Dicas culturais da primeira semana de março

estupido cupidoESTÚPIDO CUPIDO

Sinopse

Tetê (Françoise Forton), vencedora de um concurso de beleza, hoje atriz famosa e apresentadora do programa “Sossega”, é convencida por sua melhor amiga desde os tempos de escola, Ana Maria (Clarisse Derzié Luz), através do Facebook, a ir num reencontro à fantasia da turma de colégio, e que revive os anos 60 e 70.

Nesse lugar, Tetê reencontra pessoas que marcaram a sua vida, como a rival Wanda (Sheila Matos), o ex-marido Frankie (Renato Rabelo) e uma antiga paixão, Teddy (Luciano Szafir) Integram o repertório canções emblemáticas dessas duas décadas, tocadas por uma banda ao vivo: Banho de Lua, Lacinhos cor de rosa, Tetê, Broto Legal, Biquini de bolinha amarelinha, Filme Triste, Erva venenosa, O bom, além da música-título do espetáculo, Estúpido Cupido, entre outras.

Depois de temporada no Rio de Janeiro (alcançou mais de 20 mil espectadores, durante os 5 meses de temporada) o musical estreia no Teatro Gazeta.

Apesar de ser inspirada na novela Estúpido Cupido, que fez muito sucesso na TV brasileira, a história apresentada não é a mesma.

No elenco, Françoise Forton, Luciano Szafir, Clarisse Derzié Luz, Renato Rabelo, Sheila Matos, Carla Diaz, Luísa Viotti, Julia Guerra, Ryene Chermont, Ricardo Knupp e Mateus Penna Firm. O texto é de Flávio Marinho. Direção Gilberto Gawronski

No palco, os atores vivem os personagens da novela, ambientada nos anos 60, mas eles estão presentes em flashback porque a história acontece na atualidade.

Paralelamente à temporada, a exposição Françoise Forton – A Incansável Guerreira da Arte -homenageia a atriz, que em 50 anos de profissão atuou em 45 peças, 32 novelas, participações em minisséries e seriados, 9 longas e a Dança dos Famosos.

“A novela Estúpido Cupido marcou minha vida. Tenho um carinho muito grande pela personagem. A Tetê da peça não é a mesma da teledramaturgia, tem o mesmo apelido, mas não é a mesma história. Em todas as festas que vou, o DJ toca Estúpido Cupido e alguém sempre fala da Maria Tereza”, conta Françoise Forton.

Ficha Técnica

Texto: Flávio Marinho

Direção: Gilberto Gawronski

Elenco: Françoise Forton, Luciano Szafir, Clarisse Derzié Luz, Renato Rabelo, Sheila Matos, Carla Diaz, Luísa Viotti, Julia Guerra, Ryene Chermont, Ricardo Knupp e Mateus Penna Firme

Músicos: Guilherme Viotti, guitarra e baixo

Direção musical: Liliane Secco

Coreografia: Mabel Tude

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Paulo César Medeiros

Direção de produção: Elaine Moreira

Produção: Barata Comunicação

Assessoria: Morente Forte

Produtora Local – São Paulo: Criola – Rosi Fer

Serviço

Teatro Gazeta (650 lugares)

Avenida Paulista, 900 – Térreo

Informações: 3253.4102

Bilheteria: de terça a quinta, das 14h00 às 20h00. Sexta a domingo das 14h00 até o horário do espetáculo. Aceita cartões de débito e dinheiro. Cartão de crédito somente pelo site ou telefone. Estacionamento: convênio com MultiPark (Rua São Carlos do Pinhal, 303 – subsolo do teatro). R$ 20 por 3h.

Vendas: http://www.teatrogazeta.com.br e 4003.1527

Sábados às 21h00 | Domingos às 18h00

Ingressos: R$ 100

Duração: 90 minutos

Recomendação: 12 anos

Temporada: até 20 de Março

Exposição: Françoise Forton – A Incansável Guerreira da Arte

Foyer do Teatro Gazeta

Classificação indicativa: Livre

Duração: 20 de fevereiro a 20 de março de 2016

 

Exposição: Françoise Forton – A Incansável Guerreira da Arte

Foyer do Teatro Gazeta

Entrada franca

Classificação indicativa: Livre

Duração: 20 de fevereiro a 20 de março de 2016

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Wanderléa e Alessandra Maestrini fazem shows no Teatro Porto Seguro

A cantora Wanderléa se apresenta dia 22 de março, terça-feira, às 21h, com repertório baseado no CD e DVD Maravilhosa, que comemora os 40 anos do show e CD homônimo lançado originalmente em 1972.

No repertório, além de canções gravadas na época (Back in Bahia, Eu Quero Ser Locomotiva e Mata-me Depressa, de Rossini Pinto), traz as músicas Ginga de Mandinga (Jorge Mautner) e Que Besteira (João Donato/Gilberto Gil), além de marchinhas de carnaval da época em que gravou em compactos, como Chuva, Suor e Cerveja (Caetano Veloso) e Pula, Pula (Jards Macalé).

 

Alessandra Maestrini apresenta o show Drama’n Jazz, nome do seu primeiro CD, lançado em 2012, pela gravadora Som Livre.

No repertório estão clássicos do jazz, como I Feel Good (I Got You), de James Brown e The Man I Love, de George Gershwin, uma versão de Eu te Amo, de Chico Buarque e Tom Jobim em inglês, entre outras.

Serviço:

WANDERLÉA no show Maravilhosa

Dia 22 de março, terça-feira, às 21h00

Ingressos: R$ 100,00 e R$70,00

Duração: 85 minutos

Classificação Etária: Livre

 

ALESSANDRA MAESTRINI no show Drama’n Jazz

Dia 29 de março, terça-feira, às 21h00

Ingressos: R$ 80,00 e R$60,00

Duração: 95 minutos

Classificação Etária: Livre

TEATRO PORTO SEGURO

Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.

Telefone (11) 3226.7300

Capacidade: 484 lugares

Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto na compra de 1 ingresso + acompanhante

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito e débito

Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos

Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) – Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto

Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Praça da Luz/Rua José Paulino, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro

Happy HourRestaurante Gemma – quartas, quintas e sextas das 17h às 21h

Vendas: http://www.ingressorapido.com.br

Site: http://www.teatroportoseguro.com.br

Facebook: facebook.com/teatroporto

Instagram: @teatroporto

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O jovem e talentoso ator e produtor Bruno Fagundes lançou o seu site.

http://www.brunofagundesoficial.com/#!curriculo/cee5

O sobrenome já diz que ele é filho de Antonio Fagundes, um dos nossos maiores atores.

Bruno estudou na escola Incenna e tive o privilégio de ver a peça de sua formatura.

Iniciou sua carreira de ator com um grupo de teatro amador, em 2004, chamado Os Tagarelas, onde atuou em peças de Nelson Rodrigues, Molière e Shakespeare.

No ano seguinte, formou-se como ator profissional.

Gente que faz,  A Lua Sobre o Tapete, Pã, Vermelho e Tribos, estes dois ao lado de seu pai, estão entre os trabalhos no teatro.

Na TV, destaque para a novela Meu Pedacinho de Chão.

Bruno também canta e já fez cinema. Não vou contar tudo aqui.

Acessem o site para conhecer um pouco desse ator que está conquistando o merecido reconhecimento, pois, além do talento, é esforçado, porque sabe que o sucesso (duradouro, não o instantâneo) vem com muito trabalho e dedicação.

Na peça Tribos, ele viveu com competência um menino surdo, Billy.

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No Rio:

Livro Berta Loran: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem ao Talento da Atriz, por João Luiz Azevedo

Uma artista que faz parte da história do nosso teatro, TV e cinema e merece a homenagem.

A atriz Basza Ajs, de Varsóvia, Polônia, chegou ao Rio de Janeiro em 1937 e ficou conhecida pelos seus trabalhos na TV.

No final de 2015, a atriz participou do quadro O Grande Plano – no Programa Fantástico da Rede Globo, algumas das novelas e programas que participou: Zorra Total,  Escolinha do Professor Raimundo, Viva o Gordo,  O Planeta dos Homens, Satiricon, Balança Mas Não Cai, Cordel Encantado (2011), Cama de Gato e Amor Com Amor Se Paga, certamente o trabalho mais popular.

No cinema, Até que a Sorte nos Separe 2, A Guerra dos Rocha, Polaróides Urbanas, dentre muitos outros.

No teatro, ela participou de grandes comédias, como O Peru (1963), de George Feydeau, Boeing Boeing (1964) direção de Adolfo Celi, Como Vencer na Vida Sem Fazer Força (1965) com direção de Augusto César Vannucci, Cinderela do Petróleo (1966) de João Bithencourt, Camas Redondas e Casais Quadrados (1974), com tradução de João Bithencourt e direção de José Renato, 2 shows solos Divirta-se Com Berta Loran (1980 e 1994) e Ainda Estou Aqui! (2002).

Serviço:

Lançamento do Projeto “Berta Loran: 90 Anos de Humor”.

Local: Teatro Oi Casa Grande

Rua Afrânio de Melo Franco 290 – Leblon

Tel. 2511-0800

Dia 23 de Março 2016, data em que completa 90 anos

19h – Lançamento do Livro “Berta Loran: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem de João Luiz Azevedo ao Talento de Berta Loran” e Abertura da Exposição em homenagem a atriz.

20:30h – Lançamento do Vídeo em Homenagem a Berta Loran.

21h – Show em Homenagem a Berta Loran com a participação especial dos atores Benvindo Sequeira, Eliezer Mota, Jane Di Castro, Paulo Silvino, Rogéria e Clarita Paskim.

Local: Sala Carlos Couto / Teatro Municipal de Niterói

Rua Quinze de Novembro 35 – Centro – Niterói

Tel. 2620-1624.

Dia 29 de Março 2016.

18h – Abertura da Exposição em homenagem a atriz com curadoria de Teca Nicolau e Lançamento do Livro “Berta Loran: 90 Anos de Humor – Uma Homenagem de João Luiz Azevedo ao Talento de Berta Loran”.

19:30h – Lançamento do Vídeo em Homenagem a Berta Loran.

Do dia 29/03 a 29/05:

De 3ª a 6ªf das 10h às 18h

Sábados e Domingos das 15h às 18h

Fonte/ Para saber mais:

http://www.sopacultural.com/a-atriz-berta-loran-completa-90-anos-e-sera-homenageada-com-livro-biografico-documentario-exposicao-e-show-inedito/

https://www.facebook.com/BERTA-LORAN-458902207607181/?fref=ts

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Para quem admira Sidney Magal

O artista é homenageado no cinema

Conhecido na mídia especialmente pelo hit ‘Sandra Rosa Madalena’, o longa já começou a ser filmado.

Intitulado “Magal e os Formigas”, no telão o cantor vive ele mesmo, que aparecerá nos delírios de um trabalhador que está em depressão e começa a ver o lado bom da vida

O filme, de Newton Cannito, traz no elenco nomes como Teca Pereira, Norival Rizzo e Zé Carlos Machado.

O longa-metragem é uma coprodução da Moonshot com a Globo Filmes.

Fonte: R7

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Poesias de Adélia Prado

Adélia Luiza Prado de Freitas nasceu em 1936 em Divinópolis-MG, onde cresceu e se educou. Formou-se em Filosofia e trabalhou como professora. Em 1971 publicou o livro de poemas “A Lapinha de Jesus”, junto com Lázaro Barreto. Cinco anos depois foi que publicou sozinha seu primeiro livro, Bagagem (1976), revelando uma artista de extrema originalidade e lirismo. Publicou depois “Coração Disparado” (1978), coletânea que trouxe a consagração merecida, trazendo-lhe o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro de São Paulo.

A escritora teve o apoio do importante poeta, também mineiro, Carlos Drummond de Andrade, que adorou os poemas de Adélia e sugeriu que fossem publicados.

Sob o olhar feminino, os poemas de Adélia utilizam um vocabulário simples para falar sobre religiosidade, família e cotidiano.

A atriz Fernanda Montenegro encenou o espetáculo Dona Doida, inspirado na obra da escritora (1987).

 

http://www.infoescola.com/literatura/poetas-brasileiros/

http://www.jornaldepoesia.jor.br

http://educacao.globo.com/literatura/assunto/autores/adelia-prado.html

 

Objeto de Amar

 

De tal ordem é e tão precioso

o que devo dizer-lhes

que não posso guardá-lo

sem que me oprima a sensação de um roubo:

cu é lindo!

 

Fazei o que puderdes com esta dádiva.

Quanto a mim dou graças

pelo que agora sei

e, mais que perdôo, eu amo.

 

Casamento

 

Há mulheres que dizem:

Meu marido, se quiser pescar, pesque,

mas que limpe os peixes.

Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,

ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.

É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,

de vez em quando os cotovelos se esbarram,

ele fala coisas como “este foi difícil”

“prateou no ar dando rabanadas”

e faz o gesto com a mão.

O silêncio de quando nos vimos a primeira vez

atravessa a cozinha como um rio profundo.

Por fim, os peixes na travessa,

vamos dormir.

Coisas prateadas espocam:

somos noivo e noiva.

Texto extraído do livro “Adélia Prado – Poesia Reunida”, Ed. Siciliano – São Paulo, 1991, pág. 252.

 

Tão bom aqui

 

Me escondo no porão

para melhor aproveitar o dia

e seu plantel de cigarras.

Entrei aqui para rezar,

agradecer a Deus este conforto gigante.

Meu corpo velho descansa regalado,

tenho sono e posso dormir,

Tendo comido e bebido sem pagar.

O dia lá fora é quente,

a água na bilha é fresca,

acredito que sugestionamos elétrons.

Eu só quero saber do microcosmo,

O de tanta realidade que nem há.

Na partícula visível de poeira

Em onda invisível dança a luz.

Ao cheiro de café minhas narinas vibram,

Alguém vai me chamar.

Responderei amorosa,

Refeita de sono bom.

Fora que alguém me ama,

Eu nada sei de mim.

Texto extraído do livro “A duração do dia”, Ed. Record, 2010 – Rio de Janeiro (RJ), pág. 09.

 

Dona Doida

 

Uma vez, quando eu era menina, choveu grosso

com trovoadas e clarões, exatamente como chove agora.

Quando se pôde abrir as janelas,

as poças tremiam com os últimos pingos.

Minha mãe, como quem sabe que vai escrever um poema,

decidiu inspirada: chuchu novinho, angu, molho de ovos.

Fui buscar os chuchus e estou voltando agora,

trinta anos depois.  Não encontrei minha mãe.

A mulher que me abriu a porta, riu de dona tão velha,

com sombrinha infantil e coxas à mostra.

Meus filhos me repudiaram envergonhados,

meu marido ficou triste até a morte,

eu fiquei doida no encalço.

Só melhoro quando chove.

O texto acima foi extraído do livro “Poesia Reunida”, Editora Siciliano – 1991, São Paulo, página 108.

 

 Passeio

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Conhecem o Parque da Aclimação?

Localizado num dos bairros mais tradicionais da cidade, o parque foi criado no início do século XX para ser um lugar de criação de gado leiteiro.

Antigamente chamado de Jardim da Aclimação, o lugar era também procurado por famílias para lazer.

Foi a partir de 1983, face a ameaças de perda da área pela crescimento imobiliário, que os moradores do bairro se uniram num movimento de proteção ao parque. Adquirido pela Prefeitura em 1939, em 1986 foi tombado pelo CONDEPHAAT.

Cultura no Parque: “Três esculturas de Arcângelo Ianelli podem ser contempladas – “Dança Branca”, O Retorno” e “Forma Corrompida”.

 

Fauna e Flora

85 espécies de fauna, sendo nove de borboletas, seis de peixes (tuvira e cascudos), três de anfíbios (rã-touro, rã-cachorro e sapo-cururu) e 65 de aves.

No lago:  irerês, ananaís, frangos-d’água, além de garças, savacus, socós, martins-pescadores, biguás e biguatingas.

Aves: quero-quero, periquito-rico, joão-de-barro, sabiá-laranjeira, chopim, entre outras.  Além de espécies migrantes como: irré, bem-te-vi-rajado e juruviara. O parque abriga também a coruja-orelhuda e o gambá-de-orelha-preta, animais de hábito noturno.

O lago do Parque da Aclimação recebeu novo vertedouro que eliminou as enchentes no entorno e a retirada de 940 toneladas de lodo sólido. As mudanças melhoraram a qualidade ambiental do lago e contribuíram para a drenagem da região da bacia do córrego Pedra Azul.

Atualmente, o parque abriga um lago, concha acústica, jardim japonês com espelho d’água, aparelhos de ginástica, pista de cooper e caminhada, além de playgrounds infantis, paraciclo e campos de futebol, voleibol e basquetebol.

 

Fontes:

https://www.facebook.com/ParqueDaAclimacao/?fref=ts

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/meio_ambiente/parques/regiao_centrooeste/?p=5728

Aclimação é um bairro localizado na região central da cidade de São Paulo.

Pertence ao distrito da Liberdade, administrado pela Subprefeitura da Sé.

Limita-se com os bairros: Paraíso, Liberdade, Vila Mariana, Vila Deodoro e Morro da Aclimação.

 

Parque da Aclimação

Horário de funcionamento: diariamente, das 6h às 22h.

End.: Rua Muniz de Souza, 1119 – Aclimação – Centro-oeste – São Paulo.

Tel.: (11) 3208-4042.

 

 

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