Novembro está chegando…Dicas Culturais da Nanda Rovere

Agora eu Vou Ficar Bonita

O espetáculo cênico musical Agora eu Vou Ficar Bonita traz roteiro de Dráuzio Varella e Regina Braga e o cantor Celso Sim no elenco.

Agora eu Vou Ficar Bonita fala da arte de envelhecer através da poesia e música.

O livro The ArtOfGrowingOlder, do professor de literatura da Universidade de Chicago, Wayne Booth, inspirou a peça.

“Nós selecionamos poesias, textos e músicas que se referem aos diversos aspectos desse tema: frustração, lamentações, comemorações, alegria, experiência e sabedoria. Procuramos a voz dos poetas, dos escritores e dos músicos para criar uma imagem caleidoscópica da arte de viver.”,afirmaVarella.

Para Regina, esse espetáculo é um projeto pessoal e antigo.  “A ideia de juntar sambas, poemas e textos me persegue faz tempo”, declara Regina Braga. O repertório musical terá sambas clássicos como “Degraus da Vida”, de Nelson Cavaquinho; “Anjo Moreno”, de Candeia, e “ Que sejam bem vindos”, de Cartola.

Ficha Técnica e Serviço:

Texto: Drauzio Varella e Regina Braga

Direção: Isabel Teixeira

Atriz: Regina Braga

Ator: Celso Sim

Direção de Arte: Simone Mina

Iluminação: Wagner Freire

Direção Musical: Bia Paes Leme

Assistente de direção: Aline Meyer

Assessoria de imprensa: Casé Assessoria

Mídias sociais e internet: Roberta Koyama

Fotógrafa: Priscila Prade

Designer gráfico: PatríciaCividanes

Produção Executiva: Anayan Moretto

Direção de Produção: Henrique Mariano

De 02 de outubro a 08 de novembro. Sábado, às 19h00, e domingo, às 18h00. Livre. De R$9,00 a R$30,00. Teatro – Sesc Bom Retiro. Al. Nothmann,185 – Campos Elíseos. Duração: 90 minutos. Estacionamento próprio: R$4,00 e R$8,00. Acessibilidade: Entrada com acesso para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Tel: (11) 3332-3600. Duração – 1h30 min. Classificação Livre.

POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA (1) (1)

Uma encenação diferente: Em POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDA, atores falam sobre imobilidade que atinge muitas pessoas na atualidade, em um andaime de 5 metros  

A trama é baseada em histórias e experiências pessoais dos atores, da Cia Mungunzá, com direção de Luiz Fernando Marques (integrante do Grupo XIX). A temporada será gratuita, no Teatro João Caetano. Ingressos: Retirar 1h antes de cada sessão.

Na trama, uma pessoa cai do topo de um prédio e não chega ao chão; mesmo assim, os anos passam e a vida das pessoas nos apartamentos desse edifício fica presa numa espécie de buraco negro pessoal, na medida em que tanto essa pessoa quanto os demais moradores estão presos a uma realidade específica.

Cada personagem fica preso em sua metáfora, ignorando o conjunto à sua volta. Trata-se de uma fábula contemporânea sobre a sensação de suspensão e paralisia geral do mundo moderno.

Verônica Gentilin, que está em cena e também assina a dramaturgia do espetáculo, explica: “construímos o texto em conjunto, com base em histórias reais do elenco. Em cada um desses apartamentos, algo acontece. Os atores não tem visão do todo e não sabem o que está acontecendo nos outros nichos. Somente o público consegue enxergar toda essa situação de maneira integrada, como se observasse um prédio de longe ou estivesse montando um quebra-cabeça”, conta.

Em paralelo à nova temporada de POEMA SUSPENSO PARA UMA CIDADE EM QUEDAa Cia Mungunzá também estreia o seu primeiro espetáculo infantil, que faz parte do mesmo projeto de pesquisa: ERA UMA ERA, com direção de Verônica Gentilin, também estará em cartaz no Teatro João Caetano, a partir de 3 de outubro.

Ficha Técnica e Serviço:

Elenco – Verônica Gentilin; Virginia Iglesias; Lucas Bêda; Marcos Felipe; Sandra Modesto.

Direção – Luiz Fernando Marques.

Finalização dramatúrgica – Verônica Gentilin.

Dramaturgia – Cia Mungunzáde Teatro e Luiz Fernando Marques.

Argumento – Cia Mungunzá de Teatro.

Técnicos performances – Pedro Augusto; Leonardo Akio. Diretor Assistente – Paulo Arcuri.

Trilha sonora composta – Gustavo Sarzi.

Desenho de luz – Pedro Augusto. Cenário – Cia Mungunzá de Teatro, Luiz Fernando Marques e Paulo Arcuri.

Direção de arte e figurinos – Valentina Soares. Vídeo – Lucas Beda.

Produção executiva – Sandra Modesto e Marcos Felipe. Produção geral – Cia Mungunzá de Teatro. Fotografia e registro do processo – Mariana Beda.

Recomendado: 16 anos. Duração – 60 minutos. Temporada – Até 22 novembro, de quinta a sábado, às 21 horas e domingos, às 19 horas. Capacidade 60 lugares. Ingressos: Gratuitos – Retirar 1h antes de cada sessão. Teatro João Caetano – Rua Borges Lagoa, número 650 / Vila Clementino. Telefone: (11) 5573-3774 / 5549 1744. Horário de atendimento bilheteria: De quinta a domingo 1h antes do espetáculo. Obs: Não há estacionamento

Nos dias 18/10 e 15/11 haverá apresentação para deficientes auditivos e visuais.

Filoctetes (1)

Cia Razões Inversas comemora 25 anos com a estreia de Filoctetes

Elenco Paulo Marcello e Washington Luiz. Marcelo Lazzaratto, que integrou a Cia por vários anos, está na montagem como ator convidado.

O que move o grupo é a provocação e também o estudo incessante de autores que contribuem para o enriquecimento das montagens que realizam.

O objetivo sempre foi trabalhar com grandes textos da literatura dramática, privilegiando a objetividade na construção das cenas para que haja comunicação com o público.

O recorte com o contemporâneo permeia todas as montagens e em Filoctetes o foco está na política das guerras.

Filoctetes mostra a fragilidade dos indivíduos diante do Estado. Traz a tragédia do herói grego abandonado em uma ilha por dez anos durante a guerra de Troia, escrita por Sófocles (496 a.C.- 406 a.C.) e reescrita por Heiner Müller (1929-1995), no início dos anos 1960.

Filoctetes é o representante de um exército de mil homens, exímio arqueiro e líder, mas acaba sendo abandonado por Odisseu (Ulisses) em uma ilha, munido apenas de seu arco, em consequência de um ferimento fétido e dolorido, causado por uma picada de cobra.

Na versão de Müller, há um fato novo. Filoctetes é assassinado e uma mentira é forjada para que seja criado o mito do herói.

Tudo indica que ele foi assassinado pelos inimigos, só que na verdade, os assassinos são os seus aliados.  Apesar de ter caído numa armação, Filoctetes não é vítima, porque carrega um propósito de vingança.

Vale ressaltar que Márcio já havia dirigido o texto anteriormente, em 1988, na Trilogia Eras (Filoctetes/Horácio/Mauser, de Heiner Müller), protagonizada por Celso Frateschi, em montagem do Teatro Pequeno.

Também será realizada oficina de teatro direcionada a jovens atores, onde serão aplicadas as técnicas e metodologia desenvolvidas ao longo da criação do espetáculo Filoctetes, atendendo a um total de 20 participantes.

Ficha Técnica e Serviço:

FILOCTETES de Heiner Müller

Tradução: Marcio Aurelio e WilliBolle

Adaptação: Companhia Razões Inversas

Encenação: Marcio Aurelio

Diretora Assistente: Lígia Pereira

Com: Paulo Marcello e Washington Luiz

Ator convidado: Marcelo Lazzaratto

Projetos de luz, cenário e figurinos: Marcio Aurelio

Assistente de iluminação: Silviane Ticher

Trilha sonora original: Daniel Maia

Operação de luz e som: Silviane Ticher e André Luiz Lemes

Fotografia: João Caldas Jr.

Programação visual: Lua Marques

Assessoria em mídias digitais: Lucas Beda

Coordenação de comunicação: Dayane Porto

Divulgação: Adriana Monteiro – Ofício das Letras

Produção Executiva: Maria Seckler

Direção de Produção: Paulo Marcello

Realização: Razões Inversas Marketing Cultural

Projeto premiado pelo Edital PROAC 2014 para montagem inédita. De 25/9 a 20/12. Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h. R$ 20. Funarte São Paulo – Sala Carlos Miranda. Al. Nothmann, 1058 – Campos Elíseos, São Paulo. Capacidade: 50 lugares. Ingressos para as apresentações:R$ 20 inteirae R$ 10 meia  (Estudantes, idosos, professores da rede pública e deficientes). Próximo aos metrôs Santa Cecília e Marechal Deodoro. Estacionamento Conveniado uma quadra após Funarte, esquina com Av. São João.

o semeador (1)

O Semeador, de Gabriel Chalita, fala sobre educação, valores sociais, choque de gerações, abandono e dissolução familiar através de dois professores vizinhos e de gerações diferentes, o professor aposentado Rodolfo e o jovem Paulo.

Rodolfo está sozinho na véspera de Natal e recebe a visita inesperada de Paulo, seu ex aluno, que se dispõe a fazer companhia ao velho mestre.

A partir desse encontro, os personagens estabelecem um caloroso embate sobre relacionamentos e a condição humana; expõem  as suas angústias, desejos e inquietações.

Com relação ao ofício de professor, Chalita afirma ser grato por ter abraçado o ofício de professor. “Esta peça nasceu do desejo de partilhar o que aprendi com os meus professores e com o meu professar nas salas de aula em que tenho a oportunidade de estar. Uma homenagem aos professores. Uma homenagem à prosa dos que se permitem prosear, ao enlaçar das mãos, ao caminhar juntos”, conclui o autor.

Segundo o diretor Hudson Glauber, o objetivo do espetáculo é resgatar valores do ser-humano, que se perderam ou estão se perdendo ao longo do tempo por conta do mundo em que vivemos. “A peça aborda a solidão e como ela pode ser superada, trazendo um sopro de esperança jornada adentro.”

Ficha Técnica:

Autor Gabriel Chalita

Diretor Hudson Glauber

Elenco Genézio de Barros e Thiago Mendonça

Co Diretor JosemirKowalick

Cenógrafo Chico Spinosa e Kimiko Kashiwaya

Figurinista Ligia Breternitz

Iluminador Rodrigo Alves (Salsicha)

Trilha Sonora Fábio Sá

Diretor de Produção Daniel TorrieriBaldi

Produtor Executivo Gabriel de Souza

Preparadora Corporal Leo Sgarb

Assistente de Produção Marcelo Santiago

Administrador Maristela Bueno

Assessoria de Imprensa Morente Forte

Designer Gráfico e Fotógrafo Francisco Junior

Realização Seta Produções

Co-ProduçãoDesembuxa Entretenimento

Teatro Nair Bello (200 lugares).

Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – 3° andar. Telefone: 3472-2414. http://www.teatronairbello.com.

Bilheteria: de terça a sexta, das 14h às 21h30; sábados das 14 às 21h e domingos, das 14 às 18h. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Estacionamento R$ 9 até duas horas. Vendas: http://www.ingresso.com e tel.: 4003-2330. Sexta às 21h30 | Sábado às 21h00 | Domingo às 19h00. Ingressos: R$ 60. Duração: 70 minutos. Recomendação: 12 anos. Gênero: drama. Estreia dia 09 de Outubro de 2015. Temporada: até 20 de Dezembro

leve

Para ir além do teatro:

A cantora e compositora maranhense, Flávia Bittencourt fez show de lançamento do DVD Leve, no Sesc Belenzinho, com a participação especial do multiartista potiguar,  Antúlio Madureira, que também participa do DVD, na interpretação de Assum Preto.

Flávia Bittencourt canta, toca violão, pandeiro e caixa do divino, de uma maneira encantadora. Muito talentosa e carismática..

O novo trabalho marca os 10 anos de carreira de Flávia, que está conquistando elogios de críticos e de nomes como Luiz Melodia, Zeca Baleiro, Ferreira Gullar e Dominguinhos.

A artista tem um repertório que valoriza a cultura popular de seu estado natal, dialogando com composições próprias e de outros compositores.

Entre os destaques, composições inéditas Réconfort (versão em francês de Clélia Morali para “De Volta Pro Aconchego”, de Dominguinhos e Nando Cordel), Hoje Eu Quero Sair Só (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão), Pavão Mysterioso (Ednardo), Franqueza (Luiz Melodia e Renato Pial), Carcará (João do Vale), Fanatismo (Fagner e Florbela Espanca), A Praieira” (Chico Science) e Eu Só Quero Um Xodó (Dominguinhos e Anastácia).

No DVD, a cantora contou com a participação de convidados: Alcione e Bloco Tradicional Os Feras (em O Surdo), Luiz Melodia (em Congênito), as coreiras, Josélia Santos e Ivone Barros (em Franqueza) e a bailarina Ana Botafogo (em Réconfort)​.

Teaser – https://www.youtube.com/watch?v=mIt3YHQjfi8

O Surdo, com Alcione e Os Feras – https://www.youtube.com/watch?v=F781AQS2Inc

Para saber mais: https://www.facebook.com/flaviabittencourtoficial/?fref=ts

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André Abujamra apresenta show até 28 de outubro com músicas do seu elogiado quarto álbum solo – O HOMEM BRUXA.

Filho do ator, diretor e apresentador Antonio Abujamra, André também é ator.

André foi integrante das bandas Mulheres Negras e Karnak, e sempre chamou atenção pela criatividade e mistura do erudito com o popular ( cantos dos terreiros de candomblé, guitarras distorcidas e cordas, com influências da China, Rússia, África, Egito, Maranhão, Belém.

Quintas às 21h (de 17 de setembro a 29 de outubro. R$60 (inteira); R$30 (meia)

Viradalata: Rua Apinajés, 1387, Perdizes

São Paulo-SP

http://viradalata.com.br/

Página Oficial de André Abujamra
http://www.andreabujamra.net
Shows: producaoabujamra@gmail.com
twitter: @andre_abujamra
instragram: andre_abujamra

Vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=SyjooHpoMlA

Discografia

2004 – O infinito de pé

2007 – Retransformafrikando

2010 – Mafaro

2015 – O homem bruxa

Os mulheres negras

1988 – Música e ciência

1990 – Música serve pra isso

Karnak

1994 – Karnak

1997 – Universo Umbigo

2000 – Estamos adorando Tóquio

2003 – Os piratas do karnak (ao vivo)

2004 – O livro multicolorido de Karnak (filme)

Gork

2010 – Tomorowtecnik

Bom passeio!

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