ÁGUA DE REÚSO DRIBLA A FALTA DE ÁGUA, REDUZ O CUSTO E COLABORA COM A SUSTENTABILIDADE DO PLANETA

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ÁGUA DE REÚSO

DRIBLA A FALTA DE ÁGUA, REDUZ O CUSTO E COLABORA COM A SUSTENTABILIDADE DO PLANETA

Durante anos, muitos ambientalistas insistiram em tentar, quase que inutilmente, alertar a população para a falta iminente de água.

De repente, o assunto passou a ser ouvido, discutido e vivido entre quase todos os brasileiros que buscaram alternativas para amenizar a situação, cujos efeitos óbvios refletiram de forma significativa em seus bolsos.

Uma das alternativas adotada por diversos condomínios, além, é claro, da conscientização diária entre os próprios condôminos quanto à necessidade de se economizar água, é a utilização de água de reúso nas áreas comuns do prédio com a possibilidade, no caso de uma crise híbrida, de utilização também pelas unidades autônomas nos vasos sanitários e limpeza, e ainda, para uso humano, se tratada.

Mas o que seria essa água de reúso?

Trata-se da implementação de uma pequena estação de tratamento de água de chuvas, de mina e, em alguns casos, reaproveitamento das águas utilizadas no banho e em pias de cozinhas.

Praticamente todos os condomínios passaram a adotar o sistema de água de reúso de chuva e de mina, em virtude do baixo custo para a implantação do sistema que é simples e rápida, já que a maioria das edificações possui reservatórios de escoamento para águas pluviais.

Muitos empreendimentos já contam com um reservatório para a água da chuva que, antes, era bombeada para fora do condomínio diretamente para a rua e, hoje, é utilizada na limpeza das áreas comuns e na rega das plantas.

Conforme informado acima, a obra é relativamente simples, consiste em inverter o bombeamento da água, ou seja, em vez de bombear a água coletada para fora do condomínio, ela é levada por meio de uma bomba e de um novo encanamento para os pontos onde será usada, como as torneiras das áreas comuns onde se acoplam mangueiras – seja para limpeza ou para molhar as plantas.

Vale lembrar que, para fins de votação em assembleia, a aprovação dessa obra pode ser considerada necessária devido à falta de água generalizada.

A economia estimada em um sistema desse tipo gira em torno de 20% a 30% de redução no custo da água utilizada nas áreas comuns.

Nos empreendimentos que não contam com reservatório, a opção é a contratação de profissionais especializados para elaboração de projetos compatíveis ao empreendimento que deve contar com, no mínimo, um espaço para uma caixa d’água extra, além do sistema de captação da chuva que aproveitará as calhas que geralmente já estão instaladas na edificação, cujo custo é de aproximadamente R$ 20 mil reais por torre.

Projeto executivo em 3 D de Sandro Passos - Master Soluções Metálicas

A redução significativa na conta da água, além de proporcionar o retorno do investimento da obra, garante ao condomíniouma reserva extra de água e colabora com a sustentabilidade do planeta.

Por Cristiane Bortolossi Administradora e Síndica Profissional

Cristiane Bortolossi Assessoria Imobiliária Personalizada

Contato: cristianebortolossi@gmail.com
Fotos: Divulgação12512657_617866391702683_1999686003926825218_n

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