AS TRÊS MARIAS no Teatro Sesc Pompeia

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Coletivo Estopô Balaio e o Núcleo Chicote de Língua estreiam As Três Marias no Sesc Pompeia;

espetáculo infantil aborda de forma poética e sensível as questões socioambientais

A peça é construída a partir dos desdobramentos e da experiência das crianças, residentes dos bairros do Jardim Romano (São Paulo) e Jardim Fiorelo (Itaquaquecetuba), com enchentes que assolam as regiões há mais de quinze anos

Créditos: João Júnior

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O Sesc Pompeia recebe, a partir de 06 de janeiro de 2018, a estreia do espetáculo infantil As Três Marias, do Coletivo Estopô Balaio e Núcleo Chicote de Língua. A apresentação guarda e revela o sonho das crianças de bairros erguidos às margens de rios.

Com a realização conjunta do Coletivo Estopô Balaio e o Núcleo Chicote de Língua, a peça foi construída a partir da pesquisa e da experiência do Coletivo com as crianças dos bairros do Jardim Romano, em São Paulo, e Jardim Fiorelo, em Itaquaquecetuba, com as quais o grupo desenvolve diversas atividades.

Tudo é contado por meio do olhar de três crianças, Maria Melancolia, Maria Alegria e Maria Faminta, que traz de forma sensível questões sociais como: moradia, acessibilidade à bens culturais, distribuição de renda, alimentação e o modo de vida nas periferias.

As crianças localizadas no cinturão periférico dessas regiões crescem com a água que se lança sobre as casas e ruas, regularmente, no período das chuvas. A perda de móveis, doenças e até mortes caracterizam a realidade infantil desses bairros. Assim, nasce As Três Marias, espetáculo que relata a vida de três meninas que vivem numa vila alagada ao redor da cidade e que todos os dias acordam cedo para tentar se despedir da mãe, que vai trabalhar de trem.

Essa despedida diária nunca é possível, pois a mãe sai de casa antes do nascer do sol. O que resta às crianças é o dia a dia na vila e o contato com a avó que mora no rio. A avó enquanto metáfora da água é quem traz a poesia. A água é quem alimenta o sonho e o desejo de saber o que existe para além do horizonte.

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O grupo também desenvolve várias ações junto ao público infantil do Jardim Romano, tais como: narração de histórias, intervenções urbanas, oficinas teatrais, apresentações de espetáculos nas escolas e instituições destas localidades, entre outras, tendo nesta experiência com as águas o caminho para a elaboração de materialidades artísticas que busquem novos significados para a imagem do rio na vida destas crianças.

“Como falar de questões dolorosas e desiguais sem perder a alegria e candura da criança? Como não julgar? Como manter-se vivo e pulsante diante da vida da obra? Como reinventar a dor? Estes questionamentos são respondidos pelo brilho do olho das crianças destes bairros”, aponta João Júnior, dramaturgo e diretor do Coletivo.

FICHA TÉCNICA
Ideia Original, Direção Geral e Dramaturgia: JOÃO JÚNIOR.
Elenco: ADRIELLE REZENDE, AMANDA PREISIG e ANA CAROLINA MARINHO.
Cenografia: JUÃO NIN.
Música Original e Direção Musical: MARCO FRANÇA.
Arranjos: DANIEL MAIA e MARCO FRANÇA.
Canção Tema: JUÃO NIN
Assistência de direção, Preparação Corporal e Iluminação: RODRIGO SILBAT.
Cenotecnicos: MAURO MARTORELLI e ANDERSON GALDINO.
Figurinos: JOÃO JUNIOR e JUAO NIN
Produção: Núcleo Chicote de Língua e Balaio Produções.
Crédito das fotos: João Júnior

Sobre o Coletivo

O Estopô Balaio é um coletivo de artistas formado há cinco anos na cidade de São Paulo que conta em sua maioria com a participação de artistas migrantes. É por esta condição de vida, a de um ser migrante, que o grupo se reúne no desejo de aferir um olhar sobre a prática artística encontrando como estrangeiros a distância necessária para enxergar o olhar de destino dos desejos.

“A distância geográfica das lembranças e paisagens levaram a uma tentativa inútil na busca por pertencimento à capital paulista. Era preciso reinventá-la para poder praticá-la. Na busca pelo lugar perdido da memória do grupo, seguimos para fora e à medida que nos distanciávamos de um tipo de cidade localizada em seu centro geográfico, fomos nos aproximando de outras cidades, de outros modos de vida e de novos compartilhamentos. O cinturão periférico da cidade no seu vetor leste revela um pedaço daquilo que tinha ficado para trás. Há um Nordeste em São Paulo que estava escondido das grandes avenidas e dos prédios altos do centro paulistano”, aponta João.

A memória partilhada nos quatro anos de residência artística no Jardim Romano são as dos integrantes do Coletivo, de estrangeiros de um lugar distante, e a destes pequenos deuses alagados de uma cidade submersa pelo esquecimento. O encontro com o bairro se deu num processo de identificação, pois a maioria de seus moradores são também migrantes nordestinos que fincaram suas histórias de vida nos rincões da capital paulista. O alagamento do Jardim Romano era real, oriundo da expansão desordenada da cidade, o dos integrantes do Coletivo era simbólico, originário da distância e saudade daquilo que foi deixado para trás.

Sobre o Núcleo Chicote de Língua

O Núcleo nasceu do trabalho realizado com as crianças do Jardim Romano, no extremo leste da cidade de São Paulo, através da residência artística desenvolvida pelo Coletivo ESTOPÔ BALAIO. O trabalho foi construído a partir da memória social infantil caracterizada pela experiência com as enchentes e inundações que assolam o bairro e região há cerca de dez anos. A partir do contato com esta memória o CHICOTE DE LÍNGUA desenvolve atividades de formação artística (teatro, poesia, grafite, etc) e de fruição (espetáculos e contações de histórias).

O trabalho junto às crianças fricciona a realidade social do bairro através das brincadeiras, jogos, oficinas e espetáculos tendo a memória individual e social o território de investigação e ponto de partida para a criação.

O Chicote de Língua busca através das realidades sociais um mecanismo de mergulho na poesia que se instala pela brincadeira com a memória na construção de narrativas que lancem um olhar sobre q cidade que queremos partilhar e construir para e pelas crianças.

Serviço:
As Três Marias
De 6 de janeiro a 04 de fevereiro de 2018. Sábados e domingos, às 12h. Feriado, 25 de janeiro, quinta, às 12h
Teatro
*O Teatro do Sesc Pompeia possui duas plateias (lados par e ímpar) e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência nas galerias, de menores de 12 anos, mesmo acompanhados dos pais ou responsáveis.

Ingressos: R$5 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$8,50 (credenciado*/usuário inscrito no Sesc e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$17 (inteira). Crianças até 12 anos não pagam.

Classificação indicativa: Livre.
Duração: 50min

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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FALA SÉRIO, GENTE! 13 de janeiro no Teatro das Artes | Shopping Eldorado

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Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Cartões Caixa apresentam:

 

FALA SÉRIO, GENTE!

Sucesso de público e crítica, espetáculo teen reestreia no dia 13 de janeiro com texto de Thalita Rebouças, direção de Jarbas Homem de Mello e produção de Claudia Raia e Kananda Raia

Fala sério que Malu vai voltar aos palcos?! Sucesso de público e crítica, a peça “Fala Sério, Gente!” reestreia no dia 13 de janeiro, em uma temporada que vai até 25 de fevereiro. É mais uma chance de o público conferir os dilemas de adolescência da personagem e se identificar. Afinal, são muitas questões para resolver com pouca idade e hormônios à flor da pele: o primeiro beijo, o primeiro amor, os melhores amigos para sempre, a sala de aula e aquela prova de química que ninguém estudou. Será que já está na hora de começar a namorar? Por que a minha mãe insiste em me tratar como criança? Como agir em um encontro com o crush?

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A equipe que fez da montagem um sucesso segue unida: a produção teatral teen é de Claudia Raia e Kananda Raia, com direção de Jarbas Homem de Mello e o texto de Thalita Rebouças, autora da série de livros “Fala Sério”.

A fórmula do espetáculo, já aprovada pelo público, continua a mesma: os dramas e conquistas adolescentes são retratados em formato de crônica, de forma leve, musical e com muito humor.

Malu já é grande conhecida do público: ela é a protagonista da série de livros de Thalita, que são best sellers infanto-juvenis, e também está na telona na adaptação de “Fala Sério, Mãe!”, sucesso de bilheteria. Onze jovens atores levam o público por uma jornada de alegrias e tristezas dessa fase, que é tão emblemática.

#PartiuTeatro

A ideia de montar um espetáculo teen foi justamente para atrair e incentivar os adolescentes a irem ao teatro. Segundo Claudia Raia, há uma carência de produções teatrais para essa faixa etária: “Quando você faz alguma coisa para esse público mais jovem, você está criando um público de teatro para o futuro”.

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A produtora Kananda Raia enfatiza a importância de produções infanto-juvenis: “Fizemos um estudo de mercado e vimos que essa faixa etária não tem para onde ir se não for ao cinema, então, se não investirmos neles agora, serão um público adulto sem a cultura teatral”.

E se é para falar com adolescentes, nada melhor do que uma para entender e opinar nesse processo criativo. Sophia Raia, de 14 anos, filha de Claudia, colaborou na montagem. “A ideia de chamar a Talitha Rebouças, que é um fenômeno entre os adolescentes, foi porque a Sophia tinha lido todos os livros dela”, diz Claudia, que emenda: “Ela foi assistir ao ensaio e morreu de rir, se divertiu muito”.

#Bastidores – elenco, cenário, processo de criação

Transformar livros tão conhecidos do público em um espetáculo foi uma tarefa diferente para Thalita Rebouças. “Algumas coisas nasceram nesse processo e outras, que estavam no livro, precisaram ser tiradas porque não se encaixavam em uma peça. Foi a primeira vez que eu fiz algo assim e fiquei muito feliz com o resultado. Claudia e Jarbas me mostraram que eu posso fazer teatro”, diz a escritora.

A relação de Thalita com o mundo adolescente é de longa data. São mais de 20 livros voltados para esse público. “Gosto desse universo adolescente porque é complexo. Eles são intensos e eu amo. Amo fazer companhia para eles em uma época de espinhas, em que crushs não são correspondidos e há muitas incertezas e indecisões”, explica.

#Elenco

Para contar essa história, foi preciso encontrar atores jovens que soubessem dançar, cantar e tocar instrumentos. O diretor Jarbas Homem de Mello está muito satisfeito com o grupo, formado por novos 11 talentos. “Acredito muito nessa geração que está vindo. Eles estão muito mais preparados do que a minha na idade deles. É uma moçada muito talentosa e com muita vontade de aprender”, afirma Jarbas.

Claudia Raia nunca tinha produzido um espetáculo infanto-juvenil. “O elenco é maravilhoso. Eles são muito comprometidos, rígidos e disciplinados. Adoro trabalhar com gente assim. A mídia desse espetáculo é toda digital e eu acabo aprendendo muito. Estou chegando perto deles, conhecendo gente bacanérrima, gente nova, moderna, jovem… estou amando”, confessa a atriz e produtora.

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#CenárioMara

O espetáculo traz uma nova linguagem estética para o palco. Afim de traduzir o universo lúdico dos adolescentes, foram utilizados os rascunhos da própria Thalita Rebouças no cenário. “A gente mandou pintar um painel com a letra da Thalita, são as anotações das ideias que ela escreveu para a criação do texto”, revela Kananda.

Claudia não esconde o entusiasmo com o resultado: “ Acredito que está vindo aí uma nova linguagem e, quem sabe, uma série de espetáculos para essa idade. O trabalho está muito bem cuidadinho, armado e produzido”. A produção inova e utiliza 45 bancos feitos de Papel Kraft.

#VáriosHits

Thalita Rebouças recebeu um desafio a mais para essa produção: criou novas letras para canções já conhecidas de todo o público. Músicas de Beyoncé, Megan Trainor, Ludmilla e outros hits atuais ganham uma versão teen, feitas exclusivamente para a peça. “Quero que as pessoas saiam cantando do teatro e fiquem com as músicas grudadas na cabeça igual estão na minha”, conta Thalita, que escreveu as canções em parceria com o namorado Daniel Lopes. Serão seis novas versões de músicas conhecidas e uma inédita ao longo dos 70 minutos de espetáculo.

#FALASÉRIO, GENTE!

#FalaSério, Thalita!

Você é a maior escritora infanto-juvenil da atualidade. Por que gosta tanto desse universo adolescente?

Thalita Rebouças: Gosto desse universo adolescente porque é complexo. Eles são intensos e eu amo. É bom fazer companhia para eles em uma época de espinhas, em que crushs não são correspondidos e há muitas incertezas e indecisões.

Aliás, você é idolatrada e querida por muitos jovens, incentivando-os à leitura. Espera que o espetáculo incentive os adolescentes a irem ao teatro também?

Thalita Rebouças: Acho que o espetáculo é uma maneira de estimular as pessoas a irem mais ao teatro e eu espero que a peça seja uma forma de incentivar mais produtores a investirem nesse público.

Tem alguma cena favorita ou alguma passagem do texto que tenha te marcado?

Thalita Rebouças: Eu gosto de todas, mas eu amo a do Carlos Evandro: uma amiga que quer apresentar um amigo para a melhor amiga. Eu morro de rir com a amiga que quer ser cupido. Inclusive, colocamos essa cena no teste e foi um sucesso, muito divertido ver os atores fazendo. Eu também amo a cena do pum e amo as músicas.

#FalaSério, Jarbas!

O que aprende com esses jovens atores que está dirigindo?

Jarbas Homem de Mello: Acredito que seja uma troca muito rica, eles ouvindo sobre minha experiência, minha vida, e eu aprendendo com a prontidão e a energia deles.

Este é mais um projeto seu com a Claudia. É difícil separar trabalho de vida pessoal?

Jarbas Homem de Mello: É difícil (risos). Essa é mais uma produção que fiz com a Claudia e é muito prazeroso. Essa relação entre trabalho e vida pessoal é bem leve.

Os adolescentes de hoje em dia não vão muito ao teatro. Acredita que o espetáculo possa incentivá-los?

Jarbas Homem de Mello: Eu não só acredito que isso possa trazer o adolescente para o teatro, como, na verdade, o que nos moveu a fazer esse espetáculo foi justamente conquistar esse público. A gente tem o pensamento que existe uma lacuna na produção teatral, porque ou se faz espetáculo para crianças ou para adultos, e essa é uma idade bem difícil de atrair.  O maior desafio é fazer uma coisa que atraia e que cative esse público, mas é o começo de uma jornada.

#FalaSério, Kananda!

Você foi atriz quando era criança e agora está do “outro lado”. Como é produzir este espetáculo?
Kananda Raia: Na verdade, eu cresci vendo meu pai trabalhar. Ele é produtor de teatro há 30 anos, e sempre fiquei muito grudada nele. Eu sempre amei esses bastidores e para mim isso não é uma novidade. Eu tenho alma de produtora, então é algo bem orgânico.

Os adolescentes hoje em dia são muito ligados em celular, conectados o tempo todo. De que forma isso será retratado na peça?

Kananda Raia: Em quase todas as cenas eles estão com o celular na mão, postando, clicando, enviando mensagens, bem conectados. Tem bastante interação digital na peça.

Acredita que um espetáculo com o texto leve e de sucesso de Thalita Rebouças vá incentivar os jovens a irem mais ao teatro?

Kananda Raia: A Thalita escreve de uma forma que chega muito ao adolescente, ela já tem mais de dois milhões de livros vendidos e sabemos que essa fórmula já deu certo, então queremos essa formação de plateia no teatro. A ideia do espetáculo surgiu por conta disso, da vontade que ela fizesse essa peça com a gente. Acredito que ela tenha um diálogo direto com o jovem e vai ser um sucesso. A peça está linda, alegre e bem adolescente!

#FalaSério, Claudia!

É uma novidade para você produzir um espetáculo para o público infanto-juvenil. Como está sendo esse processo?

Claudia Raia: Uma delícia! Nunca tinha feito nenhuma produção infantil ou juvenil. Estou descobrindo um mundo novo, amando!

Os espetáculos que têm o seu nome envolvido são referências no país. O que podemos esperar de “Fala Sério, Gente!”?

Claudia Raia: Nós trabalhamos muito para chegar até aqui e continuamos com o mesmo empenho. Tenho uma equipe maravilhosa, ninguém faz nada sozinho. Jarbas é um grande diretor musical, de teatro, e eu acho que a equipe criativa que temos é extremamente competente. O resultado está incrível.

Como é a sua troca com os atores jovens do espetáculo?

Claudia Raia: Maravilhosa! Eles são muito comprometidos, disciplinados. Adoro trabalhar com gente assim. E eu me divirto bastante com eles. Eles trocam ideias, são muito criativos.

Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Cartões Caixa apresentam:

Fala Sério, Gente!

Patrocínio: Caixa, Sabesp e Prevent Senior

Apoio: Prodent

Promoção: Rede Globo

Apoio Cultural: Klabin, Open Arts, Keds, Levi´s, Matiz Hotel e Cia Todo Sabor

 

Serviço:

Fala Sério, Gente!

Estreia: 13 de janeiro

Temporada: 25 de fevereiro

Local: Teatro das Artes | Shopping Eldorado

Endereço: Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros, SP

Horários: Sábado e domingo – 18h

Ingressos: R$ 70,00 inteira | R$ 35,00 meia-entrada

Venda: http://www.tudus.com.br

Classificação: Classificação Livre

Duração: 70 minutos

Capacidade do teatro: 769 lugares

 

#Elenco

Artur Volpi, Caio Menk, Camila Brandrão, Gabriela Camisotti, Giovanna Rangel, Isabela Quadros, Juliana Moulin, Júlia Ritondaro, Rhener Freitas, Robson Lima e Thiago Franzé.

 

#FichaTécnica

Texto: Thalita Rebouças

Direção: Jarbas Homem de Mello

Direção Musical: Thiago Gimenes

Coreografia: Ciça Simões

Cenografia: Paulo Correa

Iluminação: Fran Barros

Figurino: Guto Lorenzo

Letras e Músicas: Thalita Rebouças e Daniel Lopes

Produtoras Associadas: Claudia Raia e Kananda Raia

Crédito das fotos: Caio Gallucci

Assessoria de Imprensa: Mattoni Comunicação

O espetáculo FOME.DOC reestreia no Galpão do Folias

A Kiwi Companhia de Teatro reestreia o espetáculo FOME.DOC no Galpão do Folias

 

Depois de cumprir temporada no CCSP com sucesso de público, peça volta em cartaz  para curta temporada (de 6 a 29 de outubro)

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Figura 1 Cena de Fome.doc – Foto de André Mürrer

 

Com roteiro e direção geral de Fernando Kinas, a Kiwi Companhia de Teatro reestreia o espetáculo, Fome.doc dia 06 de outubro de 2017, no Galpão do Folias (Rua Ana Cintra, 213, Santa Cecília). A temporada vai até 29 de outubro e tem apoio da Lei de Fomento para a Cidade de São Paulo.

Fome.doc é um trabalho cênico inspirado nas técnicas e princípios do teatro documentário que discute, sob diferentes ângulos, a fome no mundo. Da fisiologia humana à Glauber Rocha, de Oscar Wilde à João Cabral, da Palestina ao Sudão do Sul, de Beethoven ao rock, do agronegócio ao MST, a montagem apresenta um panorama de processos sociais que revelam a desumanização no mundo da mercadoria. Para assim vislumbrar o seu possível contrário.

Encenação e projeto

Alguns acontecimentos são capazes de redefinir a experiência humana. A densidade

e a violência a eles relacionados marcam de forma definitiva a história. Quatro destes acontecimentos compõem a coluna vertebral da montagem: o extermínio de indígenas no continente americano, os três séculos e meio de escravidão no Brasil, o holocausto judeu na Europa e as novas formas de colonialismo no Oriente Médio, América Latina e África. Associados a eles, discutimos diversos aspectos relacionados à terra e a produção de alimentos (soberania alimentar, agroecologia, concentração fundiária, agronegócio), além de alargar a discussão para o campo poético através de referências à obra de Franz Kafka, Shakespeare, Beethoven, João Cabral de Melo Neto, Mahmud Darwich, Graciliano Ramos e Carolina Maria de Jesus, entre outros. Um rico material iconográfico e audiovisual foi pesquisado e incorporado através de releituras, recriações e recontextualizações.

O trabalho, portanto, é marcado tanto pelo signo da mais brutal das violências, aquela que subtrai o indispensável à sobrevivência, quanto pela necessidade de dar sentido à vida. Assim, ao documentar a fome – inspirado pelas contribuições históricas e contemporâneas do teatro documentário – o projeto apresenta perspectivas e formas diversas. Trata-se da fome que extermina – e o século 21 continua fornecendo muitos exemplos -, e também da fome que, diante das misérias, aponta para a luta por dignidade, beleza, verdade e justiça. As estratégias cênicas, que incluem música ao vivo e uma curta exibição de imagens, vão do registro claramente narrativo à insinuação dramática, passando pela farsa e pelo burlesco.

Sobre alguns autores e autoras utilizados em FOME.DOC

A pesquisa empreendida pela Kiwi Companhia de Teatro em Fome.doc compreende a leitura de autores e autoras das mais diversas nacionalidades e vertentes. Um dos escritores sobre o qual o grupo se debruçou foi o frade dominicano Bartolomé de las Casas, que registrou em 1542 (a primeira publicação data de 1552) uma das mais contundentes denúncias sobre as violências cometidas pelos conquistadores europeus contra os indígenas do chamado novo mundo. Brevíssima relação da destruição das Índias é, ainda hoje, um documento incontornável para compreender o processo de invasão e colonização das américas.

Outro autor importante nesse processo de investigação foi o escritor italiano Primo Levi (1919-1989), sobrevivente de Auschwitz, que publicou em 1947 um dos mais importantes relatos sobre a vida nos campos de concentração e o extermínio de judeus, o livro É isto um homem?. A obra é também uma reflexão poética e filosófica sobre a desumanização e a sobrevivência em situações extremas. Poucos anos depois, em 1950, o martiniquês Aimé Césaire (1913-2008) publicou Discurso sobre o colonialismo. No texto, o escritor denuncia a violência europeia que se escondia sob o manto da “civilização ocidental”.

Do mesmo modo, fizeram parte do material de trabalho, textos da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus (1914-1977), conhecida internacionalmente pela obra Quarto de despejo – Diário de uma favelada (publicada em 1960), e do poeta Mahmud Darwich, morto em 2008, considerado o poeta nacional da Palestina.

Vários outros autores e autoras serviram de inspiração direta para a montagem, entre eles: Franz Kafka (Um artista da fome), William Shakespeare (prefácio de Henrique V), João Cabral de Melo Neto (poemas de O cão sem plumas).

Também serviu como material dramatúrgico para a montagem as “Novas Cartas Políticas de Erasmo”, missivas endereçadas ao imperador Pedro II e publicadas anonimamente na imprensa carioca na década de 1860. O autor era José de Alencar, conhecido romancista que defendia posições a favor da manutenção da escravidão no Brasil.

Ficha Técnica

Roteiro e direção geral: Fernando Kinas

Elenco: Fernanda Azevedo e Renan Rovida

Direção e execução musical: Eduardo Contrera

Iluminação: Aline Santini

Cenário: Márcia Moon

Figurino: Madalena Machado

Assistência e operação de luz e som: Clébio Souza (Dedê)

Edição de imagens: Luiz Gustavo Cruz

Confecção de marionetes: Celso Ohi

Preparação vocal: Roberto Moura

Vozes gravadas: Marilza Batista e Félix Sánchez

Programação visual: Camila Lisboa (Casa 36)

Fotografia: Filipe Vianna

Cenotécnico: Lázaro Batista Ferreira

Produção: Luiz Nunes e Daniela Embón

Divulgação: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Realização: Kiwi Companhia de Teatro

SERVIÇO

Reestreia: 06 de outubro de 2017 (sexta-feira), 21h

Temporada: de 06 a 29 de outubro de 2017

Quintas, sextas e sábados – 21h

Domingos – 20h

Local: Galpão do Folias – Rua Ana Cintra, 213, Santa Cecília (metrô Santa Cecília)

Tel: 3361-2223

Ingressos: 10,00 (inteira) / 5,00 (meia)

Site de vendas Eventbrite: http://galpaodofolias.eventbrite.com

Duração: 130 min

Classificação: 14 anos

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Email: canal.aberto@uol.com.br

 

BURLESQUE PARIS 6 – SHOW: Tributo Amy Winehouse Live/ Toni Garrido – Noites de Orfeu/ Paula Lima

 Outubro super programação no Burlesque Paris 6

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Tributo Amy Winehouse Live

Datas: 19/10/2017 e 26/10/2017
Horário: 21h

Preço: R$70,00

São Paulo ganhará um tributo a uma cantora que partiu ainda jovem e deixou saudades em todo o mundo, o Amy Winehouse Live. Dona de um timbre inconfundível, a londrina será homenageada em forma de um show comandado pela ex-The Voice Bruna Góes.

Foto: Paulinho Sefton

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Toni Garrido – Noites de Orfeu

Data: 04/10, 11/10 e 25/10/2017

Horário: 21h

Preço: R$80,00
Noites de Orfeu é o mais novo trabalho de Toni Garrido, um artista completo que agora surpreende o público com um espetáculo sobre a amizade de dois grandes mestres da MPB: Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Inspirado no espetáculo de Aroldo Costa, ” 50 anos de Orfeu”, ele apresenta canções de sucesso, como “Chega de Saudade”, ” Eu sei que vou te amar” e outros clássicos,  ao lado outros grandes músicos.

Foto: Pino Gomes

Paula Lima 1 _ Fiu Fiu _ creditos Lucas Fonseca (1)

Paula Lima

Data: 10/10/2017

Horário: 21h

Preço: R$80,00

Dona de cinco álbuns solos e um DVD atemporal aclamado pela crítica, Paula Lima tem história na música brasileira e um suingue soul como marca registrada. Indicada ao Grammy Latino e ganhadora de diversos prêmios, a cantora lançou esse ano sua nova música “Mil Estrelas” e já está confirmada para sua nova turnê, que conta com apresentações no Japão e nos Estados Unidos.

Foto: Lucas Fonseca

Serviço Burlesque Paris 6

Endereço: R. Augusta, 2809 – Jardins

Capacidade: 228 lugares

Valores: a partir de R$50,00

Classificação: 14 anos

Vendas:

Ingresso Rápido (www.ingressorapido.com.br) – Não há cobrança de taxa de conveniência

Bilheteria: De segunda a domingo, das 19h às 22h

Música Clássica nas Igrejas Maestro João Carlos Martins, se apresenta na Igreja São Judas Tadeu, em São Paulo.

Música Clássica nas Igrejas

Maestro João Carlos Martins se apresenta em mais uma missa exibida pela RedeTV e TV ULTRAFARMA

A transmissão ao vivo acontece no próximo domingo, 28 de maio, no Santuário São Judas Tadeu

maestro

No próximo domingo, 28 de maio, os fiéis  de todo o Brasil poderão acompanhar mais uma apresentação do projeto “Música Clássica Nas Igrejas” com o Maestro João Carlos Martins que trará toda a sua musicalidade e experiência no piano inseridos no canto litúrgico da missa dominical celebrada na Igreja São Judas Tadeu, em São Paulo.

A ideia de trazer música clássica para as Igrejas nasceu no ano passado e foi uma iniciativa do empresário Sidney Oliveira em conjunto com o Maestro e a Igreja Católica.  A inspiração veio do desejo de levar ao público das missas a música clássica “para todos os ouvidos” em um momento que reúne muitas famílias Brasileiras.

A missa terá início às 7h00 da manhã e poderá ser assistida ao vivo em todo o Brasil pela RedeTV! e TV Ultrafarma – canal 33 (parabólica) ou pela internet: tvultrafarma.com .

Estão previstas para esse ano uma série de outras apresentações.

Fonte: Luana Dourado – Assessoria Márcia Stival

pauta2@marciastival.com.br

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JACQUES ARDIES NOVA MOSTRAEVIDENCIA O DINAMISMO DOS ARTISTAS NAÏFS BRASILEIROS

NOVA MOSTRA DE JACQUES ARDIES EVIDENCIA O DINAMISMO DOS ARTISTAS NAÏFS BRASILEIROS

Naifs da Contemporaneidade (1) (1)

Autor: Maite - A força das Mulheres

A Galeria Jacques Ardies inaugura a mostra coletiva Naïfs da Contemporaneidade, com obras de 8 artistas brasileiros, cada um com sua visão própria e criativa sobre o universo em que vivemos.

Naifs da Contemporaneidade (6)

Autor: Enzo Ferrara - Vista do Vale do Anhangabaú em 1950

Interpretar através da ‘arte naïf’ pode não ser tão simples, visto que se trata de uma expressão regional que percorre o mundo assumindo aspectos de acordo com o que é vivenciado pelos artistas. Estes, exibem suas próprias experiências por meio de linhas e formas peculiares, sem ter recebido formação acadêmica de uma escola de Belas Artes. Algumas das principais características deste gênero são o uso de cores vibrantes, a retratação de temas corriqueiros, traços geralmente figurativos, bem como a idealização da natureza sem rigor técnico, especialmente em relação à perspectiva. Neste sentido, a arte chamada “naïf” encontra no Brasil o ambiente ideal, que se amplifica ainda mais graças à exuberância das florestas, à intensa luminosidade e ao conhecido calor humano brasileiro.

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Autor: Marcelo Schimaneski - Agape da Marcela

Assim, a mostra Naïfs da Contemporaneidade apresenta 8 artistas representativos: Thais Gomes, Enzo Ferrara e Ana Denise expõem suas obras pela primeira vez na galeria. O baiano Bida, o paranaense Marcelo Schimaneski e a paulistana Maite entraram no elenco da galeria recentemente e mostram as suas últimas criações. Obras inéditas de Olimpio Bezerra (de Cuiabá), e de Ernani Pavaneli (do Rio de Janeiro) completam a mostra, que tem por objetivo evidenciar o dinamismo dos naïfs brasileiros atuais.

Exposição: Naïfs da Contemporaneidade
Artistas: Ana Denise, Bida, Enzo Ferrara, Ernani Pavaneli, Maite, Marcelo Schimaneski, Olimpio Bezerra e Thais Gomes.
Curadoria: Jacques Ardies
Abertura: 30 de maio de 2017, terça-feira, às 19h
Período: 31 de maio a 1º de julho de 2017
Local: Galeria Jacques Ardies – http://www.ardies.com
Rua Morgado de Mateus, 579 – Vila Mariana – São Paulo
Fone: 55 11 5539-7500
Horário: Terça a Sexta-feira das 10h às 17h30. Sábado das 10h às 16h
Número de obras: 60

Ass. Imprensa: Balady Comunicação – Silvia Balady / Zeca Florentino
contato@balady.com.br

A GALERIA
A Galeria Jacques Ardies, na Vila Mariana, está sediada em imóvel antigo totalmente restaurado. Desde sua abertura em agosto de 1979, atua na divulgação e a promoção da arte naif brasileira. Ao longo de 37 anos, realizou inúmeras exposições tanto em seu espaço como em instituições nacionais e estrangeiras, onde podemos destacar MAC/ Campinas, MAM/ Goiânia, Espace Art 4 – Paris, Espaço Cultural do FMI em Washington DC, USA, Galeria Jacqueline Bricard, França, a Galeria Pro Arte Kasper, Suíça e Gina Gallery, Tel-Aviv, ,Israel. Em 1998, Jacques Ardies lançou o livro Arte Naif no Brasil com a colaboração do crítico Geraldo Edson de Andrade e em 2003, publicou o livro sobre a vida e obra do artista pernambucano Ivonaldo, com texto do professor e crítico de arte Jorge Anthonio e Silva. Em 2014, publicou Arte Naïf no Brasil II, de sua autoria, com textos complementares dos colecionadores Daniel Achedjian, Peter Rosenwald, Marcos Rodrigues e Jean-Charles Niel. A galeria possui em seu acervo obras, entre quadros e esculturas, de 80 artistas representativos do movimento da Arte Naif brasileira.

Festival Internacional Sesc de Circo

A quarta edição do Circos – Festival Internacional Sesc de Circo contará com 31 ações artísticas, de 13 diferentes países

 

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Figura 1 - Foto do espetáculo vietnamita “A O Lang Pho”, que abre a quarta edição do Circos de 2017 e une acrobacias, manipulação de bambus, dança contemporânea e música ao vivo

A partir de 24 de maio, o Sesc inicia às vendas dos ingressos para o Circos – Festival Internacional Sesc de Circo.  Realizado pelo Sesc SP, o Festival acontece de 9 a 18 de junho e traz para esta edição um abrangente panorama atual da produção circense. Os ingressos que variam de R$0 à RS40 estarão disponíveis, online, às 14h e nas bilheterias, às 17h. A programação espalhada por 13 unidades do Sesc na capital paulista, inclui 31 ações artísticas e 15 atividades formativas.

O espetáculo vietnamita “A O Lang Pho”, que circulou apenas pela Europa e Ásia, abre o festival, no dia 9 de junho de 2017, no Sesc Vila Mariana. Com manipulação de bambus, acrobacias, dança contemporânea e música, a companhia conduz o espectador por um fascinante mergulho nas dicotomias desse país asiático, representado, em exuberantes metáforas visuais, as transições ocorridas nas últimas décadas, contrapondo a rica tradição do interior à acelerada urbanização nas cidades.

Se nas edições anteriores o festival abordou as transformações pelas quais o circo e a cidade vêm passando, sua dramaturgia e questões sobre virtuose e (des)virtuose, desta vez, o olhar é lançado para o que é centro e o que é borda. Importam as relações, os encontros, o trânsito, o que trans-borda. Para o circo não há fronteira entre centro ou periferia: o picadeiro é um espaço de intercâmbio onde artistas de diferentes países mesclam suas identidades. O resultado dessa linha de pensamento se evidencia no atual Circos, composto por espetáculos multiculturais que exploram questões contemporâneas como a fragilidade humana, a velocidade das mudanças nas grandes cidades ou a convivência entre distintas culturas.

Serão 13 atrações nacionais (seis estreias e quatro espetáculos inéditos em São Paulo) e 18 internacionais. Esta edição crescerá em número de sessões: ante as105 de 2015, teremos 130 em 2017 de 13 diferentes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Espanha, Finlândia, França, Itália e Suíça, além da Alemanha, Finlândia, Holanda e Vietnã, que participam pela primeira vez do evento.

Mais de 200 artistas, com suas diferentes experiências e formações, que participam de espetáculos que vão do lúdico ao extraordinário – para crianças e adultos -, estarão nessa nova edição de Circos, que teve, nos anos 2013, 2014 e 2015 um público total de 110 mil pessoas.

Circos – Festival Internacional Sesc de Circo

9 a 18 de junho de 2017

Ingressos à venda a partir de 24 de maio

Online: 14h

Bilheterias: 17h

Assessoria de Imprensa

Canal Aberto

Márcia Marques | Kelly Santos | Daniele Valério

marcia@canalaberto.com.br | kelly@canalaberto.com.br | daniele@canalaberto.com.br

 

A MITsp – MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO DE SÃO PAULO FAZ SUA QUARTA EDIÇÃO

A MITsp – MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO DE SÃO PAULO FAZ SUA QUARTA EDIÇÃO

 

A Mostra teve a abertura no dia 14 de março no Theatro Municipal de São Paulo e se estende até o dia 21. Nessa nova edição são 31 sessões, de 10 espetáculos,

dos quais sete são internacionais e três nacionais, de seis países diferentes, além de uma extensa programação reflexiva e pedagógica

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Figura 1 - Cena do espetáculo belga “Avante, Marche!” que abre a quarta edição da MITsp no Theatro Municipal de São Paulo

A MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo tem programada sua quarta edição, que segue até 21 de março de 2017 na cidade de São Paulo. Serão 10 espetáculos de países como Alemanha, Chile, Líbano, Bélgica, África do Sul e Brasil, que acontecerão em vários locais da cidade, como o Theatro Municipal de São Paulo – onde será realizada a abertura da programação.

Avante, marche! Fotos Phile Deprez (7)net

Avante, Marchel! Foto Phile Deprez

Os diretores belgas Alain Platel e Frank Van Laecke, juntamente com o compositor Steven Prengels, da companhia les ballets C de la B, fazem em “Avante, Marche!” (En Avant, Marche!) uma fusão de música, dança, teatro e performance, em um espetáculo cenicamente bastante impactante. A companhia é uma das mais importantes da dança no mundo e abre a quarta edição da MITsp no Teatro Municipal de São Paulo, no dia 14 de março. A escolha desse espetáculo para a abertura reflete o caráter híbrido e expandido da mostra desde a sua primeira edição.

“Avante, Marche!” é um espetáculo que fala da vida de um coletivo de indivíduos a partir de uma orquestra de metais, todos eles muito diferentes entre si, e que buscam manter-se num único e distinto andamento, por vezes, pelo método de tentativa e erro – uma metáfora para nosso tempo. No palco, quatro atores e sete músicos serão acompanhados por 18 instrumentistas brasileiros, sob direção do maestro Carlos Moreno. Alain Platel põe no palco música dos séculos XIX e XX, de Ludwig Van Beethoven, Giuseppe Verdi, Gustav Mahler, entre outros, para contar a história de um trombonista que, por conta de sua doença, precisa se despedir de seu instrumento musical e se recolher para as fileiras de trás da banda, munido de dois címbalos. Lá no fundo da orquestra, há a possibilidade latente de um novo amor. Mas ele rejeita: o amor traz muitas reminiscências da vida. “Avante, Marche!” encena a partida de um membro de um grupo, o que suscita uma ideia que às vezes nos atrevemos a imaginar: a do nosso próprio funeral. Trata-se de uma fantasia cênico-musical, focada no espaço vazio que deixamos para trás, o desejo de ser visto e considerado pela comunidade, ser reconhecido e honrado.

 

 

Coordenadora de Comunicação

MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo

Márcia Marques

Email: canal.aberto@uol.com.br

SESC PINHEIROS RECEBE O ESPETÁCULO “ABRE ALAS PARA CHIQUINHA GONZAGA”

Abre Alas para Chiquinha GonzagaCrédito Lucas Cardoso media

SESC PINHEIROS RECEBE O ESPETÁCULO

“ABRE ALAS PARA CHIQUINHA GONZAGA”

 

O grupo “Contos em Cantos” faz uma homenagem antecipada ao Dia Internacional da Mulher

 

            No dia 05 de março (domingo), o Auditório do Sesc Pinheiros recebe o grupo Contos em Cantos, que faz uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher com o espetáculo infantil Abre Alas Para Chiquinha Gonzaga em duas sessões: às 15h e às 17h. Os ingressos custam de R$ 17 (inteira) a R$ 5 (credencial plena).

            Composto de violão 7 cordas, cavaquinho, clarinete, pandeiro e uma narradora, a apresentação musical narra a vida da primeira mulher que, à frente do seu tempo, regeu uma orquestra, foi pianista de choro e criou a marchinha Ó Abre Alas, em 1889, que é cantada em verso em prosa até os dias de hoje.

            A compositora e maestrina carioca se destacou na história da cultura brasileira e da luta pelas liberdades no país. A coragem com que enfrentou a opressora sociedade patriarcal e criou uma profissão inédita para a mulher causou escândalo em seu tempo. Atuando no rico ambiente musical do Rio de Janeiro do Segundo Reinado, no qual imperavam polcas, tangos e valsas, Chiquinha Gonzaga não hesitou em incorporar ao seu piano toda a diversidade que encontrou, sem preconceitos. Assim, terminou por produzir uma obra fundamental para a formação da música brasileira.

SERVIÇO
ABRE ALAS PARA CHIQUINHA GONZAGA
Local: Auditório (98 lugares)
Dia: 05 de março (domingo), às 15h e às 17h
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Ingressos: R$ 17,00 (inteira). R$ 8,50 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 5,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades do SescSP.

SESC PINHEIROS

Endereço: Rua Paes Leme, 195.

Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.

Tel.: 11 3095.9400.

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 22h; Sábado, domingo, feriado, das 10h às 19h. Taxas / veículos e motos: Credenciados plenos no Sesc: R$ 12 nas três primeiras horas e R$ 2 a cada hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 18,00 nas três primeiras horas e R$ 3 a cada hora adicional. Para atividades no Teatro Paulo Autran, preço único: R$ 12 (credenciados plenos) e R$ 18 (não credenciados).

Transporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m

 

Assessoria de Imprensa do Sesc Pinheiros:

Com Canal Aberto
Márcia Marques | Danielle Araújo | Daniele Valério

Contatos: (11) 2914 0770 | 99126 0425

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CIA MUNDU RODÁ REALIZA OFICINAS NO SESC POMPÉIA EM PROJETO ESPECIAL SOBRE A RABECA

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CIA MUNDU RODÁ REALIZA OFICINAS NO SESC POMPÉIA EM PROJETO ESPECIAL SOBRE A RABECA

Em março o SESC Pompéia recebe a Cia Mundu Rodá, que realiza duas atividades formativas fruto de sua intensa pesquisa sobre a Rabeca Brasileira, instrumento considerado precursor do violino, encontrado em diversas manifestações populares. A dupla Juliana Pardo e Alício Amaral oferece duas oficinas com intuito de abordar, discutir e disseminar o tema. Ótima oportunidade de conhecer o trabalho da Mundu Rodá!

PROJETO MEMÓRIAS DA RABECA NO SESC POMPÉIA – OFICINAS

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A Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança (SP), fundada em 2000 pelos artistas Juliana Pardo e Alício Amaral, vem construindo uma linguagem cênica própria a partir da observação, do contato e do diálogo com as Danças Tradicionais Brasileiras e o Trabalho do Ator/Músico/Bailarino. A partir de pesquisas de campo e intercâmbios com artistas de diferentes áreas, a Cia. trabalha na criação de uma metodologia de preparação e encenação do artista intérprete que dá destaque às corporeidades brasileiras. No mês de março, Juliana e Alício realizam duas oficinas especiais no Sesc Pompéia, como parte do projeto Memórias da Rabeca, que ainda conta com a estreia de um novo espetáculo do grupo.

Até o dia 06 de março, o público pode se inscrever para participar da oficina Rabeca Toque, Traquejo e Toada, que proporcionará o encontro prático e teórico com o universo sonoro da rabeca – instrumento de arco usado em diversas manifestações populares brasileiras. Em foco, o recorte sobre os toques de rabeca do Cavalo Marinho da Mata Norte (PE) e do Fandango do Litoral Sul Paulista.

Já a segunda oficina, O Trabalho do Ator-Dançarino a partir das Danças Tradicionais Brasileiras, tem inscrições abertas até o dia 17 de março e abordará diferentes elementos de Danças Tradicionais Brasileiras como o Batuque Paulista, o Cavalo Marinho e Maracatu Rural – movimentos pernambucanos. Em destaque: os princípios físicos que fundamentam estas tradições, suas corporeidades e as qualidades de energia que elas despertam. Aborda também a prática de estruturas rítmicas e vocais.

As pesquisas desenvolvidas pela Cia. Mundu Rodá são objetivadas na elaboração e organização de novas formas de construções corporais integradas ao canto e a música, ao teatro e a dança, dialogando com a tradição e a inovação. Esta pesquisa artística foi realizada através de intercâmbio com comunidades de rabequeiros: Caiçara, Quilombola e Indígena do litoral paulista, e comunidades do Nordeste, como Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Ao longo do tempo, a Cia. Mundu Rodá construiu uma trajetória artística marcada pelo diálogo entre o trabalho do ator/dançarino/músico e as manifestações tradicionais. Está sempre em busca de uma expressão artística contemporânea capaz de revelar os traços e os fundamentos da identidade cultural brasileira.

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Nas criações realizadas, assim como na atuação formativa desenvolvida por seus fundadores, a Cia. busca incorporar muito mais do que as informações mais evidentes das formas populares, buscando conexões com as mensagens deixadas pelos povos, por meio das gerações, e narrando cenicamente as histórias pouco ouvidas até agora.
Seus trabalhos procuram os fundamentos mais primordiais da corporeidade brasileira e marcam o encontro de povos de origens distintas, apoiada em uma cultura fundamentalmente oral, na qual a pluralidade rítmica transborda um modo de viver que não estabelece limites rígidos entre brincadeira, expressão, formação, crença e arte.

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Se programe para participar das oficinas e conhecer o trabalho incrível deste grupo que vem fazendo história em sua pesquisa sobre a cultura popular brasileira! Mais informações na fanpage Mundu Rodá ou no site: http://www.munduroda.com

OFICINAS – CIA MUNDU RODÁ – PROJETO MEMÓRIAS DA RABECA
Rabeca Toque, Traquejo e Toada
A oficina proporciona o encontro prático e teórico com o universo sonoro da rabeca – instrumento de arco usado em diversas manifestações populares brasileiras. Em foco, o recorte sobre os toques de rabeca do Cavalo Marinho da Mata Norte (PE) e do Fandango do Litoral Sul Paulista.
Público alvo: pessoas interessadas na iniciação prática em rabeca e músicos com conhecimento em instrumento de arco.
Dias 14, 15 e 16/03 (terça a quinta), das 17h às 20h.
Interessados deverão enviar carta de intenções até o dia 06/03 para artescenicas@pompeia.sescsp.org.br.

O Trabalho do Ator-Dançarino a partir das Danças Tradicionais Brasileiras
Serão abordados diferentes elementos de Danças Tradicionais Brasileiras como o Batuque Paulista, o Cavalo Marinho e Maracatu Rural – movimentos pernambucanos. Em destaque: os princípios físicos que fundamentam estas tradições, suas corporeidades e as qualidades de energia que elas despertam. Aborda também a prática de estruturas rítmicas e vocais.
Público-alvo: Atores, dançarinos, estudantes das artes cênicas, e interessados na cultura popular brasileira.
Dias 28, 29 e 30/03 (terça a quinta), das 17h às 20h.
Interessados deverão enviar carta de intenções até o dia 17/03 para artescenicas@pompeia.sescsp.org.br. A divulgação dos selecionados será feita até o dia 24/03

Onde: Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo – SP – (11) 3871-7700 – Não possui estacionamento no local.
Valores: R$ 6,00 (Usuários do SESC) / R$ 10,00 (Meia-entrada) / R$ 20,00 (Inteira)

Contato

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com