Junho está chegando, assim como as dicas da Nanda Rovere para os primeiros dias do mês

13086955_601187823382545_5478894557421001484_oRainhas do Orinoco, direção Gabriel Villela

O texto é do dramaturgo mexicano Emilio Carballido.

Na trama, duas coristas decadentes, Mina e Fifi, estão a caminho de um show, a bordo de um cargueiro no Rio Orinoco (para entreter trabalhadores de um campo petroleiro), mas o barco fica à deriva.

Toda a tripulação, menos um homem esfaqueado, desapareceu.

Direção Gabriel Villela

Estreia 13 de maio

Teatro Vivo

Sextas às 21h30; sábados às 21h00 e domingos às 18h00.

Teatro Vivo. Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 856,

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Observações:

Por Nanda Rovere

Rainhas do Orinoco – A peça, com direção de Gabriel Villela, fala das agruras de duas artistas com muita cor, poesia, música e um elenco de muito talento formado por Walderez de Barros, Luciana Carnieli e Dagoberto Feliz

http://www.deolhonacena.com.br/index.php?pg=3a1b&sub=34#linha

Desde a primeira vez em que tive a oportunidade de assistir a um espetáculo do diretor Gabriel Villela (O Concílio do Amor), o que me chamou a atenção foi a sua criatividade e mistura de cores.

Segundo o diretor, em Rainhas do Orinoco ele recupera o auge do circo-teatro nos anos 60, com uma musicalidade e um visual que valorizam a cultura popular.

Uma encenação que traz muitos elementos de Vem buscar-me que ainda sou teu, de Carlos Alberto Soffredini, que foi um dos grandes sucessos de sua carreira.

Gabriel também já dirigiu peças que saíram um pouco desse universo, mas sem deixar de lado a busca de um teatro que promova a emoção.

O universo de sua terra, Minas Gerais, é a principal inspiração e o diretor deixa a sua criatividade aflorar através de cenas que levam para o palco o onírico e um humor genuíno que ressalta o caráter poético de suas realizações.

Rainhas do Orinoco é uma alegoria da vida dos artistas e das dificuldades de se viver nos confins da América Latina (grotões, como se diz na peça).

Neste sentido, o texto do mexicano Emílio Carballido traz a metáfora da América Latina e de como é complicado sobreviver da arte.

A peça fala das mazelas do teatro e da vida mambembe, que também traz alegrias, claro, mas mostra como a necessidade do ganha pão de cada dia faz com que a esperança de dias melhores fique sufocada.

Nem sempre podemos mudar o nosso destino e o único jeito de não deixar o desespero nos derrotar é aceitar o curso da vida, deixar o barco correr.

Ter o pé no chão é importante, mas às vezes a capacidade de imaginação pode deixar as barreiras da vida mais suportáveis.

Na trama, duas atrizes decadentes, Mina (Walderez de Barros) e Fifi (Luciana Carnieli), estão navegando pelo Rio Orinoco, a caminho de um show para entreter trabalhadores de um campo petroleiro. Elas creditam que irão ganhar um bom dinheiro, mas Mina faz uma revelação que mostra que o trabalho não é glamoroso (como Fifi imaginava).

Para piorar a situação, elas descobrem que toda a tripulação do barco, menos um homem esfaqueado (Dagoberto Feliz), desapareceu.

A bela, fogosa e jovem Fifi é otimista e traz uma pureza de quem procura ver somente o lado positivo das coisas, enquanto que a sua companheira de viagem e de trabalho, Mina, é mais velha, experiente e não consegue compartilhar a mesma visão otimista da amiga. Trazem visões diferenciadas, mas têm em comum o amor pela arte.

O futuro dessas atrizes não é promissor e elas nunca conseguiram um reconhecimento que lhes garantisse um retorno financeiro.

Com delicadeza e poesia, o diretor ameniza a tragédia vivida pelas personagens e ressalta a importância do sonho para guiar uma trajetória pautada pela luta diária pela sobrevivência, mas que também garante um lugar para a magia e o desejo.

Para a concepção da montagem, Gabriel Villela bebeu na fonte do universo fantástico do escritor colombiano Gabriel Garcia Marquez e resgata a sua visão sobre a América Latina.

Caballido também lança mão desse artifício literário nas suas criações, evidenciando, assim, a dualidade sonho/realidade presente na trajetória das personagens.

A estética do circo-teatro, como já foi citado, é a linha mestra que rege esse espetáculo, num embate entre a vida imaginária perfeita e a realidade nem sempre animadora.

Os elementos cênicos que delimitam a ação são recheados de cor, luz, música, melodrama e humor.

Cenários e figurinos são inspirados nas cores e texturas da América Latina e causa deslumbre tamanha é a riqueza de detalhes e significados de cada objeto.

No cenário, assinado por Willian Pereira, com a contribuição primorosa de José Rosa e Maria do Carmo Soares, registro um destaque para o barco Stella Maris, que ocupa o palco no primeiro ato.

Shicó do Mamulengo, artista plástico e parceiro de Villela em diversas montagens, merece ser citado pela linda boca de cena (intitulada ¨Boca de Cena Equatorial¨, que traz elementos da fauna e flora, evoca a importância dos índios na nossa formação e lembra as cortinas dos teatros mambembes e cabarés que iluminam o mundão afora).

No figurino, as cores também são exuberantes e os detalhes minuciosos e mimosos ressaltam o caráter poético da encenação. Parece que estamos visualizando uma pintura que está colocada num altar muito especial.

A trilha sonora é sempre marcante nas direções de Villela. As canções da América Latina, cantadas na voz de Cascatinha e Inhana, ganham vida nas vozes de Walderez e Luciana Carnieli.

Dagoberto Feliz é o responsável pela execução das músicas e também ocupa diversos papéis no decorrer da apresentação.

Walderez e Luciana transmitem um relicário de emoções, com interpretações impecáveis nas entonações de voz, nos gestos e movimentações. São duas excelentes profissionais, que mergulham de corpo e alma nas nuances de suas personagens.

As atrizes conseguem dar o tom perfeito de comédia e estão em ótima sintonia, com graciosidade e carisma, sem deixar que a encenação perca o dinamismo.

Nas palavras de Villela, ¨a peça é um depoimento humanista de alguém que enxerga através da comédia e do melodrama a existência de dois seres humanos desprotegidos na carne e nos grotões da América Latina”. O diretor tem a sensibilidade de conseguir transpor para a cena a situação angustiante das personagens e ao mesmo tempo oferecer ao público uma encenação que prima pela magia.

Do início ao fim, o público é brindado com cenas inventivas e lúdicas. Uma simples caixinha ganha diversas funções no decorrer da encenação e isso acontece com outros diversos objetos, como fitas, chapéus e bexigas.

O final do espetáculo é de uma delicadeza que impressiona. Através de um ritual simbólico e cheio de sensibilidade, Villela transforma um momento triste em sublime poesia, com referências ao imaginário religioso do povo, seja ele latino, brasileiro ou especialmente mineiro.

Nesses dias tenebrosos, sobretudo na área política, só mesmo a arte para deixar os nossos dias mais proveitosos e animados.

Quer ir e se encantar no teatro? Corre para o Vivo e assista Rainhas do Orinoco. Mais uma peça do programa Vivo Encena que merece muitos aplausos (e casa cheia).

Rainhas do Orinoco traz o talento de um diretor, mas vale ressaltar que toda a equipe técnica e criativa contribui para que a produção seja impecável. Villela sempre faz questão de ressaltar a qualidade de todos que trabalham com ele nos seus espetáculos.

Obs: Coloquei em críticas, mas ressalta que são observações de quem acompanha a carreira do Gabriel desde o início e vê o seu trabalho como a realização de um artista que valoriza a nossa cultura, sobretudo interiorana mineira, e sempre conta com artistas competentes no elenco e equipe técnica.

Face da peça: https://www.facebook.com/rainhasdoorinoco/?fref=ts

Comunidade GABRIEL VILLELA: https://www.facebook.com/groups/133795370015657/?fref=nf

 

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Mais um teatro em Sampa: Morumbi Shopping

O Teatro Morumbi Shopping

No Facebook : https://www.facebook.com/teatromorumbishopping/?fref=ts

https://www.facebook.com/parataolongoamor/?fref=ts

Inauguração com a peça Para Tão Longo Amor. Texto de Maria Adelaide Amaral; Leopoldo Pacheco e Regiane Alves no elenco.

Capacidade para 250 espectadores.

Sinopse da Peça

Raquel é uma escritora que beira os 30 anos e acredita que com a sua poesia será uma pessoa livre. O editor Fernando, mais maduro (55 anos), coloca a sua certeza em xeque.

Sextas e sábados, às 21h00, e domingos, às 19h00

Ingresso: R$ 70,00.

Av. Roque Petroni Jr, 1089

Direção Carlos Gradim e Yara de Novaes

Teatro Adulto – Matérias

Entrevistas – Leopoldo Pacheco e Regiane Alves estreiam o espetáculo Para Tão Longo Amor no novo Teatro Morumbi Shopping

http://www.deolhonacena.com.br/index.php?pg=3a2b&sub=83#linha

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ENTREVISTA COM O ATOR LEOPOLDO PACHECO

O ator estreia na próxima sexta, 20, o espetáculo Para Tão Longo Amor, que inaugura o Teatro Morumbi Shopping. No palco, ele contracena com a atriz Regiane Alves. O Texto é de Maria Adelaide Amaral e a direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim.

Sinopse da Peça: Raquel é uma escritora que beira os 30 anos e acredita que com a sua poesia será uma pessoa livre. O editor Fernando, mais maduro (55 anos) coloca a sua certeza em xeque.

Sobre a sua participação em Tão longo amor, Leo Pacheco ressalta que o processo de ensaio está uma delícia e que ficou muito feliz quando apareceu a possibilidade de montar esse texto (a convite de Regiane Alves).

Também elogiou a autora, Maria Adelaide Amaral: ¨Adoro a Maria Adelaide. O primeiro trabalho que fiz na televisão foi Um só coração, do Alcides Nogueira e da Adelaide¨, lembra.

Ressalta que gosta de fazer TV, mas que é um homem de teatro e tem um prazer enorme de estar no palco porque o teatro está no seu sangue. É o primeiro texto da Maria Adelaide que o ator interpreta nos palcos.

Também é a primeira vez que trabalha com Regiane no teatro. O ator elogia muito a atriz pelo seu talento e pela sua dedicação à produção do espetáculo. ´É um prazer enorme trabalhar com ela, declara.

De acordo com o ator, o que mais o instiga na obra é a diferença de idade entre os personagens e a construção do texto, que trabalha com o passado e presente. ¨Essas mudanças de estado em cena são para mim e para Regiane um exercício muito profundo de teatro e isso é muito interessante para o nosso fazer diário de teatro”, diz.

Sobre o novo teatro, declara: ¨Estou muito orgulhoso de inaugurar esse teatro e sinto uma certa vaidade do nosso espetáculo ser o primeiro a acontecer dentro desse espaço. Estamos começando a povoar o espaço com a nossa energia e tem sido uma experiência deliciosa¨, afirma elogiando a competência de Clarissa e Fernando Padilha, gestores do teatro.

Leopoldo Pacheco tem uma trajetória pautada por espetáculos de teor dramático, com alto valor da palavra. Nesse espetáculo, no entanto, a expressão corporal tem uma importância fundamental nas cenas de embate entre o casal.

O ator destaca o trabalho de corpo realizado por Dani, que segundo o ator tem um olhar muito profundo relacionado ao corpo do ator e foi essencial para que as cenas ganhassem forte carga dramática.

Fiquem ligados: o ator estará na próxima novela das sete, da Rede Globo, Haja coração, de Daniel Ortiz.

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PARA TÃO LONGO AMOR POR REGIANE ALVES

Entre os seus últimos trabalhos no teatro estão Amor Perverso, da chilena Inês Stranger, com Cláudia Ohana e Helena Ranaldi e uma peça com Marilia Pêra, A Garota do Biquini Vermelho. Na TV, um dos seus papéis mais marcantes foi na minissérie A Muralha, de Maria Adelaide Amaral (a sua estreia na Rede Globo).

Regiane conheceu o texto através de sua produtora Lúcia e, desde então, carregava o desejo de encená-lo. A concretização do projeto demorou um pouco porque na época a atriz estava participando de uma novela e logo depois teve dois filhos, Antonio e João Gabriel.

Assim que teve oportunidade, começou a se debruçar na produção e chamou o ator Leo Pacheco para dividir a cena (eles trabalharam juntos na novela Beleza Pura, mas não contracenaram), e a diretora Yara de Novaes para assinar a direção.

Segundo Regiane, a peça é a história de uma poeta e um editor, que vivem uma história de amor, de ciúme, poder, diferença de idade e outras questões que prometem chamar a atenção do público.

A trama acontece no passado e presente, com Fernando vivendo a memória do que aconteceu com ele e a poeta.

Raquel é muito diferente de Regiane e isso a encanta muito nesse texto. Além disso, o que mais instigou a atriz foi o mergulho no universo das escritoras Ana Cristina César, Florbela Espanca e Sylvia Plath, fontes de pesquisas. Ela também assistiu ao documentário sobre a cantora Amy Winehouse, para entender o que se passa na cabeça de uma mulher que não consegue aceitar e entender o amor do outro. ¨É muito legal esse processo onde descobrimos autores novos. Isso é maravilhoso porque o ator nunca para de estudar¨, ressalta.

Para a atriz, Maria Adelaide é uma das grandes autoras vivas. ¨Ela traduz o que é a essência do sentimento de maneira muito especial. Além disso, ela admira muito a Yara (de Novaes) e essa parceria torne-se muito interessante¨, elogia.

Com relação à estreia no novo teatro, a atriz, que é paulistana e atualmente mora no Rio, diz que a temporada nesse novo espaço foi um convite inesperado e foi muito especial por ser o espetáculo de inauguração.

Por fim, a atriz convida o público para assistir a uma grande história de amor.

Fiquem ligados: Seu próximo trabalho na TV será na novela A Lei do Amor, de Maria Adelaide Amaral (a próxima novela das 21h00 da Rede Globo). A atriz não falou sobre a sua personagem porque ainda não sabe detalhes.

Sinopse do espetáculo:

Conta a história de Raquel (Regiane Alves) e Fernando (Leopoldo Pacheco). Próxima dos 30, Raquel é uma escritora libertária e vigorosa. Ela deseja gozar de liberdades que acredita poder alcançar apenas com sua poesia. Fernando, editor renomado de 55 anos, criou sua empresa com a ex-esposa e é um homem decidido e maduro.

Ao se apaixonar, o casal dá um mergulho vertiginoso no questionamento de seus papeis neste relacionamento. Fernando deseja que Raquel se ocupe da divulgação de sua obra e na questão publicitária, enquanto a escritora deseja apenas se dedicar à sua arte. A peça mescla passagens do passado e do presente sempre permeada pelo universo da poesia e da literatura.

Leia também:

Para Tão Longo Amor estreia no Teatro Morumbi Shopping – São Paulo ganha um novo teatro

http://www.deolhonacena.com.br/index.php?pg=3a2b&sub=81#

Serviço:

Texto de Maria Adelaide Amaral. Leopoldo Pacheco e Regiane Alves no elenco.

Capacidade para 250 espectadores.

Sextas e sábados, às 21h00, e domingos, às 19h00

Ingresso: R$ 70,00.

Av. Roque Petroni Jr, 1089

Direção Carlos Gradim e Yara de Novaes

No mesmo teatro:

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Barbatuques

O grupo paulistano com 18 anos de carreira é conhecido internacionalmente por sua

música corporal. A estreia será dia 4 de junho, sábado, às 15h, inaugurando a programação familiar do Teatro

Barbatuquices, o novo trabalho, é uma “aula-espetáculo” na qual o público interage com os integrantes do grupo através de brincadeiras com o corpo. A idéia é mostrar que o corpo pode criar sons.

Integram o repertório do show sucessos do grupo como Tá Caindo Fulô e Marinheiro Só (ambas de domínio público), composições Também inéditas em palco, Mãos à Obra e Pé na Tábua (Helô Ribeiro) e O Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi), e por fim, clássicos do repertório do grupo: Barbapapa’s Groove (Fernando Barba); Hit Percussivo (Fernando Barba e Giba Alves) e Quem Som? (João Simão).

Ficha Técnica

Direção artística e concepção: Núcleo Barbatuques. Direção musical: Fernando Barba. Músicos: André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Fernando Barba, Flávia Maia, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein, Taís Balieiro. (Esta atração é realizada com seis integrantes).

Serviço

Barbatuquices no Teatro MorumbiShopping. Av. Roque Petroni Júnior, 1089, Piso G1 – Jardim das Acacias, São Paulo. Temporada: de 4 de junho a 3 de julho. Sábados e domingos, às 15h.Ingressos: R$ 50 (meia-entrada: R$ 25). Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 13h às 20h. Sexta e sábado, das 13h às 21h e domingo, das 13h às 19h. Telefone: 5183-2800. Estacionamento Comum: até 2 horas – R$ 15,00. Estacionamento

Para saber mais:

http://www.deolhonacena.com.br/index.php?pg=4bb&sub=202#linha

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A peça A Merda (La Merda), primeiro texto teatral do italiano Cristian Ceresoli, é encenada pela primeira vez no Brasil.

Sozinha no palco, a atriz Christiane Tricerri vive uma atriz jovem e feia, que expõe a sua vida e pensamentos perante o público. Christiane também assina a direção da montagem.

Christiane Tricerri conquistou reconhecimento no teatro como integrante do Grupo Ornitorrinco, em sucessos como Ubu, Sonho de uma noite de Verão, A Megera Domada e A Comédia dos Erros, sob a direção de Cacá Rosset.

Entre os trabalhos fora do grupo, merecem destaque duas produções em que atuou e cuja direção assinou:  Patty Diphusa, de Pedro Almodóvar e Pagu Que, de sua autoria, baseado em textos de Patrícia Galvão, a Pagu.

Além do seu talento, Christiane sempre chama a atenção pelo seu espírito libertário, demonstrando não ter pudor na sua vida profissional.

Diversas matérias que abordam a sua carreira, por exemplo, citam a cena de nudez que protagonizou no espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, em pleno Central Park. O episódio ocasionou a sua aparição na Playboy americana.

Segundo informações contidas no release enviado à imprensa, Christiane apresenta esse espírito despojado em A Merda.

A atriz está nua em cena, durante toda a apresentação. Sobre um pedestal, em meio a um holofote e com a voz amplificada, a sua personagem demonstra ferocidade brutal e fúria assassina e faz de tudo para que a sua fala seja ouvida. “É um texto feroz, impactante, cru, de humanidade e poesia à flor da carne”, declara.

Ficha Técnica e Serviço:

Autor: Cristian Ceresoli

Direção e Interpretação de Christiane Tricerri

Baseado na criação original de Silvia Gallerano e Cristian Ceresoli

Texto: Cristian Ceresoli

Tradução: Francisco Ancona

Assistência de Direção: Lianna Matheus

Cenografia: Alvaro Egas e Viviane Tricerri

Desenho de Voz: Maestro Marcello Amalfi

Desenho de Corpo: Mônica Monteiro

Preparação Corporal: Nicolas Trevijano

Ano passado indiquei no Blog. A peça estava em cartaz no Sesc Belenzinho e agora será apresentada no Espaço Parlapatões

Espaço Parlapatões (100 lugares)

Praça Franklin Rooselvelt, 158 – Consolação

Informações: (11) 3258-4449

Bilheteria: Terça a quinta, das 16h às 21h; sexta e sábado, 16h à meia-noite, domingo, 16h às 20h. Formas de Pagamento: Dinheiro e todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Estacionamento credenciado: Garagem Imeri (Franklin Rooselvelt, 194). Lanchonete, ar-condicionado e acesso para pessoas com deficiência.

Vendas: www.ingressorapido.com.br / 4003.1212

Sexta às 21h | Sábado às 22h | Domingo às 20h

Ingressos: R$ 40

Duração: 60 minutos

Censura: 18 anos

Sessão para convidados: dia 06 de maio, sexta, às 21h00

Reestreia dia 30 de abril de 2016

Curta temporada: até 19 de junho

Site: www.christianetricerri.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/A-Merda-487378494750793/

 

Se você estiver em Piracicaba e região, uma dica é visitar Santa Olímpia e Santana, bairros que receberam imigrantes da região de Trento,Itália.

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Santa Olímpia é um lugar sossegado e que traz detalhes que lembram a tradição italiana, como a Festa da Polenta e o Café Tirol (Nos moldes dos cafés europeus, especialmente das capitais do Tirol histórico (Trento, Bolzano e Innsbruck). Na cidade existe também um coral, o Stella Alpina.

¨A primeira impressão de alguém que chega ao pequeno bairro rural de Santa Olímpia é a de ter encontrado em meio ao verde da paisagem uma pequena aldeia de montanha: uma igreja central, rodeada por uma ampla e tranquila praça, enfeitada com belas flores e verdes árvores; logo ao lado, é possível ver as pequenas e estreitas ruas, como aquelas das aldeias européias, com janelas e portas que dão diretamente para a rua¨.

Incentivados pela família Stenico, originária do Distrito de Romagnano e que estava no Brasil desde 1877, outras famílias seguiram o mesmo caminho da emigração. Em dezembro de 1881, deixaram o Tirol as famílias Correr, Forti, Brunelli e Pompermayer (Distrito de Romagnano), Degaspari (Distrito de Sardagna), Christofoletti (Distrito de Cortezano).

A religiosidade é marcante, pois na frente de muitas casas existe um altar montado especialmente para a Santa Olímpia. Muito interessante!

Festa da Polenta: tradicional festa que comemora a imigração trentina para a cidade de Piracicaba. Sempre realizada no último final de semana do mês de Julho, a Festa da Polenta reúne musica típica, gastronomia, danças folclóricas e a famosa hospitalidade trentina.

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Visite o Café Tirol:

http://cafetirol.com.br/

https://www.facebook.com/cafetirol

Abre sexta e sábado das 20h às 23h

Domingos, 14hàs17h/20h às 22h

Noite do Fondue no dia 10/06 (sexta-feira).

Reservas Limitadas!

Cardápio:
Fondue de Queijo (Acompanhamento: Pão italiano)
Fondue de Chocolate (Acompanhamentos: Frutas, Marshmallows, Suspiros)
Data: 10/06 (sexta-feira)
Horário: 20h00
Local: Café Tirol

Reservas
Ivan Correr
(19) 99185-8268 (Whatsapp)
contato@cafetirol.com.br

http://www.rotatirolesa.com.br/

http://www.santaolimpia.com.br/

Pontos de Visitação

http://www.rotatirolesa.com.br/

 

Santana:

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Em julho de 1877 a família de Bortolo Vitti e Maria Sartori Vitti e seus 10 filhos partem de Meano, Vigo-Cortezano, Trento, região do norte da Itália, situada nos Alpes, entre a Itália e a Áustria, no Tirol Trentino, em busca de uma vida melhor, pois as condições de vida eram precárias, devido às guerras, fome,escassez de emprego e família numerosa.

No dia 31 de Julho, a família embarca no porto de Genova, Itália, no navio NORD AMÉRICA, com destino ao Brasil. Receberam a oferta para trabalhar na fazenda Sete Quedas, de propriedade do Barão Joaquim Bonifácio de Andrade – Visconde de Indaiatuba, no cultivo do café e fazendo um contrato de 10 anos de trabalho.

Em 1° de Agosto 1893, a família tornava-se cada vez mais numerosa e mais uma vez com suas economias conseguem comprar a fazenda Sant’Ana, hoje denominado Bairro Santana, localizado no Município de Piracicaba, iniciando seus trabalhos no cultivo do café, algodão e produtos de subsistência e, mais tarde, a cana-de-açúcar, a qual predomina até hoje.

http://oespiritodolugar.blogspot.com.br/p/santana.html

Nas duas vilas você pode comprar vinhos. É só perguntar aos moradores a localização das famílias que vendem o produto.

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No Rio de Janeiro:

Cia OmondÉ narra histórias de condomínios no espetáculo Os inadequados

Para a criação do espetáculo a Cia partiu do seguinte princípio: Viver dividindo o mesmo corredor pode ser uma tarefa reveladora.

É a quinta produção da Cia, com direção de Inez Viana, direção de produção de Claudia Marques e elenco formado por Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Juliane Bodini, Junior Dantas, Leonardo Bricio, Luis Antonio Fortes, Marta Paret e Zé Wendell.

A temporada de estreia acontece no Teatro Ipanema, Rio de Janeiro, de 4 a 27 de junho, sábados e segundas às 20:30h, e domingos às 19:30h, com ingressos até 30 reais.

Os inadequados é uma metáfora das relações humanas, onde os atores narram  cartas reais de moradores que reclamam de barulho, sexo, animais, música, entre outros problemas típicos de quem divide o mesmo espaço com outras pessoas, que são na maioria desconhecidas.

Poemas de Thiago Mello, Calderón de la Barca e Wislawa Szymborska, foram incluídos na dramatrugia da peça.

O objetivo é promover reflexão sobre o ser humano:  A sensação que temos é que a palavra do momento é intolerância. Talvez não seja só uma sensação… Por isso, acho que estamos precisando falar disso. E começamos por nós, pelo que está perto, pelo que conhecemos ou pensávamos conhecer, pelo que não suportamos, pelo que achamos inepto. Então, cada um de nós trouxe para a Cia o livro de cartas de reclamações do condomínio de seu prédio e foi aí que nos demos conta que temos mais vizinhos que imaginávamos. E eles têm opiniões e muitas reclamações. Às vezes iguais às nossas, pois reclamam das mesmas coisas, às vezes diferentes, bem diferentes de como pensamos. Mas todos, sem exceção, querem respeito, igualdade e atenção. E podemos notar também o quanto somos intolerantes e egoístas. Viver sob o mesmo corredor pode ser uma tarefa reveladora, e só no convívio com o outro nos percebemos, nos espelhamos e até nos escutamos –, comenta a diretora Inez Viana.

Ficha Técnica

Texto: Cia OmondÉ

Direção: Inez Viana

Direção de Produção: Claudia Marques

Elenco: Cia OmondÉ – Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Juliane Bodini, Junior Dantas, Leonardo Bricio, Luis Antonio Fortes, Marta Paret e Zé Wendell (stand in: Helder Agostini)

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Cenário, figurino e direção musical: Cia OmondÉ

Colaboração dramatúrgica: Helder Agostini

Colaboração coreográfica: Dani Amorim

Programação visual: Daniel de Jesus

Assessoria de imprensa: Ney Motta

Fotos de Divulgação: Elisa Mendes

Assistentes de direção: Helder Agostini e Lucas Lacerda

Assistente de produção: Thamires Trianon

Produção executiva: Jéssica Santiago

Realização: Fábrica de Eventos e Eu+Ela

Serviço

Local: Teatro Ipanema. Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema, Rio de Janeiro (tel. 3594-2690)

Temporada: 4 a 27 de junho, sábados e segundas às 20:30h, e domingos às 19:30h

Funcionamento da bilheteria: de quarta a domingo das 14h às 20h

Vendas pela internet: http://www.compreingressos.com

Ingresso: R$ 30,00 (inteira)

Classificação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Bom passeio e diversão!

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Visitem o meu site De Olho na Cena

http://www.deolhonacena.com.br

Teatro, shows, cinema e muito mais!

 

 

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