As dicas culturais da Nanda Rovere

A_REACAOO Teatro Vivo, por meio do programa Vivo EnCena, sedia e patrocina a temporada do espetáculo A Reação. No elenco, estão Andre Bankoff, Isabella Lemos, Kadi Moreno e Rubens Caribé.

A direção é da atriz Clara Carvalho, que em 2015 assinou a concepção cênica de A Máquina Tchekhov, de Matei Visniec, em conjunto com a atriz Denise Weinberg. A estreia é dia 16 de Outubro.

O texto inédito no Brasil, de Lucy Prebble, é uma comédia romântica que propõe mostrar a relação entre amor e antidepressivos.

Neste sentido, a peça coloca em evidência algumas questões sobre o amor, a depressão, os limites entre a medicina, a necessidade ou não de se receitar remédios e a indústria farmacêutica: o que faz com que sejamos o que somos e nos apaixonemos por alguém? É possível  desencadear uma paixão entre duas pessoas? Até que ponto somos meras marionetes fisiológicas tentando ser autoras de suas vidas? Pode existir um Viagra do amor?

Na trama, Connie é uma estudante de psicologia, que juntamente com Tristan, um homem bastante sedutor, é voluntária de uma pesquisa com remédios antidepressivos realizada por renomados psiquiatras, Dra. Lorna e Dr. Thomas.

O problema desse projeto são os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos, os quais podem gerar dependência.

A partir desse experimento, os jovens vivem uma montanha russa de sensações, expondo os seus sentimentos e a fragilidade diante da vida e do amor.

Tenho acompanhado a trajetória do Programa Vivo EnCena, com espetáculos que conquistaram elogios do público e da crítica na capital paulista e em diversas cidades brasileiras.

Entre as produções, estão: O Sucesso a qualquer preço, Chuva Constante, Hora Amarela, Vênus em Visom, Bem-Vindo, Estranho, Quem tem medo de Virgínia Woolf, Razões para ser bonita, Rain Man, A Entrevista e outros.

A estreia da peça A Reação é mais uma realização que coloca em evidência a importância do programa, que tem por objetivo estimular o intercâmbio de projetos de artes cênicas com o propósito de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto LUCY PREBBLE

Direção e Tradução CLARA CARVALHO

Elenco ANDRE BANKOFF, ISABELLA LEMOS, KADI MORENO e RUBENS CARIBÉ

Cenários e Figurinos ANNE CERUTTI

Trilha Sonora RICARDO SEVERO

Projeções e Efeitos HERBERT BIANCHI E LAERTE KÉSSIMOS

Iluminação FRAN BARROS

Projeto Gráfico HERBERT BIANCHI E LAERTE KÉSSIMOS

Assessoria de Imprensa MORENTE FORTE

Coreografia de Sapateado CHRISTIANE MATALLO

Fotos SERGIO CADDAH

Produção SELENE MARINHO / RADAR CULTURAL

Teatro Vivo (274 lugares). Av. Dr. Chucri Zaidan, 860 – Morumbi.

Informações: 97420.1520. Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h00.

Sexta às 21h30 | Sábado às 21h00 | Domingo às 18h00. Ingressos: Sexta e Domingo R$ 30 | Sábado R$ 40. Cliente Vivo Valoriza tem 50% de desconto.

Duração: 90 minutos. Recomendação: 16 anos. Gênero: Comédia Romântica. Temporada: até 20 de Dezembro.

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O Casal Lázaro Ramos e Taís Araújo estreia a peça O Topo da Montanha

Lázaro Ramos vive Martin Luther King, um dos maiores nomes da luta contra o racismo no mundo

O pastor protestante, que se tornou um ativista político contra a segregação racial nos Estados Unidos e no mundo, é um ícone por sua luta contra o preconceito e pela campanha do amor ao próximo.

A peça faz alusão ao último discurso do líder negro, realizado na Igreja de Masson , em 3 de abril de 1968 , um dia antes de seu assassinato, que ocorreu no Hotel Lorrain, localizado na cidade de Memphis.

Os biógrafos do ativista desconhecem muitos detalhes da sua estadia em Memphis, mas defendem que no seu último dia de vida aconteceram fatos inusitados.

Sem deixar de lado o respeito às datas e a dados históricos, a autora Katori Hall criou uma obra de ficção, na qual ela coloca Luther King em contato com uma misteriosa camareira.

É num quarto desse hotel, o 306, logo após o discurso, que conhece Camae, uma funcionária que acabou de ser contratada para trabalhar no hotel.

A moça estabelece com o líder um intenso jogo de provocações, colocando em evidência todo o seu lado humano.

Ficha Técnica e Serviço:

De  Katori Hall

Tradução de Sílvio Albuquerque

DIREÇÃO de LÁZARO  RAMOS

ELENCO – TAÍS ARAÚJO  e  LÁZARO  RAMOS

TEATRO FAAP – Rua Alagoas 903. Tels 3662 72 39 – 3662 7234.

Sessões – Sextas- Feiras 21h30   –  Sábados  – 21:00h e Aos Domingos 18:00 horas. Ingresso:  90,00. aceita – Cartões Visa e Mastercard. Temporada: de 9 de outubro até  20 de Dezembro. E de 8 de Janeiro até 14 de Fevereiro.

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Depois do sucesso da parceria em Até que o Casamento nos Separe, Eduardo Martini e Suzy Rêgo estreiam a comédia Valham-me Deuses, com direção de Neyde Veneziano

Valham-me Deuses, texto inédito de Perito Monteiro, trata da eterna busca pela felicidade.

Susy Rêgo interpreta Renilda, uma esteticista, solitária e metódica, que recebe inesperadamente a visita de um homem tímido e estranho, que depois some.

Com a chegada dessa pessoa, a sua vida se transforma e ela acredita que ele é a sua felicidade. Ela fica obcecada pelo homem e faz tudo para revê-lo.

Tenta resolver o impasse através do esoterismo, autoajuda e todo tipo de religiões. Na busca desenfreada, ela encontra muita gente que quer se  aproveitar do seu desespero. Todos os personagens são interpretados por Eduardo Martini, ator versátil e que é um dos grandes nomes da comédia no Brasil.

Trabalhar com a diretora Neyde Veneziano é um desejo antigo de Martini, a encenadora trouxe ao espetáculo um ritmo frenético, uma atmosfera de sonho, misturando realismo e devaneios.

“Valham-me Deuses é um espetáculo que fala de sonho e auto-conhecimento, uma peça sobre a busca da felicidade, mas ao mesmo tempo repleta de humor e comédia, elementos essenciais da vida”, comenta o ator Eduardo Martini.

Serviço e Ficha Técnica:

Ficha Técnica

Direção: NEYDE VENEZIANO

Elenco: SUZY RÊGO e EDUARDO MARTINI

Figurinos: CLAUDIO CARPENTER

Cenografia: CLAUDIO CARPENTER e EDUARDO MARTINI

Trilha sonora especialmente composta: RICARDO SEVERO

Direção de Produção: ROSEMEIRE PASCHOALOTO

Teatro União Cultural – Rua Mário Amaral, 209. Jardins.

Gênero: comédia.

Duração: 90 min.

Temporada: de 30 de setembro a 3 de dezembro. Horários: quartas e quintas, às 21h00. Valores: R$ 20. Lotação: 285 lugares. Telefone: 2148-2904.

Horário da Bilheteria: de quarta a sábado, das 14h00 às 21h00. Domingos, das 14h00 às 19h00. Estacionamento ao lado.

6D © Joao Caldas Fº

Jacques e Seu Amo é inédita no Brasil e a única peça teatral do autor de A Insustentável Leveza do Ser, o tcheco Milan Kundera

A peça coloca em evidência uma situação politicamente incorreta através de um amo e seu criado, que estão viagem a pé e vão rememorando suas aventuras e desventuras amorosas.

A ação se passa no século XVIII, mas as cenas se alternam no passado e presente. O diretor Roberto Lage não se preocupou em fazer uma peça com um estilo visível, e assim, vários estilos se misturam em cena.

No elenco, estão Hugo Possolo, Edgar Bustamante, Renata Zhaneta, Ando Camargo, Greta Antoine, Angelo Brandini e Felipe Ramos.

Para o diretor Roberto Lage, Jacques e Seu Amo é, provavelmente, uma das obras mais revolucionárias de Kundera. Baseada em Jaques, Le Fataliste, de Denis Diderot, este é, para o autor, um romance que desafia todas as regras de composição do ponto de vista de um “romance-jogo”, e que busca uma liberdade formal estranha ao seu tempo, mas herdeira da consagrada tradição da comédia clássica ocidental, pós Idade Média, onde as mazelas do homem, com todas as suas idiossincrasias, estão presentes.

Escrita em 1971, o diretor tomou conhecimento da peça nos anos 80 e, desde então, alimentava o desejo de montá-la. “Gosto muito da sua dramaturgia, da reflexão sobre o comportamento hipócrita do homem na sociedade”, comenta.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Milan Kundera

Tradução: Aline Meyer

Direção: Roberto Lage

Assistência de direção: Juliana Garavatti

Elenco: Hugo Possolo (Jacques), Edgar Bustamante (Amo), Renata Zhaneta (Taberneira / Marquesa), Ando Camargo (Saint-Ouen / Bigre Pai), Greta Antoine (Justine / Filha), Angelo Brandini (Bigre Filho / Comissário) e Felipe Ramos (Marquês).

Figurinos: Fabio Namatame

Cenografia e adereços: Kleber Montanheiro

Iluminação: Wagner Freire

Trilha sonora: Dr Morris

Fotos: João Caldas

Projeto gráfico: Heron Medeiros

Vídeos: J. P. Rezek e Graziela Barduco

Direção de produção: Maurício Inafre

Produtor executivo: Regilson Feliciano

Assistência de produção: Jô Nascimento

Assessoria de imprensa: Eliane Verbena

Temporada: 9 de outubro a 13 de dezembro. Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Álvares Penteado, 112. Centro/SP. Tel: (11) 3113.3651/52 – Metrô Sé e São Bento. Horários: quinta a sábado (às 20h00) e domingo (19h00). Ingressos: R$ 10,00 (meia R$ 5,00) – Bilheteria: das 9 às 21h, de quarta a segunda. Gênero: Comédia clássica. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos. Capacidade: 130 lugares. Ar condicionado. Loja. Café Cafezal. Acesso e facilidades p/ pessoas com deficiência física. Ingresso pela Internet: http://www.ingressorapido.com.br

Translado Gratuito: Uma van faz o translado gratuito entre o Edifício Zarvos e o CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República. Embarque e desembarque: Rua da Consolação, 228 (Edifício Zarvos) e Rua da Quitanda, próximo à entrada do CCBB.

http://www.bb.com.br/cultura

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o filho

O Teatro da Vertigem reestreia O Filho, na Vila Itororó, local histórico da cidade de São Paulo, que funcionou por muito tempo como um cortiço, mas que conta com vários projetos para sua revitalização.

O Teatro da Vertigem volta em cartaz com seu espetáculo O Filho, inspirado no livro Carta ao Pai, de Franz Kafka. Direção de Eliana Monteiro, dramaturgia de Alexandre Dal Farra e um  elenco composto por Antônio Petrina, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal.

O Filho mostra a fragilidade das relações familiares, mostrando os debilitados vínculos entre Bruno, seu pai, sua mãe, mulheres e filhos.

Bruno constata o quanto essa situação é complexa e descreve as situações vividas para si, tentando assim aprender, entre outras coisas, o que é ser um homem de verdade.

A Vila Itororó, localizada no bairro do Bixiga

A Vila Itororó é um conjunto de casas de aluguel construídas em 1922 pelo luso brasileiro Francisco de Castro.

Após sua morte, a Vila passou de mãos em mãos e sofreu com a falta de manutenção por parte dos seus proprietários. Continuou, porém, como lugar de moradia. Nos anos 2000, a Vila Itororó foi desapropriada pelo Estado de São Paulo, que confiou sua gestão e recuperação à Prefeitura de São Paulo. Hoje, a Vila Itororó é tombada pelo Conpresp e pelo Condephaat.

Os últimos inquilinos, na sua maioria de baixa renda, esforçaram-se por resistir à remoção. Após uma longa luta, foram realojados em conjuntos do CDHU na região central.

A Vila está atualmente passando por processo de restauro gerenciado pelo Instituto Pedra. O objetivo do restauro é implementar atividades culturais na Vila Itororó.

Devido às múltiplas questões que o projeto coloca, esse processo está sendo feito de forma aberta. Desde o dia 10 de abril último, o público pode visitar o canteiro de obras, conhecer o projeto e propor soluções e abordagens em consonância com suas expectativas, enquanto os primeiros edifícios são restaurados para serem reabertos a partir de 2016.

Ficha Técnica e Serviço:

Criação: Teatro da Vertigem

Concepção e Direção Geral: Eliana Monteiro

Texto: Alexandre Del Farra

Atores: Antônio Petrin, Mawusi Tulani, Paula Klein, Rafael Lozano e Sergio Pardal

Desenho de Luz: Guilherme Bonfanti

Cenografia: Marisa Bentivegna

Trilha Sonora: Erico Theobaldo

Figurino: Marina Reis Vídeo: Grissel Piguillem e Kako Guirado Dramaturgismo: Antônio Duran

Preparação corporal: Kênia Dias

Preparação Vocal: Ariane Moulin Assistente de Cenografia: Rogerio Romoaldo

Operação de Luz: Danielle Meirelles

Operação de Som: Lutz Gallmeister Operação de Vídeo: Michelle Bezerra Diretores de Cena: Isabella Neves e Daniel Roque

Cenotecnia: Cesar Resende de Santana

Técnico de Luz: Felipe Tchaça

Produção Executiva: Marcelo Leão Assistente de Produção: Leonardo Monteiro Direção de Produção: Teatro da Vertigem e Núcleo Corpo Rastreado

De 17 de setembro a 01 de novembro de 2015

De quinta a sábado, às 20h. Domingos, às 19h.

Duração: 80 min

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira)/ R$ 20,00 (meia)

Lotação: 60 lugares

Local: Vila Itororó – Rua Pedroso, 238 – Bela Vista

Telefone para informações: 11 3255 2713

hamlet ao molho picante

Hamlet ao Molho Picante  mostra a história do príncipe dinamarquês vista através dos funcionários do palácio, em especial os cozinheiros.

Em Hamlet ao Molho Picante, o cozinheiro Froggy e sua esposa Cathy são os grandes responsáveis pela tragédia, enquanto  Hamlet é uma espécie de “bufo desastrado” e mimado, sem muita ação, e que tem o seu destino manobrado pelo caos e pelo equívoco.

A peça do renomado autor italiano Aldo Nicolaj mistura diálogos ácidos e engraçados com uma estética popular.

Vale dizer que os fatos importantes da peça de Shakespeare estão nessa versão: a aparição do fantasma, o banquete de casamento, a loucura do protagonista e a morte de Ofélia.

Com direção de Dagoberto Feliz, o espetáculo tem no elenco Rosi Campos, Gorete Milagres, Paulo de Pontes, Pedro Brandi, Melany Kern, Cacau Merz, Cleber Tolini, Thiago Bugallo e Walter Cereja.

A montagem completa um ano em cartaz e será lançado um livro de receitas com os pratos elaborados e servidos na peça em comemoração.

Também foi gravado um DVD com os personagens, ensinando passo a passo as receitas de Froggy.

Ficha Técnica e Serviço:

Autor:  Aldo Nicolaj

Direção: Dagoberto Feliz

Elenco: Rosi Campos, Gorete Milagres, Paulo de Pontes, Pedro Brandi, Melany Kern, Cacau Merz, Cleber Tolini, Thiago Bugallo e Walter Cereja

Cenário de José de Anchieta

Figurinos de Fábio Namatame

Luz de Wagner Freire

Trilha sonora de Miguel Briamonte

Direção de produção de Emerson Mostacco.

Duração: 1h30

Recomendado: 12 anos

de  18 de setembro a 15 de novembro de 2015

Sextas às 21h00 – R$60. Sábados às 20h00 – R$60.

Domingos às 18h00 – R$60. Teatro Gazeta. Av. Paulista, 900 – Térreo – SP.

(11) 3253-4102. Bilheteria Terça a quinta das 14h00 às 20h00

Sexta a domingo das 14h até o início do espetáculo.

Lotação. 660 pessoas. Vendas On line:

http://www.teatrogazeta.com.br

www.ingressorapido.com.br

http://www.ingresso.com

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Dorothy, personagem de O Mágico de Oz, está na peça O que a Dorothy Quer?

A peça do autor e diretor Pedro Garrafa é uma sequência alternativa do clássico de Luis Frank Baum e traz humor negro.

Na trama, Dorothy está escondida no abrigo anti-tornados da casa de seus tios, no Kansas, e, como num passe de mágica, se vê na presença de outras duas versões dela mesma e elas começam a fazer disputas para ocuparem o lugar da menina verdadeira.

Diferentemente da obra original, onde Dorothy é uma heroína pura e ingênua, a Dorothy de Pedro Garrafa é egoísta, manipuladora e com um caráter duvidoso, capaz de cometer as maiores atrocidades para se safar.

O objetivo principal é mexer com a referência marcada na memória afetiva dos fãs da obra.

“O drama de Dorothy, com suas múltiplas personalidades e o conflito com seu verdadeiro eu, reflete um panorama dos tempos atuais:  a feira das vaidades na qual estamos todos inseridos e  o imediatismo e superficialidade resultantes da superexposição nas redes sociais, fazendo uma alusão às “” que todos assumimos, optando em não mostrar o que realmente somos, mas sim a face que gostaríamos que os outros enxergassem”, diz Pedro Garrafa.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto e direção: Pedro Garrafa

Elenco: Naty Graciano, Luciana Espósito e Caroline Duarte

Trilha sonora: Selva

Figurino: Ariana Martinelli

Iluminação: Matheus Heck e Pedro Garrafa

Produção: Elemento Cultural

Fotos: Dave Santos e Matheus Heck

Temporada: 3 a 25 de Outubro. Sábado às 20h00 e domingo às 18h00.Ingresso: R$ 60 inteira e R$ 30 meia. Duração: 70 min. Local: Teatro Livraria da Vila – JK Iguatemi Av. Juscelino Kubitschek, 2041.Lotação: 125 lugares.

chacrinha

Em Porto Alegre:

Chacrinha – o musical

O musical fala da trajetória pessoal e profissional de um dos maiores comunicadores brasileiros de todos os tempos.

Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington e o fim da trilogia Uma Aventura Brasileira, iniciada por ‘Elis, A Musical’ e ‘Se eu fosse você, o musical’. Stepan Nercessian é o protagonista.

Teatro do Sesi:

Endereço: Avenida Assis Brasil, 8787 |  Telefone: (51) 3347-8617
http://www.centrodeeventosfiergs.com.br/

Sexta e Sábado às 21h00
16 de outubro a 17 de outubro

Teatro do Sesi
Avenida Assis Brasil, 8787 – Sarandi
Porto Alegre – RS

MEZVisão Barra Seg

a partir de R$40,00

MEZANINO 1

a partir de R$40,00

Mezanino-PREÇO POP

a partir de R$50,00

Plateia Alta

a partir de R$50,00

Plateia Baixa

a partir de R$50,00

Curitiba (Teatro Positivo, dias 27 e 28).

www.teatropositivo.com.br

site Rubens Jardim

Blog do jornalista e poeta Rubens Jardim

Vejam, entre outras publicações, a série Mulheres Poetas 

Segundo Rubens Jardim, idealizador do blog, desde que a série foi iniciada, 250 poetas e 1000 poemas foram garimpados.

Segue o link:

http://www.rubensjardim.com/blog.php?idb=45067

 

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