Palhaços

Centro Cultural Banco do Brasil

apresenta o espetáculo

Palhaços

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Um dos mais importantes textos de Timochenko Wehbi, Palhaços, volta aos palcos em 2018, no Teatro I do CCBB Brasília, onde cumpre temporada de 25 de janeiro a 10 de fevereiro, em montagem estrelada pelo eterno trapalhão Déde Santana acompanhado do ator Fioravante de Almeida, sob a direção de Alexandre Borges. A peça fará a estreia nacional no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília e em 16 março chega ao Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo.

A tragicomédia, escrita por Timochenko Wehbi na década de 1970, narra a história de um palhaço que tem a sua rotina alterada ao se deparar com um espectador em seu camarim. O encontro entre Careta (Dedé Santana), verdadeiro nome de José, e Benvindo (Fioravante Almeida), um vendedor de sapatos, faz com que ambos questionem a vida e a própria existência de uma maneira espirituosa, opondo o palhaço profissional ao palhaço da vida.

Durante a conversa, os personagens passam a se provocar, como em um jogo entre essas figuras opostas, desestabilizando crenças e valores, que se desnudam e refletem acerca de suas escolhas. A todo instante, um dos personagens parece dominar a cena quando, com um simples gesto, o outro rouba a atenção e o poder momentâneo do diálogo. As distâncias e as proximidades existentes entre Careta e Benvindo, remetem à metáfora dos homens que lhes assistem na plateia. Palhaços é um convite à reflexão sobre o verdadeiro papel do artista, o que faz com que o público ultrapasse o espaço da lona, do espaço cênico, para ver de perto o verdadeiro palhaço.

Um dos destaques dessa montagem está na presença de Dedé Santana nos palcos, um ícone do humor, com décadas de trajetória nas artes da interpretação. Um embaixador do circo que traz ao personagem que interpreta maestria para o seu habitat natural, o circo. Dedé é filho de artistas circenses e já aos três meses de idade era personagem nos picadeiros. Ele, que está no imaginário de gerações de brasileiros, em um novo papel, pronto para mais um jogo cênico, no qual a relação dos atores com a plateia, se torna o grande trunfo do espetáculo.

Sinopse: A tragicomédia Palhaços, escrita pelo autor Timochenko Wehbi na década de 1970, narra o encontro do palhaço Careta (Dedé Santana), e do espectador, Benvindo (Fioravante Almeida), com direção de Alexandre Borges. Em uma conversa no camarim, os dois questionam sobre suas vidas, de uma maneira espirituosa, opondo o palhaço profissional ao “palhaço” do cotidiano.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto: Timochenco Wehbi

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Dedé Santana e Fioravante Almeida

Cenografia: Marco Lima

Figurino: Fábio Namatame

Iluminação: Domingos Quintiliano

Trilha Sonora: Otto e Dipa

Preparação Vocal: Madalena Bernardes

Coaching: Selma Kiss e Yasmim Sant’ Anna

Diretor de Palco: Mauro Nascimento

Contra Regra: David Nicholas

Fotos: Tatiana Coelho

Vídeo: Rústica Produções

Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

Direção de Produção: Camila Bevilacqua

Produtor Executivo Brasília: André Deca

Produtor Executivo São Paulo: Bruna Rosa

Coordenação do Projeto: F L O Produções

Idealização: F L O Produções e LadyCamis Produções

SERVIÇO:

 

LOCAL: CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil SP

Aberto de quarta a segunda, das 9h às 21h

Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – SP
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651/3652

Teatro: 140 lugares.

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado // Cafeteria e Restaurante.

Estacionamento conveniado: Estapar Rua Santo Amaro, 272

Valor: R$ 15,00 pelo período de 5 horas (Necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.

DATA: até 07/05 (Sábado 20h. Domingo 18h e Segunda 20h)

INGRESSOS: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

DURAÇÃO: 70 min

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

 

EQUIPE:

Timochenko Wehbi (autor) – Desponta nos primeiros anos 1970 através de uma dramaturgia construída sobre personagens densas, surpreendidas em momentos de solidão, memórias e lembranças, nas obscuras zonas que interligam o real e o imaginário. Formado em sociologia pela Universidade de São Paulo (USP), Timochenco acompanha vivamente o desenvolvimento do teatro na região do ABC paulista, sendo um dos fundadores do Grupo Teatro da Cidade, em Santo André, 1968. Sua estréia como dramaturgo ocorre em 1970, com a montagem de Emílio Di Biasi para A Vinda do Messias, um comovente monólogo que adquire, com o expressivo desempenho de Bertha Zemmel, uma generosa dimensão. Em dois tempos, a peça enfoca a ambigüidade dos sonhos da pobre costureira que almeja Messias, um homem e também, metaforicamente, a divindade. Na análise da professora Liana Salvia Trindade, a peça enfoca uma costureira cujos “anseios e aspirações restringem- se a exercer sua profissão, ter uma família, realizar-se afetivamente através da figura protetora de um marido. […] Rosa constrói as imagens de seu amante através de fragmentos extraídos de ídolos dos meios de comunicação de massa. Nesta impossibilidade efetiva de realização humana. O universo absurdo volta com ênfase na criação seguinte, de 1974, A Perseguição ou O Longo Caminho que Vai de Zero a Ene, onde duas figuras engalfinham-se numa ininterrupta corrida uma atrás da outra sem, contudo, se encontrarem. O diálogo entre elas é apenas aparente, sugerindo uma esfera absurda e fora da realidade. Ainda em 1974 é a vez de Palhaços, um duelo travado nos bastidores de um decadente circo, que opõe um palhaço profissional a um “palhaço da vida”. Situações que tocam o absurdo da existência humana são aqui desenhadas em diálogos ríspidos.Timochenco elabora seu último texto, Curto Circuito, em 1986, um psicodrama engendrado pelas experiências do autor quando trabalha junto a psicodramatistas, é um roteiro que situa um jovem estudante frente a um aprendizado ultrapassado e reacionário.

Alexandre Borges (diretor) – Com 32 anos de carreira, Alexandre Borges tem se destacado como um dos maiores atores do Brasil. Do elenco fixo da Rede Globo, já atuou em 25 novelas e 22 especiais na emissora. Além disso, 28 filmes marcam a sua trajetória nas telas de cinema. No teatro, Alexandre tem em seu currículo espetáculos apresentados no Brasil e no exterior e foi um dos fundadores do revolucionário Grupo Boi Voador; dirigido por Ulysses Cruz. Em “Muro de Arrimo”, retornou aos palcos, como diretor, o espetáculo aclamado pela crítica lhe rendeu Prêmio de Melhor Diretor em 2014. Após o sucesso da temporada Alexandre recebeu o convite para assinar a direção geral do especial “Muro de Arrimo” gravado pela TV CULTURA, marcando sua primeira direção para TV.

 

Dedé Santana (ator) – O diretor/roteirista/ator, desde os 3 meses de idade, isso em 1936, quando foi levado ao palco pela primeira vez, Dedé Santana vive de comédia. No rádio, nos palcos, nos picadeiros e desde que a TV existe, ele está lá, levando essa vida para que alguém, do outro lado, ria. Dedé fez de tudo: palhaço, trapezista, piloto do globo da morte, cantor, ator. Na base do acaso e do risco, aceitou fazer dupla com Renato Aragão, e surgiu a dupla que começou a fazer sua fama. Entre quadros de rádio, números em teatros e circo e esquetes da prototevê brasileira, Dedé guardava um sonho de infância, dirigir cinema. Artistas da jovem guarda fazendo versões descaradas dos sucessos do jovem rock’n’roll, e uma história ingénue sobre um garoto que tenta emplacar seu primeiro hit, Dedé e Didi eram os anti-heróis que ajudavam o rapaz a ganhar um festival de canções, mas o début de Dedé na direção foi um estrondo. Os jovens brasileiros, sedentos por macaquices. , lotavam cinemas e dançavam de pé nas cadeiras, recordes de bilheterias em 1966. Novos contratos para produções cômicas com seu novo parceiro. Tudo com vultosos resultados de público. A TV Excelsior cresceu os olhos e os convocou para um novo programa: Os adoráveis Trapalhões, a Globo, anos depois, chamou a dupla para um novo humorístico, mantiveram Trapalhões como alcunha. Dedé trouxe seu amigo de longa data, o carismático integrante dos Originais do Samba Mussum, Didi veio com um mineirinho que conheceu no rádio, Zacarias… e assim se deu o programa de humor mais bem-sucedido do Brasil, que ainda hoje desperta furiosas multidões no YouTube e em infinitas referências da atual cultura pop. Embaixador do Circo no Brasil, Dedé mantém o circo de pé.

 

Fioravante Almeida (ator) – Iniciou sua carreira com Antunes Filho. Em 1997 integrou a Cia. Uzyna Uzona no Teatro Oficina e ao lado de Zé Celso participou de inúmeros espetáculos, como a celebrada adaptação de OS SERTÕES, onde seu trabalho foi reconhecido pela revista alemã Theaterheute. No cinema atuou em “A Montanha”, “Augusta”, “A Encarnação do Demônio” e “Doze trabalhos”. Já na televisão participou das séries “9mm” na FOX, “Descolados” na MTV além de novelas como “Tititi” da Globo e “Vende-se um Véu de noiva” SBT, “Cúmplices de um Resgate” SBT e a série “Garota da Moto” FOX em parceria com SBT. Em 2014 interpretou o monólogo “Muro de Arrimo” de Carlos Queiroz Telles que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator, a mesma peça foi gravada e transmitida pela TV Cultura em Janeiro de 2016.

LUGIBI Assessoria de Imprensa – Fabio Camara

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“Chaplin, o Musical”

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“Chaplin, o Musical”

Aclamado por público e crítica, espetáculo com Jarbas Homem de Mello

volta aos palcos no dia 17 de maio, no Theatro Net SP

 

Terno, bengala, chapéu coco e um bigode robusto. Acrescente essas características a uma cena do cinema mudo. Quem vem logo à mente é Charlie Chaplin no papel de Carlitos, protagonista do filme “O Vagabundo”, lançado em 1915. Mais de um século se passou e Chaplin segue no imaginário popular. A partir de 17 de maio, o público brasileiro terá uma nova chance de ver Jarbas Homem de Mello dando vida a esse ícone da sétima arte com a reestreia de “Chaplin, o Musical”, que fica em cartaz no Theatro Net SP até 29 de julho. “Acho que fizemos uma temporada curta da última vez e devíamos isso ao público. Encerramos as apresentações em 2015 com a casa lotada”, explica Jarbas, em meio a sua preparação para voltar ao papel: “É o desafio de sempre: apagar o personagem do trabalho anterior e começar a construir o Chaplin de novo”.

E bota desafio nisso. Afinal, Jarbas interpreta Charlie Chaplin dos 13 aos 82 anos, o que envolve um trabalho minucioso de preparação. “O desafio aqui é conseguir fazer essa curva dramática porque é a história de um homem contada com diversos timbres de voz, com diversos gestuais, com a coluna mais ereta, com a coluna mais curvada… E conseguir fazer isso de uma maneira muito verdadeira e crível para que o público consiga embarcar nessa história comigo”, conta o ator, que foi assistido por 80 mil pessoas na primeira temporada, em 2015.

Claudia Raia atua mais uma vez nos bastidores. Ao lado de Sandro Chaim, ela produz a versão brasileira do espetáculo, que ganhou o Prêmio Cenym como Melhor Musical e levou o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Cenografia e, na mesma premiação, foi indicado a Melhor Musical, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção, Melhor Figurino, Melhor Versão e Melhor Musical por Voto Popular. “Sabíamos do sucesso, mas não podíamos imaginar que mais de dois anos depois o público ainda estivesse com a história que contamos tão presente. Ouvimos o apelo e a partir de 17 de maio ‘Chaplin, O Musical’ está de volta”, comemora Claudia.

A versão brasileira é assinada por Miguel Falabella e apresenta a trajetória de Charlie Chaplin desde sua infância pobre, em Londres, até o estrelato. Pessoas importantes na vida do personagem-título são levadas ao palco, como o irmão mais velho Sidney (Juan Alba), com quem tinha uma relação de cumplicidade; a mãe, Hannah (Naíma), talentosa cantora de teatro; Oona O’Neil (Myra Ruiz), sua quarta e última esposa; a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla); Fred Karno (Julio Assad), empresário do Music Hall londrino; e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone e responsável pela estreia de Chaplin no cinema.

Tornando-se Chaplin

Quem vê as fotos de Jarbas Homem de Mello caracterizado ao lado de imagens de Charlie Chaplin pode até ter um pouco de dificuldade para reconhecer de cara quem é quem. No palco, os trejeitos e a voz do ator, diretor e produtor inglês podem ser conferidos de perto pelo público. Para conseguir algo tão real, o brasileiro fez um mergulho profundo na vida do personagem que interpreta. Além de assistir aos filmes e ler sobre o artista, Jarbas fez aulas de circo e patinação e aprendeu a tocar violino.

Sua caracterização leva cerca de uma hora. Só para Jarbas, estão reservadas duas perucas, 20 bigodes e três bengalas. Tudo isso o ajuda na hora de dar vida a Chaplin desde a adolescência até a vida adulta. “É um personagem que começa muito jovem. Construir essa voz de uma pessoa jovem, o corpo, o gestual e levá-lo até os 82 anos acho que é a maior dificuldade”, pondera o ator brasileiro, que viu tanto trabalho e dedicação serem reconhecidos. Em 2015, além das críticas positivas a sua interpretação, ele ganhou o Prêmio QUEM de Melhor Ator de Teatro e foi indicado a Melhor Ator no Prêmio Bibi Ferreira.

Para Jarbas, o recomeço do mergulho na vida e obra de Chaplin foi bem antes de os ensaios começarem, em abril, mês de aniversário do ícone do cinema mudo. Durante sua viagem a Los Angeles, nos Estados Unidos, em janeiro, ele teve a chance de conhecer o Ace Hotel Downtown. Construído em 1927, era ali o teatro da United Artists, companhia fundada por Charlie Chaplin com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D.W. Griffith. “Fiquei todo arrepiado quando entrei. É um lugar muito lindo e tem muitas relíquias do Chaplin lá, como uma câmera que ele usava para filmar. Tem toda história das coisas que aconteciam ali dentro. Foi tudo muito inspirador”, relembra.

Para a família

Com classificação livre, “Chaplin, O Musical” é um programa para toda família curtir. “Não tem idade para se encantar com essa história. É tudo muito mágico. O cenário, a caracterização. Nós atravessamos nove décadas para contar essa história e isso fica evidente no palco. As crianças têm que vir porque é tudo muito encantador e emocionante. Meninos e meninas vão se identificar e curtir”, aposta Claudia.

“Chaplin, o musical” estreou originalmente no New York Musical Theatre Festival (2006) e passou pelo La Jolla Playhouse (2010) antes de chegar à Broadway, em 2012. No palco do Theatro Net SP, o espetáculo traz interpretações musicais grandiosas que incluem canções originais adaptadas e também cinco músicas compostas especialmente para a montagem brasileira. A narrativa ainda é enriquecida com projeções de trechos dos principais filmes dirigidos e encenados por Chaplin.

 

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Santander, com patrocínio da Prevent Senior, “Chaplin, o musical” fica em cartaz no Theatro Net SP, de 17 de maio a 29 de julho.

Números grandiosos estão de volta!

– 23 atores envolvidos (21 adultos, 2 crianças)

– 34 técnicos

– 65 pessoas empregadas

– 120 figurinos

– 5 músicas extras compostas especialmente para a versão brasileira

– 32 perucas (2 só para o Chaplin)

– 25 itens de postiçaria (bigodes, sobrancelhas e barbas) + 20 bigodes só para o Chaplin

– Estão sendo usadas 3 bengalas vindas de Londres, do mesmo tipo das que o Chaplin usava

– Fazem parte da cenografia réplicas de objetos e peças de antiquários de São Paulo

– O projeto do cenário é inglês

SERVIÇO

Período: 17 de maio a 29 de julho de 2018
Local: Theatro NET SP | Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Itaim Bibi) | 5º piso
Horários: Quinta-feira e Sexta-feira, às 21h. Sábado, às 17h e 21h. Domingo, às 18h.
Preços dos ingressos: de R$ 50,00 a R$ 200,00
Vendas pela bilheteria do teatro, sem taxa de conveniência. Pela Internet, no site www.ingressorapido.com.br, ou por telefone (4003-1212), ambas com taxa de conveniência.

Vendas Grupos – pelo email vendasvip@chaimproducoes.com e telefone (11 97242-8098)
Classificação Etária:
 Recomendação livre.

FICHA TÉCNICA

Ministério da Cultura e Santander apresentam:
“Chaplin, o musical”

Texto Original: Christopher Curtis e Thomas Meehan
Músicas e letras originais: Christopher Curtis
Versão Brasileira: Miguel Falabella
Direção: Mariano Detry
Produtores Associados: Claudia Raia e Sandro Chaim
Direção Musical e Vocal: Marconi Araújo
Coreografia: Alonso Barros
Diretora assistente responsável pela remontagem: Kátia Barros
Cenografia: Matt Kinley
Figurino: Fábio Namatame
Visagismo: Dicko Lorenzo
Design de Som: Tocko Michelazzo
Design de Luz: Drika Matheus
Design de Vídeo: Luciana Ferraz e Juliano
Elenco: Jarbas Homem de Mello, Juan Alba, Paula Capovilla, Naíma, Paulo Goulart Filho, Myra Ruiz, Julio Assad, Lorenzo Tarantelli, Renatinho, Amélia Gumes, Claudia Rosa, Jofrancis, Luana Zenun, Luiza Arruda, Mariana Tozzo, Talitha Pereira, Arthur Berges, Beto Macedo, Felíppe Moraes, Fhilipe Gislon, Gustavo Ceccarelli, Marcos Lanza, Maurício Alves
Assistente de Direção Musical: Eduardo Pereira
Regente: Marcel Balieiro
Diretora Residente: Sabrina Mirabelli

Apresentado por Ministério da Cultura e Santander
Patrocínio: Prevent Senior
Realização: Raia Produções, Chaim XYZ Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal do Brasil
Assessoria de imprensa: Mattoni Comunicação

SHOPPING INTERLAGOS COM PROGRAMAÇÃO MUSICAL NO MÊS DE MAIO

SHOPPING

 

A Programação musical de maio do Shopping Interlagos está imperdível!

Shows de renomados artistas são realizados nos horários de almoço e happy hour na área de alimentação

Quem não gosta de ouvir uma boa música no horário de folga, durante o almoço ou happy hour? É uma das melhores pedidas para relaxar na pausa do trabalho. O Shopping Interlagos oferece essa oportunidade aos frequentadores do complexo todos os meses, com shows especiais encabeçados por artistas de renome no cenário nacional. Em maio, a programação está especial.

No “Piano ao Ponto”, as atrações acontecem de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 15h. De 1º a 15/5, a pianista Margarida Garabedian apresentará grandes sucessos da MPB e do internacional. De 16 a 31, Elena Novoselecki, também pianista, fará as canções da MPB, como as interpretadas por Tom Jobim, Chico Buarque, Roberto Menescal, entre outros, e também o clássico Jazz. O saxofonista Mazinho fará sua apresentação especial no dia 25.

Às segundas-feiras noturnas do happy hour (das 19h às 21h30), as apresentações serão de Marcelo Papini, que com sua bela voz e seu violão cantará hits do POP Nacional. Nos anos 80, o artista gravou o sucesso “Vamos a La Playa!”. Às terças, o saxofonista Junior Keller, integrante do grupo “The Clevers” (Os Incríveis), tocará MPB e Jazz. Ele já gravou ao lado de grandes músicos brasileiros, como Jerry Adriani, Carlos Gonzaga, Sergio Reis e Demetrius.

Nas noites de quartas, Cláudio Duarthe representará as músicas do estilo MPB e POP nacional. Duarthe, que fez parte do grupo Trovadores Urbanos, trabalhou com músicos que fizeram história no país, como Alaíde Costa, Maricene Costa, Lucila Novaes, Luanda, Deysi Cordeiro, Regina Machado, Consuelo de Paula e, atualmente, é responsável pela direção musical e arranjos do show ”Cantando e Contando Ary Barroso”.

Já às quintas, Enan Racan, que já gravou com a cantora Tânia Alvez, o grupo 14 Bis e Milton Guedes, interpretará o melhor os sucessos da MPB e POP Nacional.  E às sextas, Marisa Serrado interpretará várias músicas do MPB e POP nacional, apenas em voz e piano. Em seu show, ela homenageia Cazuza, Djavan, Caetano Veloso, Zélia Duncan, Ana Carolina, Adriana Calcanhoto, Rita Lee e Cássia Eller, entre outros.

Agenda:

Almoço – das 12h30 às 15h

Datas Artistas
1 a 15/5 Margarida Garabedian
16 a 31/5 Elena Novoselecki
25/5 Mazinho

Happy Hour – das 19h à 21h30

Datas Artistas
Segunda-feira Marcelo Papini
Terça-feira Junior Keller
Quarta-feira Cláudio Duarthe
Quinta-feira Enan Racan
Sexta-feira Marisa Serrano

Serviço:

Shopping Interlagos
Endereço: Avenida Interlagos, 2.255
Horário de funcionamento: De segunda a domingo, das 10h às 22h.  Domingos e feriados as lojas encontram-se abertas das 14h às 20h. Alimentação e lazer das 10h às 22h. Estacionamento gratuito.

Sobre o Complexo Comercial Shopping Interlagos

Formado pelos Shoppings Interlagos e Interlar Interlagos, Hipermercado Carrefour, Atacadista Makro, Leroy Merlin (primeira loja do país), Hotel Íbis, Cobasi e Detran – SP, é um dos maiores centros de compras, serviços e lazer de São Paulo, recebendo mensalmente 3,5 milhões de pessoas. Com estacionamento gratuito, conta com 400 lojas, dispostas em uma área de 280 mil m².  No espaço reservado ao lazer, dispõe de 10 salas de cinema Cinemark, com exibições em 3D, Playland, Boliche, Piano ao Ponto (música ao vivo na Praça de Alimentação durante o almoço, de segunda a sexta-feira) e Happy Hour (música no fim da tarde na Praça de Alimentação, de segunda a sexta-feira). Para mais informações, acesse: www.interlagos.com.br.

Meriely Dantas
Analista de Comunicação Corporativa

HILDA, com texto inédito da francesa Marie NDiaye, estreia no CCSP dia 27 de abril

HILDA, com texto inédito da francesa Marie NDiaye, estreia no CCSP

dia 27 de abril

NDiaye é um dos grandes nomes da literatura contemporânea francesa, aclamada em 2009

com o Prêmio Goncourt pelo romance Três Mulheres Fortes

 

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Hilda é a grande presença ausente da cena; ela não aparece, tudo o que soubermos de Hilda será dito pelos outros

Com dois romances vigorosos publicados no Brasil, finalmente a premiada escritora francesa Marie NDiaye terá seu teatro revelado ao público brasileiro. Hilda, primeira peça da autora, cuja obra teatral é totalmente inédita por aqui, estreia dia 27 de abril no Centro Cultural São Paulo. A montagem do Núcleo Caixa Preta de Teatro, com tradução de Bibianne Riveros e direção de Roberto Audio, traz no elenco Cácia Goulart (três vezes indicada ao Prêmio Shell/SP de melhor atriz), Zé Geraldo Jr. e Beatrix Oliva.

Marie NDiaye, consagrada com os prêmios Femina, em 2001, e Goncourt, em 2009, é um dos nomes mais aclamados da literatura francesa contemporânea. Conhecida pelo trabalho primoroso com a palavra em seus romances, conduzindo uma narrativa em que o mais importante e aterrador se mostra nas lacunas do discurso das personagens, no teatro a sua escrita é igualmente vigorosa, problematizando a indigência da condição humana.

Hilda aborda o drama da vida privada e suas afetações burguesas no nível da mais franca histeria, fazendo surgir no palco um tagarelar incessante da mais pura neurose, através de Madame Lemarchand, interpretada por Cácia Goulart. Na trama, a mulher rica e ociosa, que delega aos outros a própria vida, decide por puro capricho que quer ter Hilda como empregada. Tanto ela quer e tanto ela pode, que sequer precisa consultar Hilda, bastando que o marido desta (Frank, interpretado por Zé Geraldo Jr.) “feche negócio” com a patroa, praticamente leiloando a esposa. Ter Hilda passa a ser a principal ocupação da madame, e a apropriação vai se fazendo cada vez mais intrusiva, até ela decidir que nem o marido nem os filhos de Hilda poderão vê-la mais; ela mesma, madame, dará banho em Hilda, vestirá Hilda, cortará os cabelos de Hilda, alugará Hilda aos amigos, emprestará Hilda ao marido… O vampirismo estarrecedor de Lemarchand não dá margem sequer para que a personagem da empregada apareça em cena; embora tendo o nome obsessivamente repetido ao longo da peça, tudo o que soubermos de Hilda será dito pelos outros.

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“À primeira vista é uma relação de poder entre a empregada e a patroa, mas o que o texto revela é, na verdade, a impotência dessa mulher aparentemente tão poderosa. Ela não tem vida própria, e por isso precisa se apropriar da vida dos outros e destruí-las”, diz Cácia Goulart, que revela ter ficado chocada com a primeira leitura do texto. “Acho que essa incapacidade de ser dessa mulher acaba não permitindo que outros sejam também”.

De fato, na peça, o poder de Madame Lemarchand se efetiva em todas as suas dimensões, desde as mais mesquinhas e caprichosas. Em contrapartida, mais dependente ela se torna, incapaz de saber o que fazer de si mesma. Talvez por isso é que ela lamenta, melancólica: “Não podemos fazer nada do fato de Hilda ser ela mesma, Frank”. Como se, apesar de totalmente sujeitada a esse poder devastador da patroa, o mero fato de ser “o outro” é algo que ninguém pode nos tirar, mesmo que nos destrua. Por isso, no exercício infame desse poder, Madame Lemarchand estará condenada a uma falsificação do real, condenada a uma personalidade mimética – que procura fora de si o que a sua própria indigência subjetiva não pode lhe dar.

Mas é precisamente essa falsificação do real que se dá através do discurso de Lemarchand o que faz o espetáculo atingir momentos de um humor mordaz. A dissonância tagarela entre o que é dito e a precária representação que a madame tem de si mesma resulta na exposição de uma doença social que só o riso cortante é capaz de denunciar.

ENCENAÇÃO

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Para encenar uma obra de tão tensos jogos verbais, em que a força da palavra é avassaladora da primeira à última linha do texto, o diretor Roberto Audio diz ter optado por colocar atores e demais artistas envolvidos no trabalho sob a responsabilidade de criarem um discurso por entre as lacunas do drama já escrito. “A direção foca sobretudo no jogo entre os intérpretes, para localizar e construir as múltiplas variações de estados, tempos e performances, com o intuito de localizar os embates essenciais entre as personagens”, conta Audio.

Com música original de Marcelo Pellegrini, Luz de Lúcia Chedieck e cenário e figurino de Rosângela Ribeiro, a montagem se vale de espaços cênicos definidos por linhas de luz e formas geométricas que flertam com o abstracionismo de Mondrian, revelando diferentes intensidades, como fragmentos de uma estrutura opressora superior.

As transformações no espaço serão feitas pela luz e pelos atores. “Por esse motivo”, explica o diretor, “o espaço deverá ser minimalista e móvel, sem obstruir o imaginário do espectador”. Pela mesma razão, objetos essenciais ao universo de cada uma das personagens compõem a cenografia. “O resto”, diz Audio, “é por conta da riqueza da palavra e do jogo interpretativo”.

MARIE NDIAYE

Aclamada em 2009 com o Prêmio Goncourt pelo romance Três mulheres Fortes e o Prêmio Femina em 2001, com Rosie Carpe, mas seu romance mais conhecido no Brasil é Coração Apertado. NDiaye já se consolidou como um dos grandes nomes da literatura contemporânea francesa.   Hoje, ela conta com uma dezena de romances e coletâneas de contos, peças de teatro, histórias infantis e a coautoria do roteiro de White Material, último filme de Claire Denis, estrelado por Isabelle Huppert.

NÚCLEO CAIXA PRETA – HISTÓRICO

A Morte de Ivan Ilitch, de Tolstói (2013) teve duas indicações ao Prêmio Shell de 2013 em SP: melhor atriz para Cácia Goulart e melhor iluminação para Lúcia Chedieck.

O Abajur Lilás ou uma Medeia Perdida na Augusta?, a partir das obras de Plínio Marcos e do mito de Medeia (2013).

Menina Nina, Duas Razões para não Chorar, de Ziraldo (2011), adaptado por Elzemann Neves, Vadim Nikitim e Daniela Thomas, a partir do livro homônimo de Ziraldo.

Dissidente, de Michel Vinaver (2010), obra do dramaturgo francês Michel Vinaver, sob direção de Miriam Rinaldi.

O Funâmbulo, de Jean Genet (2009), poema-ensaio de Jean Genet.

Bartleby, de Herman Melville, adaptação de José Sanchis Sinisterra (2008), teve duas Indicações ao Prêmio Shell 2008 em SP: melhor atriz para Cácia Goulart e melhor cenário para André Cortez.

Navalha Na Carne, de Plínio Marcos (2003), teve indicação ao Prêmio Shell 2003 em SP de melhor atriz para Cácia Goulart.

Quando As Máquinas Param, de Plínio Marcos (2001), com Cácia Goulart e Edmilson Cordeiro no elenco e dirigido por Joaquim Goulart.

Cegonha, Avião… Mentira, Não! de Yves Vedrenne (1999), adaptado e dirigido por Joaquim Goulart, a partir de texto do educador francês Yves Vedrenne.

Medeia é um Bom Rapaz, de Luis Riaza (1999), com texto do espanhol Luis Riaza, dirigida por Marco Antonio Braz.

FICHA TÉCNICA

Dramaturga: MARIE NDIAYE

Direção: ROBERTO AUDIO

Tradução: BIBIANNE RIVEROS

Atores: CÁCIA GOULART, ZÉ GERALDO JR. e BEATRIX OLIVA

Iluminação: LÚCIA CHEDIECK

Música original: MARCELO PELLEGRINI

Cenário e figurinos: ROSÂNGELA RIBEIRO

Preparador de atores: ALEXANDRA DA MATTA

Fotografia: CACÁ BERNARDES

Vídeo: BRUNA LESSA/BRUTA FLOR FILMES

Designer Gráfico: OSVALDO PIVA

Idealização e Direção de produção: CÁCIA GOULART

Produtor Executivo: LUCAS LASSEN

Realização: NÚCLEO CAIXA PRETA da Cooperativa Paulista de Teatro

 

SINOPSE

A partir da contratação de Hilda como empregada doméstica, patroa e marido da contratada, iniciam uma negociação permeada por um humor cáustico, onde as relações de subordinação sociais e afetivas são levadas ao limite do delírio e da loucura.

 

SERVIÇO

HILDA

Temporada: 27/04 a 10/06 de 2018

27/04 a 13/05 e de 25/05 a 27/05 > Sextas e sábados, às 21h e domingos, às 20h;

31/05 a 10/06 > Quinta a sábado, às 21h e domingos, às 20h (as sessões das quintas-feiras dias 31/5 e 7/06 são gratuitas; os ingressos serão distribuídos na bilheteria uma hora antes do início)

Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho

  1. Vergueiro, 1000Vergueiro – São Paulo/ SP

Duração: 90 min/ Recomendação: 16 anos

Capacidade: 321 lugares

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) – pelo site INGRESSO RÁPIDO

Tel.: (11) 3397-4002

 Fotos: Caca Bernardes

 

 

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques | Daniele Valério

AREDE será lançada nessa quarta-feira em noite especial na Casa das caldeiras

Foto Arquivo Casa das Caldeiras (3)

AREDE será lançada nessa quarta-feira em noite especial na Casa das caldeiras

Casa das Caldeiras recebe importantes profissionais do mercado de eventos para o lançamento da AREDE – projeto que propõe transformações positivas no mercado de evento com atenção para a sustentabilidade, originalidade, afeto, respeito à diversidade e à essência de cada celebrante. Uma grande noite repleta de surpresas!

Foto Arquivo Casa das Caldeiras (6)

Grandes nomes no mercado de eventos realizam a Mostra Experimental da AREDE na Casa das Caldeiras

Acontece hoje, dia 25 de abril, a Mostra Experimental da AREDE.  Uma grande noite de lançamento do projeto AREDE, reunindo profissionais importantes do mercado de eventos na Casa das Caldeiras.  Cada criativo integrante do projeto fará sua participação através de uma experiência diferente, expondo sua potência criativa, sua forma de fazer, seus desejos e suas inspirações.

Fazem parte do projeto nomes como Vivi Barros Buffet, Divani Gastronomia, Buffet Rinzler, Doce Arte, Bardu Bar Eventos, bar Picco, Cervejaria Vermogen, Keiko Kamimura Arte & Decoração, Boutique de Cena, FulôMobile Festas, Perfil Lighting, Deixe seu Retrato, Lov&Inspire, Camila White (Beauty Artist), RB Park, WPW, FAQUI Segurança, Módulo Palestras e Eventos, Eccaplan com o Sou Resíduo Zero, MDL ProduçõesWDC It Solutions. Os artistas Carlos Maldonado, Stephane Marcault, Achilles Luciano, Carolina Sudati, Leo Ceolin, Lia ParisDJ Trusty, DJ Doctor C, EmbolexVisualFarm e A.V. Randon.  

Todos estes nomes estarão reunidos com um grupo seleto de convidados especiais que poderão provar um pouco do que essa rede de parceiros já construiu. Será uma noite de experiências sensoriais muito peculiares que demonstraram um pouco do que essas pessoas anseiam como transformações positivas no mercado de eventos.

Pensando desde a recepção dos convidados, até o descarte dos resíduos produzidos por um evento, como criar formas mais genuínas, humanas, afetuosas e poéticas de se reunir, se conectar e celebrar?

A arquitetura peculiar onde está instalada a Associação Cultural Casa das Caldeiras (integrante do projeto AREDE) servirá de território para que grandes nomes do mercado de eventos promovam uma noite de experiências sensoriais, que ocuparão esta antiga fábrica construída em 1920 e restaurada em 1998-1999 – a Casa das Caldeiras – de diversas formas.

Foto Arquivo Casa das Caldeiras (5)

O evento contará com o artista e psicólogo Carlos Maldonado como mestre de cerimônias e com os artistas visuais Stephane Marcault e Achilles Luciano. Carolina Sudati apresenta uma performance com tambores tibetanos e, junto com Leo Ceolin, uma performance com uma grande fogueira dentro do túnel das chaminés da Casa das Caldeiras. A música fica por conta da apresentação de Lia ParisDJ Trusty, DJ Doctor C e Embolex, que terão como aliados os vídeo mapping, projeções feitas pela VisualFarm, Embolex e A.V. Randon que promoverão  experiências intensivas em tecnologia, transitando entre a arte, arquitetura e o entretenimento.

Uma experiência gastronômica com Vivi Barros Buffet irá inspirar os convidados a encontros afetuosos ao redor da mesa, enquanto a Divani Gastronomia apresentará um cardápio especial e Buffet Rinzler trará o seu carro chefe. A Doce Arte produzirá as receitas de doces artesanalmente, personalizando-os para o evento. Bardu Bar Eventos e o bar Picco promovem degustações de drinks na linha da mixologia, enquanto a Cervejaria Vermogen promove degustação de cerveja artesanais.

A ambientação e cenografia ficam por conta de Keiko Kamimura Arte & Decoração, Boutique de Cena e Fulô (florista). A Mobile Festas e Perfil Lighting trazem também elementos para a ambientação, e a Deixe seu Retrato se conectará com os convidados através da fotografia.

Lov&Inspire em conjunto com a Camila White (Beauty Artist) ocupará um dos espaços da Casa das Caldeiras que será dedicado à explorar possibilidades de arranjos de cabeça e cabelos para cerimônias. Cuidando da comodidade e cuidados estarão RB Park, WPW e FAQUI Segurança.

Módulo Palestras e Eventos dará o tom teórico da noite e receberá os palestrantes:  Alexis Anastasiou (Visualfarm) para falar de vídeo mapping e sobre o lançamento de seu livro, Marcelo Flores (produtor de mega eventos como Fifa Fan Fest, Reveillon na Paulista, Carnaval de Salvador, entre outros), Fernando Beltrame (Sócio Presidente da Eccaplan Consultoria em Sustentabilidade), Ana Bogossian abordando o tema “Moda: Seu estilo e seu consumo atual” e Alexandre Waclawovsky que vai falar sobre Transformação Digital e seu desafio para os negócios.

Eccaplan realizará uma operação durante o evento chamada Sou Resíduo Zero que cuidará para que os resíduos deste evento tenham um destino sustentável. Fazem parte ainda da Mostra Experimental do projeto AREDE a MDL Produções (som) e a WDC It Solutions.

AREDE propõe ainda a criação de um espaço para diálogo sobre a atuação coletiva e individual de cada participante no mercado. Um fórum que aos poucos vai sendo construído e tomando forma para transformações futuras. Por isso, durante o evento da AREDE haverá a construção coletiva (junto aos convidados), de um MANIFESTO que tem como inspiração: a valorização do encontro entre profissionais e consumidores da área de eventos, ampliando possibilidades criativas e inovando com poesia, com intenção, potência e, principalmente, com afeto.

Esses criativos acreditam que podem transformar a forma como se concebe as celebrações e, assim, produzir diferentes maneiras genuínas de se reunir. Entendem que, para avançar com inovações e propostas de qualidade no mercado, é necessário um momento de retorno, um momento de reconexão com a essência do sentido de celebrar.

Mostra Experimental – Projeto AREDE

Grandes nomes do mercado de eventos se reúnem ocupando o edifício Casa das Caldeiras para compartilhar os anseios do projeto AREDE. Uma reunião de criativos e criadores, pensando e experimentando, formas originais, genuínas e afetuosas de celebrar.

Quando: 25 de abril de 2018

Horário: 17:00 às 22:30 hs

Evento especial para convidados

Local: Casa das Caldeiras

 Fotos: Casa das Caldeiras e Keiko Kamimura

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – lucigandelini@gmail.com

NA ERA DOS “ENTA”, PASSEI DOS 40 SIM, E DAÍ? 

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NA ERA DOS “ENTA”

PASSEI DOS 40 SIM, E DAÍ? 

 

 

E lá vem a perguntinha novamente:  

– Quantos anos você tem? Pergunta a coleguinha do momento como se fosse minha grande best. 

Então respiro fundo, abro meu melhor sorriso, e respondo: 

– Princesa, sério que você não sabe? Quantos anos você acha que tenho? 

– Ah eu não sei, acho que deve ter minha idade, 39, 40 anos – responde a super best. 

Então, com minha maior cara de pau, respondo: 

– Você é boa em sacar idade, hein? Uhull, é isso aí… vou fazer 40 anos. aí, vamos tomar alguma coisa? Mudo rapidamente mudo de assunto. 

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Seguinte: o povo xereta, e eu pergunto: por que tanta curiosidade na idade das pessoas? Já não basta termos que despistar todos os documentos (carteirinha do plano de saúde, habilitação, RG, prontuário médico, etc. 

Esses dias, estava tão mal de gripe que tive que ir ao hospital, e claro, o Crush resolveu me levar... 

Gente, pensa em uma criatura que não parava em pé de tão mal, e que acabou rolando no chão da emergência do PS, porque não quis entregar a carteirinha do plano de saúde na mão do boy. sim, essa foi  euzinha que não queria que ele soubesse minha idade. 

Então, depois da cena de novela da emergência, me recompus, e rumei toda torta para o atendimento para que a atendente colocasse em meu pulso uma algema de papel, com minha data de nascimento. Ai, ai, ai, pensei, lá vou eu ter que esconder essa pulseira de papel. 

aí, depois de todo malabarismo, que por sinal teve êxito, a enfermeira da triagem me chama para os procedimentos finais.  

Procedimento final mesmo, porque mal sentei na cadeira para tirar a pressão e responder as perguntinhas triviais, ela resolveu gritar para o mundo os meus dados pessoais, ou seja, minha data de nascimento. 

Pqp, gente, qual o problema das pessoas? Por que elas não sabem ser discretas? Qual o prazer de estragar a história de carochinha dos outros? 

Falando sério, sei que muitas pessoas gostam de comentar que não tem nada de mais estar na faixa dos “enta; que a vida começa aos 40; que a melhor fase é a dos quarenta, e bla bla bla. Mas, caramba, cada um tem o direito de querer, ou não, compartilhar essa fase, então, não encha o saco com essa utopia personalizada, oras. Pronto, falei! (risos)  

Enfim, estou apenas exteriorizando o que muitas de nós pensamos sobre a idade, isso não quer dizer que somos neuróticas, apenas queremos viver essa tal fase sem cobranças, de forma leve, e de preferênciacom com uma certa aminésia.

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Afinal, mais importante que a idade, é a capacidade que temos em darmos certos “olés” nas rugas, no peso, nos tropeços, nas tristezas, nos percalços da vida, porque viver, requer habilidade e destreza,  independentemente de idade.

 

Por: Cristiane Bortolossi

Tsunany Turbinado no Teatro Fernando Torres – 03 de maio

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Tsunany Turbinado

No próximo dia 03 de maio a atriz e comediante Nany People fará única apresentação no Teatro Fernando Torres do stand-up TsuNANY Turbinado.

O solo relata de maneira divertida os diversos “mal-sucedidos hábitos” da vida moderna, como a cirurgia plástica sem limites, os exercícios físicos em excesso, os hábitos alimentares desregrados, o uso indiscriminado e, muitas vezes, indevido de celulares e, consequentemente, os hábitos sobre os relacionamentos sociais, afetivos e sexuais.

No espetáculo, a atriz apresenta uma personagem que traz o comportamento de uma relatora social, que expõe assuntos sobre os diversos temas e permite o espectador se tornar um observador de si mesmo e, é claro, mantendo a linha espontânea e a intensa interação com o público.

SERVIÇO:

LOCAL: Teatro Fernando Torres, (Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé). 685 lugares.

DATA: 03/05 (Quinta 21h30).

INFORMAÇÕES: 2227-1025

VENDAS PELA INTERNET: www.ingressorapido.com.br

INGRESSOS: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia).

DURAÇÃO: 70 min

CLASSIFICAÇÃO: 14 anos

Sesc Consolação recebe a Jorge Garcia Companhia de Dança em PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2

 

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Fotos de Silvia Machado

 

Sesc Consolação recebe a Jorge Garcia Companhia de Dança em PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2

 

De 24 de abril a 3 de maio de 2018, a Jorge Garcia Companhia de Dança ocupa o Sesc Consolação para apresentação de seu último espetáculo PLAN0–SEQUÊNCIA/ TAKE 2.

Criado em função e a partir do espaço que ocupa – em 2017 a obra estreou na Casa das Caldeiras e para tanto fez uma imersão em suas dependências – ‘PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2’ reescreve agora em 2018 sua coreocinegrafia para o espaço da área de convivência do Sesc Consolação. A temporada, curta (24 de abril a 03 de maio), foi antecedida por um período de ensaios (9 a 19 de abril) na própria unidade. A companhia também ofereceu um curso Coreocinegrafia: câmera, espaço e performatividade (9 a 12 de abril).

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Foto Gabriela Branco

 

PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2

O espetáculo é inteiramente imerso na interação com o cinema, a coreografia é filmada e transmitida ao vivo, em um único plano-sequência. Em mais de uma hora sem interrupção e um take, os sete bailarinos em cena – incluindo o próprio diretor Jorge Garcia – se alternam entre filmar e ser filmado.

O mais recente trabalho do grupo tem uma importante contribuição no processo de pesquisa e criação: a provocação do cineasta Heitor Dhalia, que ajudou na aproximação com a linguagem cinematográfica, uma característica da Jorge Garcia Companhia de Dança que se mantém ao longo das produções.

O público do espetáculo verá uma coreografia que se projeta e se movimenta em função da câmera. Por outro lado, o próprio ato de filmar se transforma em ação. Quem filma e quem está sendo filmado faz parte da cena. “Gosto dessa mistura de linguagem: um corpo que está em cena filmando um corpo vivo. Para mim, é dança, é movimento. Às vezes, o corpo que filma dança mais do que o que está na frente da câmera”, diz Jorge Garcia.

A companhia mergulhou em um intensa pesquisa com o cinema desde Take a Deep Breath, peça de 2016, feita no espaço do próprio grupo, a Sede Capital 35, em Perdizes. Lá, embora o grupo já usasse a ideia de longas sequências em tempo real e discutisse os limites do que é ou não parte da cena, ainda não explorava um lugar aberto, com interferências da cidade.

Interlocutor no projeto, o cineasta Heitor Dhalia lançou ideias de sua experiência com o cinema para ajudar a companhia a ampliar as possibilidades de caminhos e de formatos da união entre dança e cinema.

O Jorge é um criador totalmente conectado com o nosso tempo. Produz uma arte urgente, em movimento, que pesquisa uma intersecção entre linguagens. No caso, o cinema e a dança. Sou fã dessa pesquisa e acho que novos significados surgem a cada espetáculo. É fascinante ver um grupo com uma visão criativa tão interessante e desafiadora“, afirma Dhalia.

Corpo-câmera

Na nova coreografia, os bailarinos se transformam em corpo-câmera no manejo da 70D, da Canon. O trabalho de gruas e travellings feito no cinema geralmente por máquinas, no espetáculo são conduzidos pelos próprios intérpretes, em deslocamentos de grande exigência física – para que as imagens não tremam ou sofram com passagens bruscas.

Fizemos um grande estudo para adaptarmos essa linguagem à dança. Desde como o corpo se comporta para usar a câmera, passando por entender a fotografia e a luz no cinema até a captação direta de áudioconta Jorge.

Para chegar a esse resultado, o grupo contou com a experiências de alguns profissionais de diferentes áreas em workshops, realizados ao longo do ano: “Corpo-câmera”, com o também bailarino e artista multimídia Joaquim Tomé; “Experiências cênicas na construção de um ato-espetáculo-DRAMATURGIA”, com Rogério Tarifa, diretor, ator e dramaturgo; “Experiências cênicas na construção de um ato-espetáculo – O som no cinema”, com Diego da Costa, diretor, roteirista, montador e microfonista de cinema; “Cinematografia”, com o diretor de fotografia Azul Serra.

Jorge Garcia (Diretor e Intérprete)

Jorge Garcia começou sua carreira aos 19 anos, em Pernambuco, na Compassos Cia de Dança. Mas sua inquietação com o movimento vem desde a infância, quando gostava do surfe e do futebol de várzea. Combinou essa herança corporal com estudos em danças populares brasileiras, dança contemporânea e balé clássico.

Chegou a São Paulo aos 23 anos e ingressou como bailarino da Cisne Negro Cia de Dança. Depois, a convite de Ivonice Satie, passou a integrar o elenco do Balé da Cidade de São Paulo. Nesse grupo, permaneceu por sete anos e criou trabalhos marcantes como Divineia (2001) e RG (2006) e Árvore do Esquecimento (2015).

Paralelamente, participou e criou para projetos independentes. Fundou, por exemplo, o GRUA (Gentlemen de Rua), grupo de improviso, vídeo e performance. Também trabalhou com óperas, teatro, circo e cinema.

Em 2005, fundou sua própria companhia, a Jorge Garcia Companhia de Dança, com a qual se dedica a sua pesquisa de linguagem em dança e outras possibilidades artísticas. São mais de 20 trabalhos entre coreografias, videodanças e performances.

Jorge Garcia Companhia de Dança

Desde que foi fundada, em 2005, a companhia desenvolve pesquisa em dança e busca novas possibilidades na intersecção com outras artes e na valorização dos artistas como intérpretes-criadores em potencial.

Sediada em São Paulo, em um espaço próprio, a Capital 35, o grupo conta com mais de 15 trabalhos apresentado ao longo dos anos e estabeleceu diversas e importantes parcerias com outras artes: teatro, música, cinema e artes visuais. Para tanto, conta com colaboração contínua de artistas e grupos, Ari Buccioni, Leo Ceolin e mais recentemente Heitor Dhalia, que conferem às produções da Companhia uma estética própria.

A Jorge Garcia Companhia de Dança possui em seu repertório mais de vinte produções entre espetáculos, videodanças e performances. Entre as peças, destacam-se Cantinho de Nóis (2005), a trilogia Nihil Obstat(2009), Imprimi Potest (2013) e Imprimatur (2014), Área Reescrita (2010) e a mais recente pesquisa Take a Deep Breath (2016). Em 2014, o editor e poeta Cide Piquet organizou a publicação de Lugar Algum, e-book que reflete e revisa a trajetória da Companhia.

Ficha técnica

Direção e Coreografia: Jorge Garcia

Elenco: Giuli Lacorte, Jorge Garcia, Manuela Aranguibel, Marina Matheus, Rafaela Sahyoun, Mariana Molinos e Felipe Teixeira

Assistente Geral: Gabriela Branco

Design de Luz: Ari Buccioni

Improvisação Sonora: Eder “O“ Rocha

Cenário: Leo Ceolin e Jorge Garcia

Figurino: Jorge Garcia

Design Gráfico: Sonaly Macedo

Registro Fotográfico: Silvia Machado

Produção Executiva: Bufa Produções – Aline Grisa

Serviço

PLANO-SEQUÊNCIA/ TAKE 2

Sesc Consolação – Espaço de Convivência

  1. Dr. Vila Nova, 245, Vila Buarque, São Paulo

Temporada: Dias 24, 25 e 26 de abril e 02 e 03 de maio de 2018

Terça a quinta-feira, de 20h30 às 21h30. Exceto dia 01/05/2018

Gratuito | 60 minutos | Livre.

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques | Daniele Valério

Fones: 11 2914 0770

2ª edição do Ebulição Instantânea by Rafa Prado reuniu os palestrantes mais influentes do mundo do empreendedorismo para um público com 2.500 pessoas 

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2ª edição do Ebulição Instantânea by Rafa Prado reuniu os palestrantes mais influentes do mundo do empreendedorismo para um público com 2.500 pessoas 

O final de semana contou com as tendências de empreendedorismo para 2018 e mais de 5 Start Ups participaram da rodada de investimento de 1 milhão de reais 

2ª edição do Ebulição Instantânea by Rafa Prado, considerado um dos maiores eventos de empreendedorismo do Brasil, reuniu os melhores palestrantes para um público com mais de 2.500 pessoas

O final de semana contou com as tendências de empreendedorismo para 2018 e mais de 5 Start Ups participaram da rodada de investimento de 1 milhão de reais

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O Golden Hall Sheraton WTC foi o palco para os palestrantes mais influentes do mundo apresentarem as principais tendências 2018 de negócios, gestão e liderança para ter sucesso na nova economia para mais 2.500 pessoas.

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Apenas os participantes que adquiriram o ingresso VIP puderam participar de uma rodada de investimento chamada de Pitch The Sharks, que segue o estilo “Shark Tank”. Enquanto alguns dos empreendedores selecionados receberam aportes, que poderia totalizar cerca de 1 milhão de reais, outros, sugestões de como conseguir o aporte em uma outra oportunidade.

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Ao lado de Rafa Prado na rodada estavam os headliners: Kevin Harrington (Shark Tank original da série de televisão nos EUA), Cris Arcangeli (Shark Tank Brasil), Christian Barbosa e Lima Santos (investidores anjo).

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Palestrantes participantes:

  • Ricardo Amorim – Comentarista da Globonews e presidente da Ricam Consultoria, prestadora de serviços na área de negócios e economia global, em forma de palestras e consultoria. Único brasileiro incluído na lista dos mais importantes e melhores palestrantes mundiais do Speakers Corner, Ricardo Amorim profere, há anos, palestras sobre economia e tendências no Brasil e exterior.
  • Janguiê Diniz – Passou de engraxate a dono do maior grupo de educação do Nordeste, o grupo SER Educacional. Hoje o grupo conta com mais de 1.160 cursos em 46 unidades, além de mais de 400 polos de ensino a distância.
  • Paulo Vieira – É presidente da Febracis, considerado o maior coach do Brasil e também o criador da revolucionária metodologia do Coaching Integral Sistêmico, que já impactou mais de 250 mil pessoas ao redor do mundo. PhD em Coaching, atua há quase 20 anos na área de desenvolvimento humano, acumulando mais de 10.700 horas em sessões de coaching individual.
  • Ricardo Bellino – Empreendedor Serial, foi sócio do empresário, hoje presidente dos EUA Donald Trump e também trouxe a Elite Models para o Brasil.
  • George Ross – É vice-presidente executivo da Trump Organization e braço direito de Donald Trump em “The Apprentice”.
  • Robinson Shiba – Dono das redes de fast-food China in Box e Gendai com mais de 150 franquias espalhadas por todo o Brasil. Pioneiro no serviço de delivery.
  • Perry Belcher – Co-fundador da Digital Marketer, é conhecido como mestre dos textos matadores e vendedores. Estrategista de vendas especializado em marketing de autoridade.
  • Carlos Wizard Martins – Fundador da maior rede de ensino de idiomas do Brasil que em 2013 foi adquirida por um grupo britânico no maior negócio do setor de educação já realizado no país. Hoje Wizard é um investidor em novos negócios e empreendedor serial.
  • Everton Rosa – É o primeiro fotógrafo a ter seu próprio programa de TV no Brasil, em 2006 já era pauta em telejornais nacionais, por ter criado produtos de alto valor agregado, foi o único a construir produtos e serviços derivados da fotografia por até 220 mil reais.
  • Kevin Harrington – Empresário, faturou 5 bilhões de dólares com o lançamento de mais de 500 produtos e fez mais de 20 negócios atingirem 100 Milhões de dólares em vendas.
  • Guga Stocco – Co-criador do Banco Original, um dos maiores especialistas do mercado Fintech no Brasil. Conta com um fundo com mais de 100 milhões para investimentos em startups.
  • Randi Zuckerberg – Ela é a CEO da Zuckerberg Media e Former Head de Expansão e Novos Negócios do Facebook, ao lado de seu Irmão Mark Zuckerberg.
  • Jonathas Freitas – é o CEO do Gerenciagram, eleita a melhor plataforma de marketing digital de 2017 pelo prêmio Digital Awards BR, Eleito Empreendedor do ano pelo Prêmio Jovem Brasileiro (PJB2017), Investidor de startups como iTrainner e Empresa Inovadora, Facilitador da Fundação Estudar onde ensina liderança e protagonismo para jovens.
  • Fernando Garcia – Maior especialista em psicodinâmica aplicada aos negócios. Autor best-seller, capacita CEOs, diretores e executivos.
  • Kane Minkus e Alessia Minkus – São considerados os treinadores número 1 em negócios da atualidade na Europa. Já treinaram mais de 100 mil pessoas pelo mundo.
  • Rodada de Investimento com Cris Arcangeli (uma das maiores representantes do empreendedorismo feminino, Shark Tank Brasil), Kevin Harrington, Christian Barbosa e Rafa Prado
  • Edu Lyra – Viveu a infância numa favela em Guarulhos, SP e se tornou jornalista, autor do livro Jovens Falcões, um dos roteiristas do filme “Na Quebrada” e fundador do Instituto Gerando Falcões, que em 3 anos, já inspirou quase 300 mil jovens de periferia através da arte, da música e da literatura. Saiu na lista da revista Forbes como um dos 30 jovens mais influentes do Brasil, com menos de 30 anos e foi eleito Paulistano Nota 10 pela revista Veja.
  • Elton Oshiro – De infância humilde, o ex-carteiro, ex-analista judiciário e campeão de skate, encontrou uma chance para mudar de vida, se dedicou de corpo e alma e atingiu todos os seus objetivos. “Quando você põe a mão nos resultados, você esquece das dificuldades”, enfatiza Oshiro, um dos maiores nomes do marketing de rede no Brasil.
  • Christian Barbosa – Maior especialista em Produtividade do Brasil e fundador da Triad Productivity Solutions.

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Sobre Rafa Prado

Rafa Prado é fundador e presidente da BCY e movimenta anualmente mais de 20 milhões de reais com a criação de produtos digitais, eventos e imersões no Brasil e exterior com personalidades e grandes empresários. Rafa é também autor do best seller “100 Graus, O Ponto de Ebulição do Sucesso”, lançado pela Editora Gente no segundo semestre de 2016, e realizador do evento Ebulição Instantânea, um divisor de águas no cenário nacional.

III Feira Antropofágica de Opinião

II FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO - FOTO CLAYTON LIMA - COMPANHIA ESTUDO DE CENA 8

Companhia Antropofágica promove Ciclo de Abertura da III Feira Antropofágica de Opinião

Evento acontece dois meses antes da Feira oficial e com palestras de Jean Tible, Maria Sílvia Betti e debates com integrantes de cerca de 30 coletivos culturais participantes deste encontro artístico inspirado na Primeira Feira Paulista de Opinião, de 1968 do idealizador do Teatro do Oprimido, Augusto Boal.

Ciclo de Abertura na Oswald de Andrade faz preparação para o Festival que acontece em Maio

“O que Pensa Você do Brasil de Hoje?” – Foi com esse questionamento que Augusto Boal – idealizador do Teatro do Oprimido – reuniu em 1968 importantes artistas da época que foram chamados a responder essa pergunta, originando um espetáculo coletivo que se tornou um marco histórico da arte socialmente engajada: a Primeira Feira Paulista de Opinião.

II FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO - FOTO CLAYTON LIMA - CIA DOS INVENTIVOS 15

Cinquenta anos depois, inspirados pelo espetáculo idealizado por Lauro César Muniz, dirigido por Augusto Boal e realizado pelo Teatro de Arena, a Companhia Antropofágica se prepara para realizar a terceira edição da Feira Antropofágica de Opinião, um encontro festivo de artistas dedicados, em suas mais variadas propostas estéticas, à apreensão crítica da realidade brasileira. A mesma intenção de 1968, porém colocada para nossos tempos.

Em um grande festival, que teve edições anteriores realizadas no Tendal da Lapa e Memorial da América Latina, a Antropofágica reunirá artistas, coletivos e pensadores de diversas linguagens (teatro, música, cinema e artes visuais) para uma reflexão social sobre a atual situação do Brasil através da criação artística.

II FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO - FOTO CLAYTON LIMA - BRAVA CIA 6

A III Feira Antropofágica de Opinião acontece em Maio, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no Bairro Bom Retiro. E como parte das ações preparatórias para este grande Festival, nos dias 05, 06 e 07 de março, acontece no mesmo local o Ciclo de Abertura da III Feira Antropofágica de Opinião. Um ciclo preparatório com debates teóricos, composto por três encontros fomentando a formação de um pensamento crítico coletivo em torno da pergunta proposta: “O que pensa você do Brasil de hoje?”

“O Ciclo de Abertura é um momento de aproximação do público com o processo de criação da intervenção dos artistas para a Feira Antropofágica de Opinião. Visa a democratização do processo de construção da Feira, compartilhando com o público debates e teorias presentes nos processos de criação artística, mas frequentemente inacessíveis a quem lida apenas com a obra acabada” – comenta Alessandra Queiroz, integrante da Antropofágica.

II FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO - FOTO CLAYTON LIMA - ROSA DOS VENTOS 1

No dia 05 de março haverá palestra e debate com Maria Sílvia Betti (professora assistente doutora da USP) que comentará o Panorama dos 50 Anos da Feira Paulista de Opinião. Em 06 de março, o convidado é Jean Tible (professor doutor do DCP-USP) que comentará o livro Marx Selvagem. O último encontro acontece em 07 de março, com um debate entre os participantes da Feira (que acontecerá em maio) sobre os temas desta edição e o trabalho no campo das artes.

Entre os nomes confirmados para esta edição da Feira estão: Arlequins Grupo de Teatro (Guarulhos), Brava Cia, Cia. do Feijão, Cia. dos Inventivos, Cia. Estável, Cia. Estudo de Cena, Cia. Les Commediens Tropicales, Cia. Teatral Boccaccione (Ribeirão Preto), Cia. Teatral Os Satyros, Cia. Teatro Documentário, Cia. Teatro dos Ventos (Osasco), Coletivo de Galochas, Companhia Ocamorana, Dolores Boca Aberta, Engenho Teatral, Grupo Buraco D’Oráculo, Grupo Clariô de Teatro (Taboão da Serra), Grupo Pandora de Teatro, Grupo Redimunho de Investigação Teatral, Grupo Rosa dos Ventos (Presidente Prudente), Kiwi Cia de Teatro, Mamulengo da Folia (Guararema), Núcleozonautônoma (Santo André), Teatro da Neura (Suzano), Trupe Olho da Rua (Santos), Elaine Guimarães, Quem, Nós?, Coletivo Cinefusão, Coletivo Tela Suja Filmes, Coletivo Zagaia, Alípio Freire, Cássio Brasil, entre outros.

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A terceira edição da Feira representa um duplo aniversário. Além de celebrar os 50 anos da Primeira Feira Paulista de Opinião, esta edição marca também os 90 anos do Manifesto Antropófago (1928), obra de Oswald de Andrade uma das referencias no processo artístico da Companhia Antropofágica.

A escolha da Oficina Cultural Oswaldo de Andrade como equipamento cultural que receberá o Ciclo de Abertura e a Feira, se deu propositalmente por conta desta celebração. Intervenções artísticas serão desenvolvidas pela Antropofágica junto a alguns dos artistas convidados tendo como mote o manifesto de Oswald de Andrade, e apresentadas ao longo dos três dias da Feira.

Além da própria continuidade do fórum artístico que a Feira tem se tornado, a intenção é que seja estabelecido um diálogo importante com o atual momento histórico do país. A população será convidada para participar deste espaço de encontro e debate sobre a sociedade em que vivemos.

Sobre a Companhia Antropofágica

A Companhia Antropofágica de Teatro é um dos coletivos teatrais de São Paulo, sendo composta por mais de trinta integrantes que se dividem entre tarefas de direção, atuação, música, pesquisa, produção, registro. O grupo realiza espetáculos, intervenções artísticas, oficinas e estudos, atuando tanto em sua sede quanto em espaços culturais, escolas públicas e ruas da cidade de São Paulo.

Com um extenso processo de criação, estudo, experimentação e um significativo currículo com prêmios e indicações, a Companhia Antropofágica, é um grupo criado em 2002 que tem a antropofagia como princípio motivador de seu processo sócio-artístico. Em 15 anos de trabalho coletivo contínuo destaca-se uma nítida opção por pesquisar procedimentos, gêneros, autores e textos ligados à tradição das formas híbridas, muito propícias ao ideal antropófago que os move.

Agora o grupo se prepara para contribuir no movimento da cena cultural de São Paulo com este grande festival que receberá importantes coletivos, grupos, artistas e pensadores para pensar o Brasil de hoje.

Ciclo de Abertura da Feira – Entrada Gratuita
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro, São Paulo – SP, 01123-000

Primeiro Encontro – 05/03/2018 – 18h00 – Palestra e debate sobre o Panorama dos 50 Anos da Feira Paulista de Opinião com Maria Sílvia Betti – Pós-Doutora pela New York University, com doutorado (1994) e mestrado (1985) em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. É professora assistente doutora da Universidade de São Paulo, atuando no Programa de Pós Graduação em Estudos Lingüísticos e Literários em Inglês, ligado ao Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Estudos de Teatro (foco em Dramaturgia), atuando principalmente nos temas: Teatro Norte-Americano Moderno e Contemporâneo, Teatro Brasileiro Moderno e Contemporâneo, Dramaturgia Comparada (Estados Unidos – Brasil).

II FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO - FOTO CLAYTON LIMA - GRUPO REDIMUNHO 14

Segundo Encontro – 06/03/2018 – 18h00 – Palestra e debate sobre o livro Marx Selvagem com Jean Tible – Professor doutor do DCP-USP, graduado em Relações Internacionais PUC-SP (2001), mestrado pelo Instituto de Relações Internacionais PUC-RJ (2005) e doutorado em Sociologia pela Unicamp (2012). Tem experiência nas áreas de Relações Internacionais e Política, com ênfase nos temas: Marx, Política Externa Brasileira, Revoltas e Movimentos Sociais e Políticos, Teoria de Relações Internacionais e Teoria Política.

Terceiro Encontro – 07/03/2018 – 18h00 – Grupos e Artistas Convidados – Debate com os grupos e artistas convidados a participar da III Feira Antropofágica de Opinião, sobre os dois primeiros encontros e sobre os temas desta edição e o trabalho no campo das artes.

Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – Cel.: 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com