Dicas de peças teatrais e filme

na selva das cidadesNa Selva das Cidades – Em Obras

Mundana companhia já conquistou espaço na cena teatral paulistana.

Na sua sétima peça, Na Selva das Cidades – Em Obras, de Bertolt Brecht, o grupo compartilha com o público o seu processo de criação deste trabalho.

O espetáculo nasceu a partir de um processo de investigação de treze meses, realizado entre outubro de 2014 e outubro de 2015, em torno dos temas propostos no texto.

Foram realizadas análises do texto e mesas interdisciplinares com profissionais convidados, além de imersões coletivas em contraditórios lugares como Favela Ipanema e Favela do Escorpião em Aricanduva, Arthur Alvin, Itaquera, Região do Baixo Augusta, região no entorno da Estação da Luz, etc. Além disso, o grupo esteve na  Berrini, onde se localizam prédios de alto luxo, mas que foram construídos a partir da desapropriação de comunidades.

Na Selva das Cidades – Em Obras mostra a luta entre dois homens numa metrópole americana. Não se sabe o motivo dos conflitos, mas toda a cidade está envolvida nesse caso.

Como as apresentações são, na verdade, parte do processo de criação e as cenas estão sempre inacabadas porque podem ser revistas, interferências sonoras e visuais entrarão em cena por meio de um canal de comunicação de ”intranet”, idealizado pelo artista plástico e videomaker Éder Santos Júnior.

O público pode e deve usar os seus próprios celulares, que receberão conteúdos desenvolvidos especialmente para a ocasião.

Estamos realizando um trabalho ‘aberto’ para que o tempo, os artistas envolvidos nele, o público e a própria dinâmica do trabalho possam nos dar respostas que, inclusive, podem ser negadas no decorrer da sua existência. Este é o caráter do EM OBRAS”, explica Aury Porto, ator, produtor e um dos fundadores da mundana companhia.

 

Ficha Técnica

Atores Aury Porto, Carol Badra, Guilherme Calzavara, João Bresser, Lee Taylor, Luah Guimarãez, Luiza Lemmertz, Mariano Mattos Martins, Vinícius Meloni

Texto Bertold Brecht

Tradução Christine Röhrig

Direção Cibele Forjaz

Assistente de Direção Gabriel Máximo

Treinamento Corporal Lu Favoreto

Treinamento Vocal Lucia Gayotto

Direção de Cena Renato Banti

Direção Musical Guilherme Calzavara

Músico em Cena Marcelo Castilha

Desenho de Som Ivan Garro

Direção de Arte/Cenografia Laura Vinci

Assistente de Direção de Arte/Cenografia Marília Teixeira, Flora Belotti e Tati Tatit

Figurinos Joana Porto e Diogo Costa

Assistente de Figurino/Camareiro Rogério Pinto

Iluminação Alessandra Domingues

Assistente de Iluminação/Operação de Luz Laiza Menegassi

Vídeos Éder Santos Júnior

Assistente de Vídeo Yghor Boy

Fotos Renato Mangolin e Yghor Boy

Programação Visual Mariano Mattos Martins

Assessoria de Imprensa Adriana Monteiro

Idealização e Direção de Produção Aury Porto

Produção Executiva Bia Fonseca

Assistente de Produção Mariana Oliveira

Concepção Artística e Realização do Projeto mundana companhia

 

SERVIÇO

Espetáculo | NA SELVA DAS CIDADES – EM OBRAS OCUPAÇÃO #3

Dias 19 de março a 15 de maio, sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 18h

Teatro

Capacidade 80 espectadores

Duração 180 minutos

Ingressos: R$ 12,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$ 20,00 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e  R$40,00 (inteira).

Venda online a partir de 8 de março, terça-feira, às 17h30.

Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 9 de março, quarta-feira, às 17h30.

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

Observação: Recomendação do porte do celular durante o espetáculo e chegada com antecedência de quinze minutos ao local

O público deverá levar os aparelhos celulares individuais carregados para serem conectados ao sistema de “intranet” do espetáculo.

instagram.com/sescpompeia

facebook.com/sescpompeia

twitter.com/sescpompeia

SESC Pompeia – Rua Clélia, 93.

Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

cia-heriopolis

Cia de Teatro Heliópolis

Montagem poética fala de medo e violência em ambiente sensorial

A peça Medo, da Cia Teatro Heliópolis, foi escrita a partir de um fato real: os atentados de 2006 da cidade de São Paulo.

O foco da encenação está na memória das mulheres que perderam seus filhos através de fatos que deixaram marcas profundas na trajetória dessas mães.

O medo é o da violência já que nas grandes cidades todos estamos expostos a situações de risco.

Abordamos o efeito do medo que nos torna refém de uma situação, de uma lembrança. E quando tratamos do medo da violência esse efeito fica ainda mais latente, pois nos grandes centros estamos sempre expostos a situações de risco, comenta o diretor Miguel Rocha.

As cenas são contínuas e acontecem em diferentes espaços do casarão sede da companhia, no bairro do Ipiranga, no mesmo lugar em que viveu  a pianista, cantora e ativista cultural Maria José de Carvalho.

 

O objetivo é aguçar os sentidos do público (de no máximo 15 pessoas) numa atmosfera sombria, que traz fragmentos de memórias, mostradas de maneira nebulosa e num tempo não cronológico, onde passado, presente e futuro se misturam.

Segundo Miguel Rocha, “o espetáculo não pretende contar histórias, mas mostrá-las de forma poética através do campo das sensações”.

Ficha Técnica

Concepção e encenação: Miguel Rocha

Texto: Gustavo Guimarães Gonçalves

Elenco: Alex Mendes, Dalma Régia, Francyne Teixeira, Gustavo Rocha, Janete Rodrigues, Klaviany Costa, Lucas Ramos e Walmir Bess.

Instalação cênica: Samara Costa e Pinturas de Isabelle Benard

Figurino: Samara Costa

Iluminação: Toninho Rodrigues, Rodrigo Alves e Miguel Rocha

Sonoplastia:   Giovani Breissanin

Sonorização: Giovani Breissanin e Lucas Breissanin

Assessoria de imprensa: Eliane Verbena

Designer gráfico: Camila Teixeira

Realização: Companhia de Teatro Heliópolis

Serviço

 

Casa de Teatro Maria José de Carvalho

Endereço: Rua Silva Bueno, nº 1533, Ipiranga/SP. Tel: (11) 2060-0318

 

Temporada: 5 de março a 8 de maio

Horário: sábados e domingos, às 20h

Duração: 70 minutos. Gênero: drama. Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 20,00 (meia: R$ 10,00) – Somente com agendamento pelo ctheliopolis@ig.com.br. Capacidade: 15 pessoas

Aceita somente dinheiro. Não possui acessibilidade.

de onde eu te vejo

Dica de Filme

De onde eu te vejo

Denise fraga vive Ana, uma arquiteta que ganha a vida tentando encontrar pessoas que aceitem vender prédios e casas antigas para as grandes construtoras de arranha- céus. Domingos Montaugner é Fabio, um jornalista de talento que acaba perdendo o emprego. O casal acabou de se separar e está organizando a vida. Precisam aprender a aceitar a nova realidade e a solidão. Eles têm uma filha, Manuela, mas ela vai estudar Biologia em Botucatu.

Agora, como ter uma nova vida se eles são vizinhos? Os prédios ficam na mesma rua, um de frente para o outro, janela com janela!

Uma história deliciosa, contada por atores em ótima sintonia e que tem como pano de fundo a cidade de São Paulo, que muitas vezes é personagem do filme. A vida na metrópole está em constante transformação, assim como a vida do casal.

Ana conhece um homem, sai algumas vezes com ele… Fábio não se envolve com ninguém.

Será que eles conseguem ficar separados?

 

Denise Fraga Ana Lúcia

Domingos Montagner Fábio

Manoela Aliperti Manoela

Marisa Orth Olga

Juca de Oliveira Afonso

Fúlvio Stefanini Hélio

Laura Cardoso Yolanda

Laila Zaid Fernanda

Théo Werneck Kleber

Marcello Airoldi Marcelo

Diretor

Luiz Villaça

Roteiro

Leonardo Moreira, Rafael Gomes

Produção

Denise Gomes, Paula Cosenza

Produção Executiva

Marcelo Torres

Produtor Associado

Cacá Diegues

Direção de Fotografia

Alexandre Ermel

Direção de Arte

Vera Hamburger, Luana Demange

Figurino

Verônica Julian

Montagem

Marcola Marinho

 

http://globofilmes.globo.com/filme/deondeeutevejo/

Para saber mais detalhes da trajetória profissional do diretor:

http://teatropedia.com/wiki/Luiz_Villa%C3%A7a

http://www.bossanovafilms.com.br/diretor/pt/21/luiz-villaca

As belas locações do filme geraram matérias interessantes, fora do universo cinematográfico. Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem, por exemplo, destacou os pontos da cidade onde a trama acontece e o quanto ela deve agradar quem ama São Paulo:

http://www.viajenaviagem.com/2016/04/de-onde-eu-te-vejo

http://deondeeutevejofilme.com.br/

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