Dicas culturais da Nanda Rovere – tem teatro, música, exposição e poesia

SSSS

O excelente Salamaleque está em cartaz no Teatro Eva Herz

Numa cozinha, onde está preparando os quitutes para uma festa muito especial, Elizete conta a história muito bonita de sua família síria.

Resgata, de maneira tocante, as cartas de amor trocadas entre os avós – Nicolau Antônio Arbex e Nadime Neif Name, durante o período do noivado, na década de 1930, e já na chegada no Brasil.

A ambientação merece destaque: a cozinha de um galpão abandonado na Rua Florêncio de Abreu, na região da Rua 25 de Março, em São Paulo. Nesse lugar, Elizete prepara pastas de grão-de-bico, água aromatizada e pão com zátar.

Vale dizer que Salamaleque tem consultoria gastronômica de Graziela Scorvo Tavares; cenografia e figurinos de Chris Aizner; iluminação de Guilherme Bonfanti e trilha sonora instrumental original de Sami Bordokan. Em parceria com o irmão William Bordokan, Sami assina músicas inspiradas nas canções do folclore sírio-libanês do começo do século 20.

“Meu bisavô dizia que todo retirante árabe, se for obrigado a deixar a sua pátria, deve levar na sua mala livros, pão com azeite e zátar (tempero característico da culinária árabe) e todas as lembranças que couberem na sua memória.” As palavras de Valéria, proferidas por seu bisavô em 1910, foram inseridas no texto como parte da memória familiar desde a sua estreia.

Entrevista com a atriz Valéria Arbex

http://www.deolhonacena.com.br/index.php?pg=3a2b&sub=33#linha

Ficha Técnica:

Idealização do projeto: Valéria Arbex. Realização e Coordenação Artística: Cia.Teatral Damasco. Direção: Denise Weinberg e Kiko Marques. Dramaturgia: Alejandra Sampaio e Kiko Marques. Atriz: Valéria Arbex. Cenografia e figurinos: Chris Aizner. Trilha sonora original: Sami Bordokan. Iluminação: Guilherme Bonfanti. Fotos: Lenise Pinheiro. Consultoria gastronômica: Graziela Scorvo Tavares.  Cenotécnico:  Mateus Fiorentino. Produção:  Maris.. Assessoria de imprensa: Fernanda Teixeira / Arteplural. Projeto gráfico e ilustrações: Aida Cassiano. Glossário árabe / português: Mamede Jarouche. Operação de som e luz: Ricardo Barbosa. Supervisão Luz: Adriana Dham.

Serviço:

Salamaleque – Reestreia dia 16 de julho, sábado, às 18 horas, no Teatro Eva Herz, Livraria Cultura/ Conjunto Nacional – av Paulista, 2073. Bilheteria: 11 3170-4059.www.teatroevaherz.com.br

Duração: 60 minutos. Capacidade: 168 lugares / 5 vagas para cadeiras de rodas Classificação: 12 anos. Informações tel: 11 97499 4243 / email: ciateatraldamasco@gmail.com / site: www.ciateatraldamasco.comTemporada 16 de julho a 27 de agosto. Ingressos à venda pelo www.ingressorapido.com.br.

Ficha técnica equipe Teatro Eva Herz

Curadoria Artística: André Acioli

Gerência Técnica: Hélio Schiavon Junior

Assistente Operacional: Eduardo Cardoso

WW

Término do Amor no teatro Viga até o final de agosto.

O texto é inédito no Brasil

A peça fala, como o nome diz, do fim de um relacionamento amoroso.

Nesse espetáculo, existe um , segundo os realizadores: o autor ftancês Pascal Rambert propõe um embate ideológico, um combate verborrágico entre o casal que está se separando.

Elenco: Carolina Fabri e Gabriel Miziara (os personagens se chamam Carol e Gabi, assim como aconteceu na primeira montagem da peça com o nome dos atores que estavam em cena – Audrey Bonnet e Stanislas Nordey). Intermediação musical dramatúrgica (Drumaturgy) de Vinicius Calderoni.

“O que mais me tocou quando eu li Clôture de l’amour pela primeira vez foi a poesia do Pascal Rambert. Neste texto, ele descreve o final de um relacionamento como ninguém, sob dois pontos de vista, sob uma verdadeira dialética. E ele o faz de forma inusitada, em versos livres e muito ritmados, como uma partitura de música”, comenta a diretora e idealizadora do projeto Janaína Saudeau, que teve a ideia de incluir uma bateria na encenação.

Ficha técnica

Idealização do projeto: Janaína Suaudeau. Texto: Pascal Rambert. Tradução: Janaína Suaudeau com colaboração de Clara Carvalho e revisão de Eloïse Morhange. Direção: Janaína Suaudeau. Provocadora: Malú Bazan. Drumaturgy (interação musical dramatúrgica): Vinícius Calderoni. Orientação vocal interpretativa: Lucia Gayotto. Estudo do movimento: Joana Mattei. Elenco: Carolina Fabri – Carol, Gabriel Miziara – Gabi e Pedro Gongom – bateria. Cenografia: Ulisses Cohn. Iluminação: Aline Santini. Figurinos: Isabela Teles. Fotografias –Carla Trevizani e João Caldas. Design gráfico: Bruno Gonçalves. Produção executiva – Larissa Barbosa. Direção de produção: André Canto. Co-Produção: Janaína Suaudeau. Produção: Canto Produções.

Serviço

Duração: 90 minutos

Classificação etária: 12 anos

Local: Viga Espaço Cênico – Sala Viga – Rua Capote Valente, 1323. São Paulo / SP

Capacidade: 80 lugares.

Informações: (11) 3801-1843

Temporada: terças, quartas e quintas às 21h

Ingressos: R$ 20

Até 25 de agosto.

 

Coberturas de estreias em Sâo Paulo:

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Pré-estreia do delicioso musical O Grande Sucesso, no Teatro Vivo/SP – 11/08/2016

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Pré-estreia do espetáculo O Pai – 13/08/2016

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Estreia vip do monólogo O Impecável,  com Luis Fernando Guimarães – 15/08/2016

Olha eu e a Cris Bortolossi

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A Cris e O Luiz Fernando

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Fiquem Ligados: Esperando Godot estreia dia 9 de setembro

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Em “Esperando Godot”, escrita no pós-guerra (1943-1953) ele explora uma situação estática, o lugar é deserto, somente uma árvore ao centro. Dois velhos vagabundos, Vladimir e Estragon estão esperando Godot. Nada acontece e a atmosfera de vacuidade e monotonia não é alterada senão pela passagem de Pozzo e Lucky (respectivamente senhor e escravo) que, ao saírem fazem retornar o vazio. Para preencher o tempo, para enganar o tédio dos dias vazios e iguais, Vladimir e Estragon falam um com o outro mesmo sem ter o que dizer, travam brigas inúteis e refazem as mesmas perguntas, para assim preencherem o vazio da existência e para se darem ao menos, a impressão de existirem. ( trechos do release da Pombo Correio Assessoria de Imprensa)

 

Ficha Técnica

Texto: Samuel Beckett

Direção: Elias Andreato

Elenco: Elias Andreato (ESTRAGON), Claudio Fontana (VLADIMIR), Clovys Torres (LUCKY), Raphael Gama (POZZO)  e Guilherme Bueno (O MENINO)

Figurino: Gabriel Villela

Assistente de Figurino: José Rosa Neves

Bordadeira: Maria do Carmo Soares

Produtora de Figurino: Clissia Morais

Cenografia: Fábio Namatame

Trilha Sonora: Jonatan Harold

Coreografia: Melissa Vettore.

Iluminação: Wagner Freire

Técnico de Luz e Som: Cleber Eli

Cenotécnico: Cláudioboi

Diretor Assistente: André Acioli

Assistente de Direção: Daíse Amaral

Fonodióloga: Edi Montecchi

Camareira: Ana Lúcia Laurino

Produção: DNA Produções Artísticas

Direção de Produção: Daíse Amaral

Produtor Executivo: Jefferson Pedace

Assistente de Produção: Paula Tonolli

Identidade Visual: Elifas Andreato

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Programação Visual: Dib Carneiro Neto, Jussara Guedes e Suely Andreazzi

Fotos: João Caldas

Assistência de Fotografia: Andréia Machado

 

Serviço

Banco Bradesco oferece “Esperando Godot” de Samuel Beckett, em cena dois personagens , Estragon e Vladimir, aparentemente  esperam um sujeito de nome Godot. Nada é esclarecido a respeito de quem é Godot ou o que eles desejam. Os dois iniciam longos diálogos só interrompidos com a entrada de Pozzo e Lucky e com a entrada do menino que avisa que Godot virá no dia seguinte.

Duração: 80 min.

Onde: TUCARENA (Entrada pela Rua Bartira) Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes

Telefone: 3670-8455

Temporada: Sextas e Sábados às 21h / Domingo às 19h

Ingresso: R$ 50,00 (sexta), R$ 60,00 (sábados e domingos).

Classificação: 12 anos

Estreia: 09 de Setembro a 27 de Novembro de 2016.

Vendas online: http://www.ingressorapido.com.br / Central de Vendas: 4003-1212

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RAINHAS DO ORINOCO ESTREIA NO RIO DE JANEIRO !!! DIA 18 DE AGOSTO NO TEATRO SESC GINASTICO

Novo trabalho do mineiro Gabriel Villela, a comédia convida o espectador a fazer um passeio para o mais profundo da alma e da cultura latino-americana. Duas atrizes mambembes percorrem o Rio Orinoco representando seus amores, aventuras e desventuras. A trama é uma reflexão sobre a existência humana, sobre o nascer, o viver e o morrer.

Teatro Sesc Ginástico

18 – 28

AGOSTO

Qui Sex Sáb Dom

Quinta a sábado, 19h.

Domingos, às 18h.

Valores: R$ 5 (associados Sesc), R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20.

Av. Graça Aranha, 187- Centro. Tel: 2279-4027

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Exposição: Haroldo de Campos

O objetivo é aproximar novos leitores de sua obra. Na mostra, estão 20 poemas que possibilitam uma viagem na obra do poeta paulistano.

A exposição será dividida em três módulos. “Começos”, que fala sobre pontos de partida (numa visão não linear) na obra de Haroldo de Campos, que colhem o fio da meada em algum ponto para dobrá-lo e fazê-lo de novo. “Estrutura” destaca as imagens verbais que estreitam as nossas visões do mundo, e as questiona. “Explosões”, por fim, lida com as relações entre mobilidade do texto e do mundo no fazer poético.=

Na Casa das Rosas há o CENTRO DE REFERÊNCIA HAROLDO DE CAMPOS, com acervo de obras, depoimentos sobre as suas criações

Em sua própria produção poética, que inclui ensaios e traduções dos mais importantes autores da literatura mundial, Haroldo de Campos publicou mais de 30 volumes. Junto com seu irmão, Augusto de Campos, e o amigo Décio Pignatari, idealizou o movimento da poesia concreta, isto é, a palavra está associada ao visual, à música, artes plásticas.

http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_visual/hsroldo_de_campos.htm Casa das Rosas

+55 (11) 3285.6986 | 3288.9447 • contato@casadasrosas.org.br
Av. Paulista, 37 • Bela Vista • CEP 01311-902 • São Paulo • Brasil

Haroldo Eurico Browne de Campos nasceu em São Paulo, em 19 de agosto de 1929. Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo. Após ter publicado poemas e traduções na imprensa paulistana durante a década de 1940, lançou seu primeiro livro – O auto do possesso – pelo Clube de Poesia de São Paulo, em 1950.

Dois anos depois, formou o grupo Noigandres, com Augusto de Campos, seu irmão, e Décio Pignatari, ambos também estudantes da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Noigandres, palavra provençal de significado controverso, mencionada no décimo dos Cantos do poeta norte-americano Ezra Pound, também se tornou o título da revista publicada pelo grupo, em cinco números, durante dez anos (Noigandres I, 1952; II, 1955; III, 1956; IV, 1958; V, 1962).

Sua produção poética é indissociável de sua obra tradutória, registrada em inúmeros livros – desde Ezra Pound – Cantares (em colaboração com Augusto de Campos e Décio Pignatari, 1960) até a Ilíada de Homero (2 vols., 2002 / 2003), além das publicações póstumas. O que o singulariza como tradutor literário é não apenas seu amplo repertório linguístico-literário, desde textos hebraicos do cânon bíblico, até poetas contemporâneos seus, como Octavio Paz, Giuseppi Ungaretti e Konstantinos Kaváfis, passando por Dante e Goethe, pela poesia clássica chinesa e pelo teatro Nô japonês, além da poesia moderna de diversas línguas. Sua conceituação da atividade tradutória como “transcriação”, teorizada em inúmeros ensaios e textos introdutórios a suas traduções, torna-o internacionalmente uma referência singular no âmbito da tradução literária.

Sua atividade tradutória, também exercida como reflexão crítica sobre o fazer literário, sempre foi acompanhada de intensa atividade teórica, registrada em inúmeros ensaios sobre arte e literatura. Seu intenso intercâmbio com intelectuais de todo o mundo – como Umberto Eco, Roman Jakobson, Tzvetan Todorov, Octavio Paz, entre muitos outros – transparece em seus textos uma atenção singular para com o pensamento contemporâneo, paralelamente a um interesse erudito em desvendar o passado em suas fontes.  http://casadasrosas.org.br/centro-de-referencia-haroldo-de-campos/haroldo-de-campos

circum-lóquio
(pur troppo non allegro)
sobre o neoliberalismo
terceiro-mundista

Haroldo de Campos*

http://www.algumapoesia.com.br/poesia3/poesianet299.htm

4 de dez de 2013 – Caetano Veloso canta “Circuladô de Fulô”, canção criada sobre trechos do poema em prosa “Galáxias”, de Haroldo de Campos CIRCULADÔ …

 

CIRCULADÔ DE FULÔ

circuladô de fulô ao deus ao demodará que deus te guie porque eu não posso guiá eviva quem já me deu circuladô de fulô e ainda quem falta me dá

soando como um shamisen e feito apenas com um arame tenso um cabo e uma lata velha num fim de festafeira no pino do sol a pino mas para outros não existia aquela música não podia porque não podia popular aquela música se não canta não é popular se não afina não tintina não tarantina e no entanto puxada na tripa da miséria na tripa tensa da mais megera miséria física e doendo doendo como um prego na palma da mão um ferrugem prego cego na palma espalma da mão coração exposto como um nervo tenso retenso um renegro prego cego durando na palma polpa da mão ao sol

o povo é o inventa línguas na malícia da mestria no matreiro da maravilha no visgo do improviso tenteando a travessia azeitava o eixo do sol

e não peça que eu te guie não peça despeça que eu te guie desguie que eu te peça promessa que eu te fie me deixe me esqueça me largue me desamargue que no fim eu acerto que no fim eu reverto que no fim eu conserto e para o fim me reservo e se verá que estou certo e se verá que tem jeito e se verá que está feito que pelo torto fiz direito que quem faz cesto faz cento se não guio não lamento pois o mestre que me ensinou já não dá ensinamento

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Centro Cultural Hallyu em São Paulo

O objetivo é promover o intercâmbio entre a Coreia e o Brasil através de programação de cursos e eventos.

O espaço foi criado por Yoo,  empresária e autora dos livros Jovem Coreia, Brasil e Coreia: 50 Anos de Amizade e Aprendendo Hangul, entre outras publicações, que sentiu a necessidade de criar um espaço independente para promover o intercâmbio entre as culturas sul-coreana e brasileira.

“Muitas pessoas querem conhecer a cultura da Coreia por causa da proximidade dos dois países em função da instalação de grandes empresas coreanas por aqui. O público jovem também se interessa pelo K-Pop, estilo musical que vem conquistando fãs em todo o mundo, pelas histórias em quadrinhos e pelos vídeo games coreanos que fazem sucesso por aqui”, explica a idealizadora e diretora do projeto.

Segundo Yoo, a imigração coreana teve início em 1950, com a chegada dos ex-prisioneiros da Guerra da Coréia que sonhavam com uma vida melhor.

“Com o passar dos anos, a comunidade coreana cresceu por aqui, atingindo hoje de mais 60 mil pessoas, entre imigrantes e seus descendentes. Com isso, o Brasil passou a abrigar a segunda maior população coreana fora da Coreia. Em contrapartida, muitos brasileiros estão fazendo o caminho inverso e querendo viajar ou estudar na Coreia”, acrescenta Yoo Na.

De acordo com a assessoria de imprensa do centro cultural, para auxiliar quem quer estudar na Coréia, Yoo Na está comercializando uma boneca vestida com roupa tradicional, inspirada na sua foto de primeiro aniversário. O dinheiro arrecadado é destinado para um fundo de bolsas de estudos que são doadas para brasileiros.

 

CENTRO CULTURAL HALLYU

Endereço: Rua Guarani, 149, Bom Retiro, São Paulo

Site: http://www.centroculturalhallyu.com.br

e-mail: contato@centroculturalhallyu.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/centroculturalhallyu/

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Show do Ira em Porto Alegre

Depois de passar por São Paulo e Novo Hamburgo, o show de voz e violão chega a Porto Alegre, Recife, Natal e Fortaleza. E vale frisar, o rock que fez o sucesso do grupo permanece, mas com poucos instrumentos. É a primeira vez que  Nasi e Edgard Scandurra realizam esse formato de show.

Porto Alegre, dia 7 de setembro, no Teatro do Bourbon Country; Recife, dia 13 de outubro, no Teatro RioMar Recife; Natal, dia 14 de outubro, no Teatro Riachuelo e Fortaleza, dia 15 de outubro, no Teatro RioMar

No repertório, serão apresentados grandes sucessos da carreira, como “Flores em Você”, “Dias de Luta”, “Eu Quero Sempre Mais”, “O Girassol”, “Tolices”, “Tarde Vazia”, “15 Anos”, “Núcleo Base”, “Boneca de Cera” e também clássicos do lado B da banda como, “Mudança De Comportamento”, “Flerte Fatal”, “Bebendo Vinho”, “Um Dia Como Hoje”, entre outras.

Para saber mais:

http://www.opuspromocoes.com.br/

No site tem programação de teatro e shows da cidade de Porto Alegre

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Não deixem de visitar o meu site De olho na cena. Sempre com novidades culturais.

Como não consigo ser  (rs) e fazer matéria de tudo o que acontece, sobretudo sobre São Paulo, a minha cidade, coloco dicas na página do Facebook também.

Na minha opinião, a arte pode melhorar – e muito –  o mundo em que vivemos, e muitos artistas trabalham com esse objetivo.

Não é possível contemplar tudo o que acontece na vida cultural paulistana, muito menos brasileira, mas o objetivo é contribuir para que as pessoas encontrem aqui dicas e observações sobre as produções culturais.

https://www.facebook.com/sitedeolhonacena/

 

Valsa Brasileira

Para ouvir:

Chico Buarque

Compositor: Edu Lobo- Chico Buarque

 

Vivia a te buscar
Porque pensando em ti
Corria contra o tempo
Eu descartava os dias
Em que não te vi
Como de um filme
A ação que não valeu
Rodava as horas pra trás
Roubava um pouquinho
E ajeitava o meu caminho
Pra encostar no teu

Subia na montanha
Não como anda um corpo
Mas um sentimento
Eu surpreendia o sol
Antes do sol raiar
Saltava as noites
Sem me refazer
E pela porta de trás
Da casa vazia
Eu ingressaria
E te veria
Confusa por me ver
Chegando assim
Mil dias antes de te conhecer

mario-quintana

Abraço Da Nanda

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