diretor Rodrigo Spina.

Ficha Técnica e Serviço:

Dramaturgia: Matéi Visniec

Grupo: os Barulhentos

Direção: Rodrigo Spina

Figurino: Camila Fogaça

Cenário: Moshe Motta

Luz: Lui Seixas

Elenco: Cadu Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti, Pedro Camilo

Assistência de Direção: Thalita Trevisani

Temporada: de 11 de setembro a 25 de outubro

CCSP – Centro Cultural São Paulo. Sextas e sábados às 21h00. Domingos às 20h00. Preço: R$ 20. Duração: 110 minutos. Censura:14 anos. Capacidade: 50 lugares.

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A Mandrágora com certeza é um marco na trajetória do Grupo Tapa,  prestes a completar 30 anos de atividade na Capital, enquanto.

O texto de Nicolau Maquiavel, mostra manipulações e traz a máxima do pensador: “Os fins justificam os meios¨. Neste sentido, a obra mostra um ato não convencional, muito menos que respeita a ética médica, para que um objetivo seja conquistado.

Na trama, um jovem finge que é um médico para conquistar o amor de uma mulher casada, que sofre por não conseguir engravidar.

O falso doutor faz de tudo para chegar perto da moça. Convence um padre e a família da moça que o único jeito dela conseguir o seu objetivo é através do uso da mandrágora. O problema é que essa raiz  é conhecida por suas propriedades afrodisíacas e o tratamento, obviamente, não é confiável.

Encenada pela primeira vez pelo TAPA em 2004, “A Mandrágora” rendeu a Guilherme Sant’anna o prêmio APCA de melhor ator e uma indicação ao prêmio Shell na mesma categoria.

Elenco: André Garolli, Bruno Barchesi, Cesar Baccan, Cinthya Hussey, Guilherme Sant’Anna, Maria do Carmo Soares e Paulo Marcos.

Ficha Técnica e Serviço:

De 18 de setembro a 1º de novembro. Sessões às quintas, sextas e sábados, 20h30; e aos domingos, 19h. Duração: 90 min. Classificação etária: 14 anos.

Ingressos: R$ 30 (meia-entrada R$ 15), quintas e sextas, e R$40 (meia-entrada R$ 20), aos sábados e domingos

Teatro Aliança Francesa. Rua General Jardim 182 – Vila Buarque. Capacidade: 226 lugares + 4 PNE. Estacionamento conveniado em frente. Informações: (11) 3017-5699 / Ramal 5602. http://www.teatroaliancafrancesa.com.br

Direção e Tradução: Eduardo Tolentino de Araújo

Figurinos e Cenário: Lola Tolentino

Iluminação: Nelson Ferreira

Produção Geral: Cesar Baccan

Realização: Grupo TAPA

Elenco: André Garolli, Bruno Barchesi, Cesar Baccan, Cinthya Hussey, Guilherme Sant’Anna, Maria do Carmo Soares e Paulo Marcos.

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Suburbano Coração, de Naum Alves de Souza, tem direção de Nelson Baskerville e fala de uma moça que vive no subúrbio, Lovemar, e está em busca de um grande amor.

Enquanto espera a sua cara metade, ela mantém contato sempre com as amigas e passa os dias ouvindo canções de Chico Buarque.

A história tem pitadas de humo, com personagens que expõem os seus defeitos, mas sem deixar de lado a poesia e o lirismo.

A peça já foi montada com Fernanda Montenegro como atriz principal e nessa nova montagem integram o elenco: Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio.

Destaque para a canção tema ‘Suburbano Coração’ de Chico Buarque, uma das composições mais bonitas e poéticas do artista.

“Quase caí na tentação de atualizar o texto que tem o rádio como seu interlocutor –  companheiro das famílias e promotor de encontros amorosos -, mas resisti. As redes sociais e aplicativos promotores de encontros fazem exatamente o mesmo papel do rádio de antigamente, o que nos faz pensar que as formas mudam, as mídias progridem, mas a alma humana sempre estará em busca daquele que aplacará a solidão de nossos corações”, diz o diretor Nelson Baskerville.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Naum Alves de Souza

Direção: Nelson Baskerville

Elenco: Aldine Muller, Luiza Jorge, Luciana Azevedo, Claudinei Brandão e Fernando Fecchio

Cenário: Amanda Vieira e Nelson Baskerville

Figurino: Marichilene Artisevskis

Desenho de luz: Wagner Freire

Trilha Sonora: Daniel Maia

Fotografia: Lígia Jardim

Produtores Associados: Luiza Jorge & Fábio Santana

Realização: Academia de Arte e Cultura & T3rceiro Sinal Produções Culturais

Teatro Cacilda Becker.  Rua Tito, 295 – Vila Romana – São Paulo – SP. Bilheteria abre 1 hora antes do início do espetáculo. Telefone: (11) 3864 4513. Temporada de 11 de setembro a 01 de novembro. Sexta e sábado às 21h00 e domingo às 19h00. Ingressos: Temporada Popular R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia (estudantes, professores da rede pública de ensino, pessoas acima de 60 anos e portadores de deficiências). Duração: 80 minutos. Recomendado: 14 anos. Gênero: Comédia

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Do Amor é uma peça inédita no Brasil que fala sobre a passagem do tempo e as memórias que guardamos. A temporada é gratuita, na ​Oficina Cultural Oswald de Andrade. Retirar ingressos 2h antes das sessões.

Amanda Ban​ffy ​e ​Carlos Baldi​m​, Gustavo Duque ​e​ Laís Marques​ revezam na interpretação de dois casais e através desses personagens (Christina, Bob, Ted e Mylène), o autor fala de acontecimentos ordinários da vida, como amor, envelhecimento e morte. ​

O diretor argumenta que Minyana faz uma espécie de arqueologia da memória. “Ele escreve como se fizesse escavações; retira elementos da memória e os combina de forma não linear para compor uma figura não homogênea”. A disposição desses elementos, de forma fragmentada e pouco nítida, propõe um novo encaixe para essa figura de lembranças. “Minyana nos apresenta uma visão de mundo ilegível, com linhas borradas aos olhos cotidianos”.

O diretor também ressalta que não é uma peça com cenas cronológicas e por isso não é para ser compreendida . “Os estilos épico, dramático e lírico são combinados de forma anárquica tanto nos fatos quanto na estrutura. A encenação, portanto, precisa fazer com que esta anarquia esteja presente com todo o seu rigor”. Convidado pela atriz e produtora Amanda Banffy para dirigir o espetáculo, Francisco Medeiros confessa que foi movido pelo desafio. Após ler o texto declarou: “Não sei o que isto significa. Não entendo, por isso quero fazer”.

Ficha Técnica e Serviço

Texto: Philippe Minyana

Tradução: Amanda Banffy

Direção: Francisco Medeiros

Elenco: Amanda Ban​ffy, Carlos Baldi​m​, Gustavo Duque e Laís Marques

Assistente de direção e preparação corporal: Fabricio Licursi

Cenografia e adereços: Heron Medeiros

Trilha Sonora: Dr Morris

Figurino: Marichilene Artisevskis

Iluminação: Igor Sane

Direção de produção e administração: Maurício Inafre

Assistência de produção: Mya Morales

Fotos: Flavio Barollo

Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação

Realização: Cacildinha Produções

Co-realização: Banffy Produções Artísticas

Estreia: dia 3 de setembro. Quinta­feira, às 20 horas. Oficina Cultural Oswald de Andrade (Teatro). Rua Três Rios, 363 ­ Bom Retiro/SP. Te: (11) 3221­5558. Temporada: quintas, sextas e sábados, às 20 horas – ​Até 24/10. Ingressos: Grátis – Retirar 2h antes das sessões. Duração: 80 min. Gênero: Comédia dramática anárquica. Classificação: 14 anos. Capacidade: 40 lugares. Ar Condicionado. Não possui acessibilidade.

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Ao Pé do Ouvido traz um formato interessante para contar a história de sete migrantes nordestinos que cruzaram o país para viver em São Paulo, a audiopeça, isto é, o texto usado pelos atores na encenação é construído a partir das palavras exatas ditas por um ou mais entrevistados, a respeito de um determinado fato ou assunto.

Assim, a dramaturgia foi criada a partir dessas entrevistas feitas com pessoais reais e em cena, os atores interpretam  personagens que são fiéis aos depoimentos.

Foram entrevistadas pessoas com diferentes visões de vida e profissão, entre elas, babá, porteiro, pescador, costureira, pedreiro, médico e atriz. Foram ouvidos migrantes vindos da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão.

No palco, os atores (sete) ligam os seus celulares e, ao mesmo tempo em que escutam o áudio dos entrevistados em seus fones de ouvido, procuram ser o mais fiel possível ao conteúdo dos  depoimentos na atuação.

Sintetizada pelo diretor  Zé Henrique de Paula, sob o conceito de “audiopeça”, a técnica carrega a supra-realidade para dentro do espetáculo: “Existe personagem, mas não existe construção de personagem, porque o que interessa é o ator ouvir o depoimento em seu fone e reproduzi-lo fielmente, com toda a musicalidade e o sotaque original, com os pequenos sons, tosses, suspiros e pausas para respirar”, explica o diretor.

Para que a apresentação seja única, em cada sessão os atores podem receber um áudio diferente.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção: Zé Henrique de Paula

Elenco: Bruna Thedy, Cy Teixeira, Fábio Redkowicz, Fernanda Maia,Herbert Bianchi, Hugo Picchi, Laerte Késsimos, Rita Batata, Rodrigo Caetano e montagem de audio: Herbert Bianchi

Dramaturgia: Herbert Bianchi, Rita Batata e Zé Henrique de Paula

Trilha original: Fernanda Maia

Violão: Leonardo Batista

Preparação de atores: Inês Aranha

Assistência de direção: Fabio Redkowicz

Iluminação: Fran Barros

Cenografia: Zé Henrique de Paula

Figurinos: Cy Teixeira

Produção: Claudia Miranda

Assistência de produção: Louise Bonassi

Realização: Núcleo Experimental

Local: Auditório (3º andar) do Sesc Pinheiros

Temporada: de 3 de setembro a 17 de outubro (quinta, sexta e sábado, às 20h30). Duração: 80 minutos. Recomendado: Não recomendado para menores de 10 anos. Ingressos: R$ 25 (Inteira), R$ 12,50 (Meia: estudante, servidor de escola público, +60 anos, aposentados e pessoas com deficiência), R$ 7,50 (Credencial Plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.  SESC PINHEIROS Endereço: Rua Paes Leme, 195. Bilheteria: Terça a sábado das 10h00 às 21h00. Domingos e feriados das 10h00 às 18h00. Tel.: 11 3095.9400. Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h00 às 22h00; Sábado, domingo, feriado, das 10h00 às 19h00. Taxas (veículos e motos): credenciados no Sesc: R$ 6,00 nas três primeiras horas e R$ 1,00 a cada hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 8,00 nas três primeiras horas e R$2,00 a cada hora adicional.

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O renomado grupo mineiro Galpão chega ao Rio de Janeiro com o espetáculo De Tempo Somos – Um Sarau do Grupo Galpão para algumas apresentações no Teatro Ipanema.

Em cena, os atores cantam canções marcantes dos seus espetáculos e recitam poesias. Lydia Del Picchia e Simone Ordones, atrizes que fazem parte do Galpão, assinam a direção. Luiz Rocha é o responsável pela direção musical e arranjos.

Nesse espetáculo  estão 25 canções que fizeram parte da trilha de montagens mais antigas, como Corra enquanto é tempo (1988), e de trabalhos recentes, como A Comédia da Esposa Muda (1986), Álbum de Família (1990), Romeu & Julieta (1992),Um Homem É um Homem (2005), Tio Vânia e Eclipse (ambos de 2011). Também integram o sarau músicas que fizeram parte de workshops do grupo.

Além das canções, os atores interpretam trechos de escritores como Eduardo Galeano, Anton Tchékhov, Calderón de la Barca, Manuel Bandeira, Nelson Rodrigues, Jack Kerouac, Paulo Leminski e José Saramago.

O espetáculo emociona porque  os atores transmitem muito carisma e emoção. Quem acompanha a carreira do grupo vai relembrar os inesquecíveis espetáculos. Quem não conhece, vai mergulhar num mundo onde emana poesia.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção: Lydia Del Picchia e Simone Ordones

Direção Musical, Arranjos e Trilha Sonora: Luiz Rocha

Pesquisa de Texto: Eduardo Moreira

Figurino: Paulo André

Preparação Vocal: Babaya

Preparação Corporal: Fernanda Vianna

Iluminação: Rodrigo Marçal

Design Sonoro: Vinícius Alves

Aulas de Percussão: Sérgio Silva

Assessoria na cena “A Carteira”: Diego Bagagal

Assessoria de Iluminação: Chico Pelúcio

Revisão de Textos: Arildo de Barros

Voz em Off: Teuda Bara

Arranjos baseados em arranjos originais de Babaya, Ernani Maletta e Fernando Muzzi, do repertório musical do Grupo Galpão.

Elenco

Antonio Edson, Beto Franco, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Lydia Del Picchia,

Luiz Rocha (ator convidado), Júlio Maciel, Paulo André, Simone Ordones

Temporada de Estreia – Rio de Janeiro (RJ)

25 a 28 de setembro 2015

Sexta – 21h00

Sábado (duas sessões) – 19h00 e 21h00

Domingo (duas sessões) – 18h00 e 20h00

Segunda – 21h00

Teatro Ipanema

(Rua Prudente de Moraes, 824 – Ipanema)

Ingressos a R$40 e R$20 na bilheteria do teatro ou pelo

site: compreingressos.com

+ INFO: (21) 2267-3750

Classificação Livre | www.grupogalpao.com.br

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Observações críticas:

Família Lyons tem direção de Marcos Caruso.

Depois de temporada no Rio, a peça, baseada em texto inédito no Brasil, do americano Nick Silver, conta a história da Família Lyons, de classe média, desestruturada.

Na trama, o pai Ben Lyons está em um hospital em estágio terminal de câncer, com sua família ao seu redor: Rita, sua mulher, e seus filhos adultos, Lisa e Curtis.

Ben e Rita viveram um casamento sem amor. A filha Lisa é alcoólatra e Curtis é homossexual. Com humor ácido, a família acerta as contas no hospital.

No elenco estão Suzana Faini ( que pela temporada no Rio concorre aos Prêmios  Shell e Cesgranrio de melhor atriz), Emilio Orciollo Netto, Zulma Mercadante, Pedro Osório, Rose Lima e Rogério Fróes, indicado como Melhor Ator pelo Cesgranrio.

Um espetáculo interessante, com uma história que coloca em evidência a falsidade e revela a realidade de muuitas famílias, infelizmente.

No elenco, coeso, destaque para Suzana Faini ( uma mulher sem nenhuma sensibilidade, dura demais) e Emílio Orciollo Neto, que vive um homossexual sem nenhuma caricatura, mostrando a alma de um homem solitário e que não consegue estabelecer um relacionamento sadio nem com a família, nem com os seus amores.

Ficha Técnica e Serviço:

Direção Artística: Marcos Caruso

Elenco: Suzana Faini, Emilio Orciollo Netto, Zulma Mercadante, Pedro Osório, Rose Lima e Rogério Fróes

Tradutor: Juliana Burneiko

Cenário: Alexandre Murucci

Figurino: Patrícia Muniz

Iluminador: Felipe Lourenço

Fotografia: Paula Kossatz

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Projeto Gráfico: Felipe Taborda

Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações

Produção SP: Gerardo Franco

Direção de Produção: Claudio Rangel

TEATRO ANCHIETA – SESC CONSOLAÇÃO (280 lugares). Rua Doutor Vila Nova,  245 – Consolação. Informações: 3234.3000. Sexta e Sábado às 21h00 | Domingo às 18h00. Ingressos: R$ 40. R$ 20 (usuário matriculado, a partir de 60 anos e estudantes com carteirinha). R$ 12 (credencial plena). Duração: 90 minutos. Recomendação: 14 anos. Gênero: Comédia Dramática.  Curta Temporada: De 04 a 27 de Setembro

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Mudança de Hábito

Já conhecia o trabalho da Karin Hils (assisti Hairspray, Emoções Baratas, Alô, Dolly!) e fiquei encantada com o seu talento.

A escolha dessa artista para fazer a Deloris foi acertada e ela merece todo o sucesso que está conquistando.

Aplausos especiais para Mariana Elisabetsky, Andrezza Massei e Daniela Cury, Roberto Sargentelli, que eu acompanho a trajetória faz muito tempo e sempre estão excelentes em cena! Integra o elenco também a talentosa Neusa Romano ((Walk in cover de Madre Superiora e Irmã Maria Lázarus).

Produção muito bem cuidada e que com certeza agradará a todos que gostam de comédia e curtiram o filme.

Sabemos que assina a versão brasileira de musicais da Broadway, no caso Bianca Tadini e Luciano Andrey, raramente podem mudar a concepção original, mas o espetáculo é dinâmico e tem uma preciosidade: conta com o enorme talento dos atores brasileiros!

Neste sentido, o musical é uma grande produção, que tem como grande trunfo os excelentes atores/cantores. Todos dão um show!

Direção original de Jerry Zaks e Direção musical de Vânia Pajares.

Para quem não conhece ou não se lembra da trama: A cantora Deloris sonha com a fama , mas nada dá certo na sua vida. Pra piorar a situação, ela testemunha um assassinato e precisa de proteção.

De uma personalidade nada contida, e um estilo de vida sem pudores, o lugar mais improvável para alguém encontra-la é um convento!

Claro que a vida no convento é um transtorno, mas ela acaba fazendo preciosas amizades e ajudando o coral das freiras a fazer sucesso. Confusões acontecem antes do final feliz, óbvio!

‪#‎MudançadeHábito

Para saber mais:

http://musicalmudancadehabito.com.br/

https://www.facebook.com/t4fmusicais

 

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